Leituras de 4a Feira

Os 2 maiores boicotes da história olímpica foram em 1980 e 1984. Uma história muito pouco contada é como a então URSS resolveu organizar os Jogos da Amizade logo depois de Los Angeles/1984. Aqui um relato de atletas do bloco capitalista que lá estiveram conhecendo a realidade de um mundo sem fronteiras tão abertas.

O site da World Athletics traz a vida e incrível carreira da mais vitoriosa atleta síria da história, Ghada Shouaa.

Autojabá: no outro blog fiz um texto explicando o que está impedindo que você emagreça. E em outro falo por que nutricionistas passam dietas que não funcionam.

A longeva carreira de uma das maratonistas mais vencedoras de todos os tempos, a queniana Edna Kipaglat.

A Podium Runner traz um texto BEM legal e BEM didático sobre polimento em treinamento para maratona. Vale a lida!

De novo a Podium Runner, dessa vez com um texto gostoso de ler sobre corridas táticas quando o tempo final importa menos que a colocação. Talvez o corredor amador não consiga entender exatamente o que o autor queira dizer, porque a corrida à maioria das pessoas é uma competição contra o próprio tempo, mas aqueles que tiveram a experiência de competir por posições e pódios sabe que o tempo importa menos, que a disputa acaba sendo de um contra o outro.

 

Leituras de 5a Feira

O grande treinador PJ Vazel explica como o desempenho dos 30m iniciais de um atleta pouco conhecido nos 100m pode revolucionar como enxergamos e calculamos os limites do desempenho humano na prova mais clássica do atletismo e dos Jogos Olímpicos.

Fotos dos Jogos Olímpicos de 1964 em Tóquio revela a mudança do perfil das pessoas envolvidas no grande evento com uma diferença de quase 60 anos.

Autojabá: sigo com a sequência de dicas ruins de Nutrição dadas pelas autoridades de saúde britânica, o país mais obeso do continente. Aqui a parte 3, a parte 4 e a quinta parte.

Mais uma vez o site da World Athletics nos traz em detalhes a vida e carreira de umas das maiores e mais condecoradas velocistas da história, a polonesa Irena Szewinska. Demais!

Um texto bacana fala sobre a tênue linha que separa o desconforto da dor de lesão.

 

 

Leituras de 2a Feira

Eu não conhecia a romena Iolanda Balas, uma das maiores saltadoras em altura da história. A World Athletics nos conta sua carreira! Bem legal!

Autojabá: no outro blog trago uma sequência de dicas ruins dadas pelo instituto nacional de saúde no Reino Unido (NHS). É uma série de barbeiragens que talvez explique o país ser o mais obeso da Europa. Aqui a introdução e ainda a parte 1 e a parte 2.

Você sabe como são as premiações das maratonas e todos os seus bônus? É mais complexo e às vezes mais duro e mais cruel do que boa parte de vocês imagina. Aqui um texto explicando de forma detalhada.

Um texto bem legal explicando como correr provas curtas está longe de ser perigoso. É o tipo de coisa que quem é da área já sabia, mas nunca é demais fazer força pra esse mito de risco ao coração ser derrubado.

A ESPN traz uma história impensável de como um stalker aterroriza e quase acaba com a carreira da grande Emily Infeld. Não dá pra imaginar o terror pelo qual ela passou por anos e que pode ter custado sua classificação aos Jogos Olímpicos deste ano.

Leituras de 4a Feira

O que laureados com o Nobel e atletas de elite têm em comum?

Como deveria ser o seu último treino antes de uma prova importante. Belas dicas da Canadian Running.

Um dos maiores mitos sobre a corrida feito por quem não corre é que correr compromete as cartilagens de nossos joelhos no futuro. Mais um levantamento tenta por fim a essa mentira que parece nunca ter fim.

O que determina nosso sucesso em uma maratona? Belíssimo levantamento!

10 coisas das quais Eliud Kipchoge não abre mão. É propaganda!

Autojabá: no outro blog explico o que não funciona para melhorar meu desempenho na corrida e em outro texto falo da maior mentira que te contaram sobre emagrecimento na corrida.

Uma bela carta aberta da treinadora Helena Duplantis ao seu atleta mais famoso. Pelo sobrenome você imagina quem seja?

Leituras de 2a Feira

Acho que nunca havia ficado tanto tempo sem postar aqui no blog, mas estou finalizando o livro Em Defesa do Jejum e tenho me dedicado a isso! Espero que a coisa aqui volte a andar de forma mais frequente. Obrigado pela compreensão!

