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Os Maiores eventos de Corrida de Rua em 2016

Para acabar uma série iniciada dias atrás (aqui, aqui e aqui) e depois de publicar o infográfico das Meias Maratonas Brasileiras, o das Maratonas Brasileiras e a das 50 Maiores Corridas do Brasil, abaixo listo os Maiores Eventos de Corrida de Rua do Brasil em 2016.

Nesta lista, limitei apenas os eventos que somam mais de 10.000 concluintes somadas todas as distâncias e provas paralelas.

Em 2015 esses eventos eram apenas 9, mas em 2016 chegaram a 11. Desses, 2 são exclusivos para mulheres e a Night Run (Etapa II SP) ainda tem maioria feminina. Apenas 3 têm distâncias únicas (SS, Tribuna e Pampulha), somente 2 ficam fora do eixo Rio-SP, 4 têm transmissão pela TV e só 2 são noturnos.

Veja a lista completa abaixo! *reforço que são todas as distâncias somadas.

maiores-eventos-de-corrida-2016

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As 50 Maiores Corridas de Rua do Brasil (2016)

O Recorrido publica com exclusividade (aqui completo) os dados das 50 Maiores Corridas de Rua do Brasil em 2016. Este é um levantamento único no nosso mercado e busca principalmente colocar um pouco de luz dando números desse esporte em nosso país, uma vez que dependêssemos das organizadoras, não teríamos estatísticas confiáveis.

Comparado com 2015, pouca coisa mudou no perfil das 50 maiores provas. Os destaques:

– As 50 provas continuam com quase o mesmo número de concluintes (316.000), um aumento de apenas 0,7%;

Há cada vez mais mulheres (42% *já descontadas as provas exclusivamente femininas);

– As provas de 5km são as mais frequentes na lista. Em 3 anos passaram de 15 para 19;

– Já as de 10km são cada vez mais raras (de 13 a 7);

– Talvez por serem mais tangíveis, as provas de até 9km vêm ganhando bastante destaque.

top-50

Já a localização destas provas mostra-se bem concentrada. 29 em São Paulo e 13 no Rio de Janeiro. Apenas essas duas, Brasília e Fortaleza (com 2 cada) são locais de mais de uma das 50 provas.

Nenhuma fica na Região Norte.

Nenhuma na Sul.

Outra característica é notar que 4 organizadoras possuem 36 dessas 50 corridas! E das 5 maiores, todas já foram exibidas ao vivo na TV, mostrando a força desse fator em determinar o sucesso de um evento.

Porém, se ainda assim você acha que fazer corrida é fácil e garantia de muito lucro, vale destacar que mais uma vez duas corridas Top 50 foram descontinuadas de um ano para cá. Ou seja, é um investimento que está longe de ser garantia de sucesso!

O que você não pode deixar de dar é atenção às mulheres. 6 provas são exclusivas delas! E elas são maioria em 20 das demais 44. E talvez tenha que saber que nem toda prova grande é domingo de manhã! 8 são sábado à noite.

Para ver todos os números, fica aqui o convite para você ver o Infográfico das 50 Maiores Corridas do Brasil em 2016!

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De Bandidos, Pipocas e São Silvestre

Sendo sucinto: nunca antes dessa São Silvestre (SS) tinha visto em um evento de corrida tamanho número de corredores-bandidos, os Pipocas. Aliás, esse nome bonitinho de Pipoca nada mais é do que um jeitinho bem brasileiro de “passar pano” em infrator, temos receio de dizer que um crime tem um infrator. Porém, houve consequências! Faltou água a muitos dos mais lentos.

Correr como bandido é tão errado quanto ir a um concerto de rock pulando o muro porque ele era muito caro ou estava esgotado. É como roubar a cerveja de uma mesa em um bar porque você queria.

Corridas gratuitas e baratas existem e os parques são públicos. Porém, espaço público não significa necessariamente “de todos ou para todos”. Tente você fazer um churrasco no quintal do Palácio do Governador. Ou então andar de carro em Interlagos no dia da Fórmula-1. Há regras para tudo.

Não quero aqui convencer um corredor-bandido a não mais pipocar, até porque quando você quer passar por cima da lei, você cria o seu próprio raciosímio. Quero apenas explicar o que Yescom e veículos de corrida precisam fazer.

