Leituras de 3a Feira

Na Podium Runner um texto com ideias bem legais sobre como dados da Polar e da Strava compilados e trabalhados pelo grande Barry Smyth podem fazer o amador treinar pra correr melhor suas maratonas!

Autojabá: no outro blog falo sobre o que coqueiros-anões e nutricionistas têm em comum.

Meio que me espanta um pouco sobre como amadores tentam com eletrólitos e suplementos evitar as cãimbras. Treinador sabe que elas aparecem por fadiga ou por falta de treinamento, não por falta de pílulas. Um texto BEM legal da Outside traz evidências boas pra você TREINAR se não quiser sofrer com elas.

A Canadian Running trouxe um levantamento que não é muita novidade feito pela Run Repeat que fala das mulheres serem melhores em ditar ritmo que homens em maratona. Eu não entendo muito a insistência nesse assunto sem tratá-lo como ele é: mais de comportamento de homens que assumem mais riscos que mulheres (e quebram e “sujam” a média) que de fisiologia. Na verdade sei da insistência, sim! Como o resultado favorece as mulheres a lacração ganha, mas o debate perde e fica pobre.

Ross Tucker faz um texto curto e sempre acima da média tratando do impacto dos tênis com placa de carbono no esporte.

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Linha Diagonal e os clássicos

Essa é a LINHA DIAGONAL, um exercício fabuloso que o Léo Moratta me apresentou e que, segundo ele, está na sua rotina de treino incessantemente faz 2 anos. E ele ainda hoje se desequilibra às vezes. Por que falo isso…

Dia desses li um cara que gosto muito dizendo que não importa quão bom você seja, você NUNCA será bom pra deixar de lado exercícios fundamentais como Terra e Agachamento se quiser trabalhar força. (*a linha diagonal trabalha força AND mobilidade)

OS CLÁSSICOS IMPORTAM!

Quando eu tinha assessoria lembro que tínhamos que ficar fazendo malabarismo para o treino “ser legal”. Mas pera lá!!!

Quando vou no studio do Léo Moratta vou lá pra fazer justamente o que eu NÃO gosto. Ele NUNCA me pediu pra correr porque sabe que eu gosto, ele não precisa pedir. No studio eu faço o desconfortável, o difícil, o duro, o aborrecido.

Nutrição tem MUITO disso! O que mais ouço é as pessoas falando que não “gostam disso”, que “enjoaram daquilo”. E daí?! Eu como brócolis 90% dos dias. Mas queria MESMO era besuntar cheddar em cima. Cheddar é low-carb! Bolso eu tenho, mas não tenho DNA pra isso (laticínios são NÃO naturais à espécie)

Nutrição e Esporte não são sobre comer e fazer “o que gosta” ou o que “não enjoe”!

Vamos lá. CARNES, OVOS, FOLHAS, LEGUMES e COGUMELOS são os agachamentos e terras da Nutrição. O resto, sem exceção, é sobremesa. Repito: Sem exceção.

TUDO o que não for o que listei acima é sobremesa.

Repito: Tudo.

 

OS CLÁSSICOS IMPORTAM!

Ou você trabalha a base e “tempera” com o resto (digamos 80% das calorias vindas daquela lista, tal qual Princípio de Pareto), ou você não progredirá como poderia.

Você nunca será bom a ponto de eliminar aquela lista. Ter a sobremesa como base não costuma funcionar. Acredite em mim.

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A linha diagonal é um exercício sensacional que tenho pedido em meus treinos presenciais na pista. Ela replica o gesto atlético. É uma expressão da força e mobilidade práticas na corrida.

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Leituras de 2a Feira

*este post começa com uma observação pessoal de certa forma triste… acho que pela primeira vez em muitos anos (quase 10!) que o Recorrido passa uma semana inteira sem novas postagens. O modelo de produção de textos e noticias mudou bastante… fiquei mais de um ano postando diariamente e agora a coisa mudou. Vou tentar seguir “na luta”… vamos ver até quando.

