Leituras de 4a Feira

Aos mais nerds que querem entender um pouco mais sobre os desafios do mercado de continuar crescendo em uma realidade com cada vez mais provas, uma bela e detalhada análise que fala sobre a realidade de uma grande prova em um mercado como o americano que ainda não se saturou.

Uma prova diferente na Argentina, a Carrera Ciudad Verde tem 4km, porém com 2 percursos diferentes. Largavam juntos, corriam percursos distintos e chegavam próximos. Aqui o vídeo da separação logo após a largada. *ótima dica do PC Braga que está tendo a experiência “chata” de morar na linda Buenos Aires ganhando salário de milionário.

Leitura anti-MIMIMI: para começar uma semana mais motivado, talvez valha uma rápida olhadela na atleta CEGA que foi medalha de bronze no Salto com Vara no campeonato estudantil do Texas (EUA). Salto com Vara é o 2º gesto tecnicamente mais complexo DO ESPORTE (*só perde para o levantamento de peso)!

Leitura anti-MIMIMI 2: o atleta perdeu a sapatilha no começo do 1500m, seguiu correndo e ganhou. Conheço gente que sem seu tênis de R$700 não sairia de casa com medo de ~lesões~…

Correr em esteira é tão ruim, é tão distante da corrida e do atletismo, que se fosse bom, os profissionais fariam uso dela. É como ter que beber refrigerante na falta de água. Está longe de ser um substituto à altura. Aqui o vídeo do projeto Force of Nature que a Nike lançou para dar uma motivada nesse aparelho tão aborrecido.

Veja abaixo o jeito original que a Disney fez para anunciar a data de uma prova em 2016! *fonte: Correr pelo Mundo.

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8 pensamentos sobre “Leituras de 4a Feira

  1. martinhovneto disse:

    Os vídeos anti mimimi foram matadores. Me empolguei muito com a atleta cega. E a nike que me desculpe, mas não existe maneira de uma corrida na esteira ficar interessante kkkkkk.

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  2. PC Braga disse:

    haha seria bom se fosse verdade! Agora achei você polêmico (só pra descontar a cutucada rs).

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  3. Danilo,
    por aqui os organizadores de corrida já tem dificuldade de atrair os corredores para suas provas, dada a concorrência. Já reparei ser cada vez mais comum o incentivo à inscrição super-antecipada, oferecendo descontos, bem maiores que antigamente. Será que isso ajuda mesmo pro lado do organizador ou as primeiras inscrições vão mais a “preço de custo” pra capitalizar inicialmente e ter grana pra contratar a empresa de chip, marketing, fornecedores, etc?

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    • Danilo Balu disse:

      Não não… Não há pouco de custo… Brasileiro deixa mto pra última hora .. Assim vc abraça quem é mais sensível a preço.

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      • nogrun disse:

        Danilo, vou colar aqui um parágrafo que retirei do site do DGABC sobre a próxima etapa do circuito de corridas populares, que será em SBC.

        “Com apenas seis dias foram preenchidas todas as 1.000 vagas à disposição para a etapa de São Bernardo do Circuito, que se juntam aos 2.000 atletas que compraram o pacote para disputar as sete provas do calendário, totalizando 3.000 pessoas inscritas.”

        No contexto que estamos discutindo, então esse seria um caso de sucesso? A publicação da qual retirei o texto é de 20/05, e a prova em questão dia 21/06, mais de um mês depois (más tá certo que foi adiada em 2 semanas)

        original:
        http://www.dgabc.com.br/Noticia/1362319/etapa-de-sao-bernardo-tem-nova-data

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      • Danilo Balu disse:

        Não é assim tão fácil…. primeiro que essas provas populares (ou qq outra prova que não cobre inscrição, ou o faça com um valor simbólico) têm uma taxa de não-comparecimento bem maior que a média. É um desafio do circuito da Prefeitura de SP e de outras do litoral paulista que cobram 1kg de alimento não-perecível. As vagas somem em horas e as provas são pequenas. Segundo porque no Brasil as anunciamos número inflado de inscritos. A Yescom disse que haviam 25.000 a Maratona de SP. Foram 3.000 nos 42km, 3.500 nos 24km e 1.200 nos 8km. 25.000 viraram ~8.000 no dia. A Vetor (o2) DOBRA o número de inscritos e mantém assim no dia do evento porque prometem ao patrocinador e não entregam esse volume.
        Mérito ao pessoal de São Bernardo esgotando 3.000 vagas em tão pouco tempo! Mas ainda há o trabalho de fazer essa multidão ir à prova. Mas há um “porém”, vender a preço baixo é sim mais fácil…
        Abrax

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      • nogrun disse:

        Não sabia que algumas organizações mentem com relação ao número de participantes. Caramba, os caras divulgam o resultado final! Qualquer patrocinador pode ir lá conferir…

        Sobre provas populares, concordo com relação as que são de graça ou cobram alimento. No caso desse circuito, para se inscrever nas sete provas acho que gastei cerca de 35 por prova, antecipado, ou seja, R$245. As 1000 inscrições vendidas depois são mais caras. Pode até ser barato comprando com outras, mas não acho que seja aquele tipo de valor que beira o “de graça”, como é com ‘kg de alimentos.

        Sobre o desafio de levar às pessoas ao evento depois de inscritas, porque isso é tão relevante? É por causa dos patrocinadores, que querem exibir suas marcas?

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      • Danilo Balu disse:

        Sim, é relevante que seu evento tenha público para ser um sucesso. Não do pto de vista financeiro pontual, mas de relacionamento (patrocinadores) atuais e futuros. Como angariar parceiros se vc tem inscritos, mas o evento é pequeno no dia?

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