O que o Metrô e o Trem em SP nos ensinam sobre os Corredores-Bandidos

A cidade de SP tem um dos metrôs mais limpos do mundo. As linhas Amarela, Verde e a Azul são, além disso, civilizadas. Já a linha Vermelha é limpa, mas não é civilizada. Os trens de SP não são limpos nem civilizados. Mas todos, sem exceção, estão debaixo de um mesmo guarda-chuva: as leis estaduais. Como isso é possível?

Há duas teorias sobre o porquê infringimos as leis. Há uma, a mais popular, que diz que é uma questão de pesar custo e benefício. Seria, ainda, uma questão de “a oportunidade fazer o ladrão”. Se compensa e há pouca chance de ser pego e pagar por isso, você rouba, do contrário não. Roubar um banco dá muito dinheiro, mas você pode ser preso. Você pesa os 2. Alguns poucos toparão, a maioria de nós não. Dirigir bêbado pode matar, mas ninguém é preso. A maioria não fará isso, mas muitos de nós irá dirigir embriagado, porque não há punição que não seja a própria consciência. Mas muitos de nós não irá dirigir bêbado por outra razão: a pressão social.

Pressão Social como combate ao Corredor-Bandido

A teoria de custo e benefício para uma irregularidade é mais do que incompleta, ela tem inúmeros furos. Ela é explicada brilhantemente em A Mais Pura Verdade Sobre a Desonestidade por Dan Ariely.

O porquê somos honestos (ou não) tem a ver também com o que fazem aqueles à nossa volta. Todos sabemos ser errado derrubar lixo no chão do Metrô. Ou do Trem. Mas na Linha Amarela ninguém joga lixo no chão. Também por conformismo e por pressão social, procuramos uma lixeira. Por ser normal a sujeira dos trens, jogamos lixo e acotovelamos assim que saímos da Estação Pinheiros (Amarela) para fazer a baldeação para pegar um trem. O errado em um (Amarela), passa a ser o padrão em outro (Trem), ainda que as regras sejam as mesmas. Há aceitação social de que é permitido sujar e empurrar no Trem. Mas você se sente mal fazendo isso no Metrô.

Sabendo disso, a Yescom e outras organizadoras em seus eventos precisam fazer algumas coisas essenciais. Vamos a elas:

O Chaveiro e os Corredores-Bandidos se encontram

Se você já chamou um chaveiro, você deve ter se impressionado com a facilidade com a qual ele abre a porta trancada. Um cadeado é fácil de ser violado, mas ele afasta 99% das pessoas, até mesmo aqueles que roubariam por uma questão de oportunidade. Porém, há o 1% que irá tentar roubar ainda que você use 5 trancas. A Yescom (e as outras organizadoras, lembrem-se) tem que inibir os 99% e caçar o 1%. Como?

Existem neste quesito 4 tipos de Corredores:

  1. O corredor que não é bandido;
  2. O que não sabe que é errado ser bandido;
  3. O bandido por oportunidade;
  4. O bandido por essência.

Como criar cadeados de corrida que inibam os 99%.

Esqueça o corredor 1! Ele sabe o que é errado. Mas o 2 precisa ser educado!

Acreditem, eles existem aos montes! Falo por mim, na minha vida corri 4 ou 5 provas como bandido porque não sabia que era errado. Deixei a minha vontade de fazer a prova suplantar o meu não-direito de estar lá. A corrida é um dos esportes com maior entrada de novos praticantes. As pessoas passam a correr sem saber regras básicas e mínimas desse esporte! Assim como treinadores e revistas educam o beabá, precisam ensinar que correr como bandido não é correto!

Não há hoje nenhum movimento de assessorias, veículos, revistas, portais, patrocinadores e organizadoras em educar o corredor. Isto precisa mudar!

Os “cadeados” para estes bandidos e para o do tipo 3 (o bandido por oportunidade) são de 2 tipos. O primeiro é que o corredor precisa sentir que correr inscrito é vantajoso para ele! O corredor precisa ter a impressão de que ele perde quando é bandido. Há várias formas de isso ser feito. As empresas precisam:

Dificultar o acesso à saída. Os 10km Tribuna em Santos por exemplo cerca a largada e a chegada da prova. Nada é pior do que você correr menos do que a distância. Grades nas ruas que dão acesso à SS. Esta pode parecer uma solução inútil, mas lembre-se da questão da oportunidade. O cachorro vira-lata entra na igreja quando vê a porta aberta, mas uma barreira física, por menor que seja, inibe até o ser humano. A pessoa pode não achar errado correr uma prova aberta, mas achará errado ter que pular uma grade para fazer isso.

