Leituras de 3a Feira

Steve Magness fala sobre o Mito da Perda de Velocidade no fundista com grandes volumes.

Leitura Obrigatória - BLOGLeitura Obrigatória: Belíssima matéria recontando os feitos da atleta Betty Robinson (EUA), ouro nos Jogos Olímpicos de 1928!

Para quem gosta muito de atletismo, aqui a edição de Maio da revista digital gratuita Techniques. Eu havia perdido a edição de Fevereiro que você encontra aqui.

Londres 1: A Maratona de Londres não foi palco do recorde mundial mais desejado, mas presenciou outros 34 recordes mundiais inusitados que figurarão no Guinness Book. Aqui a lista!

Londres 2: Para quem imagina uma major como a Maratona de Londres lotada como uma São Silvestre, talvez deva olhar nas imagens bacanas deste site que tenta dar uma outra perspectiva a quem nunca foi lá.

Leitura Obrigatória - BLOGLeitura Obrigatória 2 (sim, duas no mesmo dia): eu acho que exige sempre um pouco de cuidado de nós pegar dicas de profissionais e tentar jogar em uma rotina como a nossa, tão diferente. Mas as dicas da veterana Lauren Fleshman são ótimas! Em maior ou menor grau, você consegue transferir isso tudo! De uma lucidez incrível!

Quem acompanha o Recorrido há mais tempo sabe que tenho certa mania por números e estatísticas. Pois alguns dias atrás um estudo rodou as publicações de corrida porque um pesquisador dinamarquês fez um levantamento de quais seriam os países com os maratonistas amadores mais rápidos (e mais lentos). Os dados você pode acompanhar clicando aqui (e abaixo). O problema é que os dados são de “somente” 72 provas entre 2009 e 2014, mas isso dá quase 1.500.000 de resultados ainda que com suas enormes limitações! Quando você compara os dados dos americanos com o relatório anual deles, você descobre que os números são bem parecidos, mas com um pouco mais de americanas proporcionalmente. Não dá para dizer muito, apenas que talvez elas prefiram as provas grandes e/ou internacionais. O comportamento dAs maratonistas brasileiras é bem similar! A brasileira parece gostar de correr 42km lá fora! Elas são 25% nesses eventos do exterior, mas menos de 15% aqui! Com as argentinas a coisa é muito parecida (20% x 27%)! Outra informação interessante: o tempo médio das brasileiras e dos brasileiros aqui e no exterior são muito similares! Sobre o crescimento, acho muito complicado tirar algo disso… o custo financeiro e o peso do câmbio em viagens internacionais são decisivos no aumento de viagens para correr essas provas. É mais fácil para europeus, mas o que dizer de brasileiros e argentinos? Por fim, quem já correu provas na Espanha, principalmente as menores, se assusta com o nível dos caras, líderes desse ranking! E aos que quiserem ver mais números, aqui você tem matéria no The New York Times sobre a pesquisa, aqui matéria em português do Rodolfo Lucena, aqui meu infográfico com dados do mercado brasileiro de Maratona (2011-2014), aqui minha análise das Maratonas no Brasil em 2014 e aqui sobre os tempos médios dos brasileiros (homens e mulheres) nos 42km. Deixei escapar algo??

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4 pensamentos sobre “Leituras de 3a Feira

  1. Julio Cesar Kujavski disse:

    Sobre nós corredores amadores tentarmos imitar certas coisas da vida de corredores profissionais, sou totalmente contra e acho bem perigoso.

    A vida de um corredor profissional não tem nada a ver com a nossa.

    Eu saio da cama e já vou pensando no que tenho que fazer naquele dia: Cobrar honorários, resolver problemas com o fisco, preencher declarações, visitar órgãos públicos, registrar e demitir funcionários de clientes, resolver problemas diversos relacionados à informática, senhas, certificados digitais, escrituração digital, etc etc etc..

    Apesar de levar relativamente à sério a corrida, pra mim só depois da obrigação vem a diversão, quando sobra um tempo eu vou pensar no treino que eu tenho que fazer no dia, SE vai dar pra fazer o treino programado, SE eu continuo disposto, SE o dia de trabalho não foi estressante demais… e outros SEs.

    Um corredor profissional sai da cama pensando no treino que vai fazer na parte da manhã. Descansa metade do dia, e faz outro treino na parte da tarde, com alguns afazeres leves no meio disso.

    Não posso ficar tentando imitar o treino ou qualquer outra coisa da vida de um corredor profissional, até porque os treinos deles são elaborados para 3, 4 meses, respeitando uma sequência de treinos que não podem ser “pulados” ou modificados a toda hora.
    Um corredor amador pode mudar de idéia algumas vezes nesse tempo, pode mudar a prova alvo, pode parar de correr uns dias, o que invalida qualquer imitação de treino de corredor profissional.

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  2. martinhovneto disse:

    Dados! Milhões de dados! kkkkkk

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  3. adrianapiza disse:

    As mulheres espanholas são apenas 6%, com certeza contribui para o primeiro lugar da Espanha. E as mulheres da da Islândia estão melhores que os homens americanos, mexicanos, japoneses….

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