Modulo: Nutrição Moderna!

Olá!

Se você aprecia as ideias que encontra aqui no Recorrido, em nossas fan-pages no Facebook, no blog co-irmão ou nas ideias defendidas no livro O Nutricionista Clandestino, escrevo para informar que daqui menos de 15 dias, no sábado 30 de setembro no bairro de Moema em São Paulo (SP), irei ministrar um curso das 9h00 às 18h00 sobre Nutrição Moderna, abordando controle de peso, Emagrecimento, Prevenção e Controle do Diabetes (tipo 2).

Você sabe que não custo de dizer que a população vem seguindo à sua maneira tudo o que é pedido e defendido nas diretrizes oficiais nutricionais. Ainda assim, nunca tivemos uma sociedade tão obesa e doente. Será que a direção que é pedida não está errada?

Venha conosco conferir o que você não encontra hoje facilmente em lugar nenhum!

Para maiores informações, escreva para artedaforca1@gmail.com !

Obrigado!

Danilo Balu

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Leituras de 5a Feira

No Runner´s Tribe uma conversa que ninguém quer ter: medalhas em revezamentos não podem ter o mesmo peso que as individuais.

Um episódio da Flotrack com a velocista adolescente sensação americana, a progídio Sydney McLaughlin. *dica do Helio Shiino.

Na minha vida eu devo ter dado 95% dos tiros baseado em distância, não tempo. Mas nas vezes que os intervalos eram em minutos, não metros, por várias vezes eu checava o relógio com ar de decepção quando via que o relógio parecia correr devagar. É quando você sobe na esteira e o tempo parece se contrair. Pois Alex Hutchinson nos traz um estudo BEM legal que mostra que realmente nossa percepção é que o tempo corre mais lentamente quanto maior a intensidade da atividade!

Off-topic: aqui minha participação no canal Batata Assando falando sobre o nonsense que é o nosso medo da gordura saturada na dieta.

Estaria o acesso à tecnologia condenando o domínio queniano na corrida de longa distância? Bem interessante!

Um site que tenta fiscalizar maratonistas amadores está com uma bomba em mãos: milhares de mexicanos podem ter trapaceado na Maratona da Cidade do México. Nunca seremos, né? Tenho um arquivo em Excel com as parciais da Maratona de Buenos Aires em uma olhada rápida, sem tratar muitos os dados você vê que muita gente corta os 3km finais que são dentro dos Bosques de Palermo. O pós-prova de qualquer Golden Run é sempre seguida de denúncias de cortadores de caminho. México, Argentina e Brasil, o que há de comum entre esses países? Você sabe bem…

Abaixo o vídeo do Apple Watch, mais um gadget a partir de hoje indispensável para quem pretende sequer conseguir correr.

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Leituras de 2a Feira

Mas um vídeo da Under Armour com sua nova campanha Unlike Any, desta vez com a corredora amadora Alison Désir.

Estariam as redes sociais prejudicando sua corrida?

Um cara faz as 10 provas do decatlo em uma hora. Detalhe: bisonhamente vestindo 100 camisetas. Parece um fisiculturista.

Uma ação bem comum na Europa para tentar popularizar o atletismo e trazê-lo para mais próximo da pessoa comum é fazer pequenos meetings nas ruas das cidades mais famosas. Há 2 atletas aqui no Brasil tentando viabilizar algo do gênero, mas os valores por aqui assustam até o mais desavisado… eu não acredito. Aqui 2 vídeos curtos feitos na linda austríaca Innsbruck: um com salto com vara e outro com salto em distância. *dica do Helio Shiino.

Na Runner´s World uma entrevista com Eliud Kipchoge, “O” maratonista do momento respondendo a perguntas que não machucam, mas são interessantes.

Um vídeo bonitinho da Comrades, a maior e mais famosa ultramaratona do mundo. *dica do Helio Shiino.

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Vídeos de 4a Feira

Belíssima música, texto e vídeo com a igualmente bela Natasha Hastings! #UnlikeAny

Meias de compressão servem para alguma coisa? O Sergio Rocha tenta responder à questão em vídeo no Corrida no Ar. Uma lição que o tempo lhe ensina é que comentários do YouTube ou de portais não deveriam jamais ser lidos. Mas é sintomático… você pode dar quanta evidência você quiser, mas a fé supera tudo. Um dos argumentos que mais usam é que “mal não pode fazer”. O corredor médio definitivamente não é muito melhor que o Homer Simpson.