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A Podium Runner traz algo muito pouco conhecido do público: a verdadeira história dos bastidores do fim da era do amadorismo no atletismo.

Lembro que quando eu era um moleque entrando na adolescência totalmente duro, eu ia até o Constâncio Guimarães (pista do Ibirapuera) treinar correndo pela avenida 23 de Maio porque não tinha dinheiro pro passe de ônibus. Certo dia chegando na pista fui limpar o suor da testa. O que eu vi foi horroroso: a camiseta ficou preta, resultado da fuligem dos carros. Depois disso tive que me virar fazendo outro trajeto. Afinal, em dias de muita poluição é melhor treinar ou ficar em casa? Nunca tinha pensado ou pesquisado a respeito e sempre achei que era melhor treinar. Uma pesquisa em matéria na The Globe and Mail reforça o bom senso: correr em local poluído é melhor do que sedentarismo.

Mark Sisson faz um texto necessário: uma ode contra a prática do cardio.

6 ocasiões em que vale a pena deixar de treinar sem peso na consciência. Não que eu concorde em todas, mas essa lista errada não está.

O japonês Shigenobu Murofushi é provavelmente o maior lançador de martelo de quem eu nunca havia ouvido falar! Que história incrível que nos trouxeram!

Barry Smith é bom demais! Ele nos traz números pela primeira vez apoiado em amadores evidenciando de como o polimento a uma maratona deve ter pelo menos 3 semanas.

Leituras de Feriado

Durante os Jogos de Tóquio aquele torcedor que se aproxima do esporte olímpico a cada 4 anos decidiu fazer campanha em redes sociais dizendo que nossos atletas precisam de mais apoio (leia-se melhores salários). É uma inverdade. Um vídeo bem legal mostra a realidade americana.

Uma rara e ótima e longa entrevista com o talvez maior ultramaratonista da história, o grego Yiannis Kkouros. (ler que ele é contra treinos longos é de uma lento sem igual pra mim)

Um artigo questiona se Eliud Kipchogue seria o maior maratonista da história. A impressão que dá é que é um texto mais provocativo que argumentativo. Até porque o único nome que gera um debate sério, Abebe Bikila, sequer é citado.

Em uma entrevista fantástica com um dos maiores de todos os tempos, o barreirista Edwin Moses conversa com Neil deGrasse Tyson sobre física aplicada nos 400m com barreiras.

Um levantamento interessa te mostra que as pessoas fisicamente melhores bebem mais álcool que a média. Logicamente que você verá influenciador recomendando álcool para melhora desempenho, quando provavelmente a pessoa bebe mais para se premiar. Ou seja, vendedores tentarão inverter causa e consequência. Neste belo texto da Outside uma boa discussão no assunto.

Leituras de 2a Feira

Já que muitos estão com saudade dos jogos olímpicos, aqui uma lista (americanizada demais, é verdade) com 10 momentos emocionantes do atletismo em Tóquio.

Dois textos separados por poucos dias fazem uma curta análise sobre o treino de atletas profissionais. Em um o autor fala sobre a divisão de intensidades dos treinos da maratonista americana sensação do momento, a Molly Seidel. E em outro o autor tenta explicar motivos para o sucesso dos irmãos noruegueses Ingebrigtsen. Confesso que olhava esse tipo de coisa com muito mais atenção e interesse, hoje olho mais é com um pouco de pavor. No caso da maratonista, por exemplo, é inevitável alguém trazer o princípio do 80:20, quando ele parece somente fazer sentido quando o volume é muito alto, ou seja, na elite. Já no caso dos noruegueses há tanto talento, dedicação e disciplina envolvida que você fica sem saber o que é ruído e o que é sinal.

Talvez alguém um pouco mais atento tenha percebido a quantidade de africanos correndo por Israel em Tóquio. O país ajuda muito aos refugiados etíopes, eritreus e sudaneses. Tachlowini Gabriyesos é um eritreu que hoje reside em Israel e que correu a maratona pelo time de refugiados em sua terceira competição na distância! Sua história para conseguir isso beira o inacreditável. *dica de Adriana Piza.

Qual a razão pelas marcas quase boas-demais-para-serem-verdade no atletismo em Tóquio? Primeiro: foi mesmo acima da média? Um texto explica que sim e lista com bons argumentos os 4 fatores principais: as sapatilhas, a pista, o material humano e aquele forte argumento o qual os donos do produto não gostam de falar, o doping.