 

Mais um relato que nos traz uma parte dura que as pessoas esquecem sobre o doping: ele rouba não apenas vitórias, mas momentos!

Por muitos anos a gente ouvia médicos e leigos dizendo que correr fazia mal, que isso significaria problemas gravíssimos nos joelhos quando “a idade chegasse”. Um “estudo” recente diz que correndo pouco por 30 anos acarreta uma chance de 98% de certeza de problemas sérios. É mais ou menos como dizer que teríamos entre 1 e 2 milhões de mortos de Coronavírus no Brasil… essa gente é incorrigível! E por que é tudo uma bobagem? Porque a realidade não liga para nossos desejos, porque não compreendemos tudo, porque o complexo é imprevisível, porque não podemos nunca nos apaixonar em demasia por uma ideia que está mais para desejo. Em texto interessante Alex Hutchinson explica os furos da tese “correr destruirá seus joelhos”.

Autojabá: no outro blog falo um pouco sobre jejum, peso e desempenho.

5 corredores que mentiram feio demais em seus tempos e marcas na corrida. Em parte há má fé de uns, em outros ingenuidade em excesso…

Matéria no The New York Times mostrando o que e como uma ex-atleta talentosa, inteligente e engajada está tentando mudar um ambiente injusto com mulheres na longa distância.

Um novo livro ilustrado sobre Emil Zátopek. Abaixo você tem o trailer (você leu certo)! Saiba mais da obra clicando aqui.

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Leituras de 6a Feira

Uma revista digital aberta e gratuita sobre atletismo! Saiu a nova edição da espanhola Somos Atletismo!

Autojabá: no outro blog falo sobre o (equívoco do) pré-treino.

Na Canadian Running um compilado bem legal de conselhos muitos bons sobre corrida, motivação, longevidade…

Desde 2018 a ex-IAAF mantém uma lista histórica de atletas, provas e locais. Ela foi ampliada recentemente. Fui revê-la e dei de cara com 2 representantes brasileiros: um atleta e uma prova. A prova acho que você imagina qual. E o atleta??

Um levantamento com 750 listas do Spotify fez um ranking dentro 30.000 músicas quais as mais ouvidas durante treinos de corrida!

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Leituras de 2a Feira

São deliciosas e não canso de reler ou mesmo conhecer novos detalhes sobre quando Dick Fosbury mudou para sempre sua especialidade, o salto em altura.

Autojabá: no site da Vogue falo um pouco sobre jejum e atividade física! E no outro blog explico por que não uso nem banha nem azeite.

Sabe quem foi Deacon Jones? Não foi apenas um atleta negro… foi o primeiro negro a ganhar uma prova individual da NCAA! E ele o fez em uma prova histórica em 1955 que a sempre excelente Lope reconta!

Um texto provocativo na Outside toca em um assunto recorrente no mundo das redes sociais: eficiência biomecânica. Segundo o estudo que o autor do texto Alex Hutchinson nos traz, assistir 1 minuto de gravação de corredores não foi o suficiente para que treinadores experientes ranqueassem de forma correta os atletas mais eficientes. Aqui um parênteses… não tirando o da classe da reta, mas não se olha apenas isso ao analisar a eficiência de um corredor. Tem mais: é ingenuidade do treinador assumir que o mais eficiente é o melhor! Aqui a bela matéria!

No The Wall Street Journal matéria sobre a evolução atlética no esporte.

O The New York Times às vésperas do duelo que não aconteceu em Londres tenta explicar sobre a versão guru de Eliud Kipchoge.

Em tempos de calendário parado até que demorou, mas a ASICS tomou a frente trazendo a todos os corredores mundo afora a ideia do Ekiden, o revezamento tipicamente japonês, dessa vez em forma virtual. Veja o vídeo abaixo!

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