Final de semana estava no Morumbi Shopping quando me deparo com uma vitrine na Bayard cm uma campanha da Hoka One One (Brasil) com o meio fundista David Torrence. Era indelicado… o americano naturalizado peruano acabara de falecer. E obviamente que ninguém nas duas empresas sabem quem era aquele cara na vitrine… nem menção ao seu nome havia. Não acho que houve maldade, era apenas ignorância mesmo. Para quem acha que só há insensibilidade, prefira ficar abaixo com o vídeo da Hoka One One em memória do atleta.

Abaixo o vídeo pós-evento de algo que acho MUITO legal para popularizar o atletismo: um meeting feito nas ruas! *dica do Helio Shiino.

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Sobre Tênis, Atenção e Sentir-se especial

Ao postar o vídeo de uma marca que fabrica tênis minimalistas, o Pedro Ayres fez a seguinte observação: se por um lado algumas pessoas parecem depositar muita confiança no tênis como um protetor (de lesões), do outro lado muita gente parece responsabilizar os tênis por todas elas. Nesse cenário um tanto simplista com apenas uma causa de algo complexo como lesões são as lesões na corrida, bastaria tirarmos um pouco de tênis para a coisa melhorar.

Hoje eu quase não faço mais Supino Reto. Tenho uma dor chata no ombro quando faço com mais carga, resultado de muitos anos fazendo. Usando a mesma lógica de fabricantes de tênis e de muitos ortopedistas e fisioterapeutas, um tratamento eficaz seria talvez o uso de uma ombreira. Algo para “aumentar o controle do movimento”, “corrigir” o gesto, “diminuir o impacto”.

Só que nossa primeira abordagem deveria ser sempre tirar o agente estressor, no meu caso, o exercício Supino Reto. Chamamos isso entre outras coisas de “via negativa”. Não faço mais esse exercício, a lesão foi embora e, se eu quiser voltar a fazer esse exercício, tenho que ir devagar. Para compensar faço sem dores inúmeros outros exercícios para a região do peito.

É assim também na corrida.

Nós fomos construídos para corrermos descalços, por mais que alguns profissionais de saúde entortem uma lógica que não existe dizendo que para correr o mais seguro seja fazê-lo calçado. Correr de tênis é não-natural, correr descalço (ou com pouquíssima entressola, pequena intervenção) é natural. Ponto. Só que corredores descalços também se machucam (menos lesões por quilômetro rodado, mas se machucam). E corredores com tênis sabidamente se lesionam, pelo menos na mesma frequência, mostrando o quanto tênis é ineficiente como protetor. O seja, nem toda lesão é resultado de uma intervenção (correr calçado), mas pode ser por causa da corrida. Para esses, tirar o tênis simplesmente não é um remédio eficiente!

Como há uma miríade de causas para coisas complexas como as lesões no movimento, sempre que há algo de errado com o meu corpo eu sempre prefiro esperar pelo tempo. Não alongo, não faço gelo, não tomo nada. O tempo resolve. Já o corredor amador se apressa para pedir ajuda (a médico, fisioterapeuta, nutricionista…) e daí quando o corpo melhora a pessoa atribui isso ao profissional e sua intervenção, ainda que seja como tantas vezes o é inócua. O profissional se sente obrigado a fazer algo. Qualquer coisa, muitas sabidamente inúteis em sua essência.

O amador descobre assim uma causa simples para algo complexo. Uma causa errada.

E se não melhora esse amador troca de profissional (“o primeiro não era bom”). Por isso hoje o profissional da saúde (fora os médicos nos casos de emergência) são muitas vezes apenas pessoas que servem para nos distrair (pena que a maioria nem saiba ou acredite nisso). Esses ficam fazendo firulas, nos distraindo enquanto é o Tempo quem trabalha. Um dia, por exemplo, acredito que vai ficar claro que a fisioterapia não serve para nada em uns 90% dos casos da corrida…

Nem acho que, como disse o Ayres, “gostamos de chamar qualquer dorzinha de lesão”… gostamos, SIM, é de atenção. Esse é, aliás, o maior produto que você compra quando entra em uma assessoria. Você paga por mês a um treinador o que você pagaria a um Psicólogo por sessão. Com o benefício que ele vai te elogiar a cada sessão de tiros, e não apontar alguns problemas a serem lidados. Gostamos ainda é e de sermos especiais, ou de ter alguém que nos trate assim. Repare, o seu amigo amador, ele não perde tempo ao deixar claro que a planilha/palmilha/dieta feita pelo treinador/ortopedista/nutricionista dele foi feita especialmente/especificamente para ele. Acho até divertido quando alguém vem e fala que a abordagem X na Nutrição funciona para todos, mas “no meu caso”… dou risada antes dele terminar.

É sobre atenção e se sentir especial, não sobre o que funciona ou não.

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