Dificultar o acesso à chegada. Novamente, não é inútil. Retirar as pessoas bem antes da Avenida Paulista, ainda na Avenida Brigadeiro Luís Antônio tira a percepção de valor porque correr a distância completa e na Paulista são 2 dos maiores charmes do evento.

– Kit na chegada: o corredor se impressiona com kit “gordo”. Seja uma toalha ou viseira ou qualquer badulaque na chegada, dá ao corredor-bandido a impressão que ele perde.

A pressão social como cadeado ao Corredor-Bandido

Um dos argumentos mais prejudiciais do corredor devidamente inscrito é o de achar normal, não se incomodar. É como achar OK uma pessoa jogar lixo no chão do Metrô. Há um ponto da virada onde vários sujando, tornarão o Metrô da Paulista mais sujo que um trem indiano, ficaremos mais parecidos com o sujo Metrô de NY. A pressão tem que vir da enorme maioria.

Se achamos errado o corredor-bandido em uma prova beneficente, há como tirar 2 benefícios nesse sentido. Se as organizadoras reverterem parte da inscrição a uma ONG séria, famosa e completamente desassociada da empresa, isso cria uma pressão social.

Exemplo: se fica BEM claro que R$5 ou R$10 vão para uma causa de apelo social, há uma pressão de todos os lados, do inscrito e do não-inscrito que não estará roubando apenas da Yescom ou inscritos, mas também de alguém com menos condições. Isso comprovadamente funciona!

Outro argumento muito usado pelo corredor-bandido é que há pessoas que não têm condições econômicas de arcar com a inscrição. A Yescom, como todas as demais organizadoras, deveriam por obrigação moral e social oferecer vagas a pessoas carentes. Algumas já fazem, não sei se a Yescom faz. Isso cria um apoio e pressão social em favor da empresa. Mas quem argumenta que a pessoa vai sem inscrição por causa do dinheiro revela algo muito grave: correlaciona a má conduta ao nível sócio-econômico do corredor. Isso não é só ignorância no tema, mas um preconceito asqueroso.

A responsabilidade da Yescom e organizadoras

Que ninguém me acuse de aqui inocentar a Yescom. Ela tem culpa no cartório! MUITA! Mas há também cúmplices e testemunhas oculares que pouco fazem. O problema dos corredores-bandidos na SS (ou na Volta da Pampulha ou Meia Internacional do Rio de Janeiro) só irá voltar a níveis aceitáveis quando houver vontade de quem organiza o evento. Inclusive os patrocinadores.

Os patrocinadores como incentivadores

Na transmissão da Globo parece que o narrador disse que não importa se inscrito ou não, o importante é participar. Não são únicos nesse comportamento bizarro. Todas as organizadoras e patrocinadoras, todos, sem exceção, mentem inflando números. Para TODAS as empresas, patrocinadores e fabricantes de tênis, SEM EXCEÇÃO, um número gordo é mais importante do que a satisfação de quem corre. Repito: sem exceção. Não escapa ninguém.

É um tiro no pé porque parecem querer agradar a quem não foi correr! Isso TEM que mudar.

Resumindo, o problema dos corredores-bandidos só vai melhorar quando:

– Houver “cadeados”;

Dificultar o acesso na largada e chegada…

– Valorizar a percepção de valor da prova também no dia;

Dificultar completar a distância, oferecer mimo (toalha, viseira…)…

– Criar pressão social

Educar o corredor (antes, durante e depois da prova), fazer parceria com alguma ONG…

– Organizadoras, Veículos especializados e Treinadores fizerem sua parte.

Organizadoras e patrocinadores precisam priorizar quem paga, não quem assiste. Mentir nos números é sinal claro de quem é importante para eles. Veículos e Treinadores precisam educar os corredores!

– Os inscritos fizerem sua parte

NÃO ao discurso do ódio! Porém, tolerar 100% o corredor-bandido é jogar contra.

A Suíça e o Corredor-Bandido

Não há solução 100% eficaz, existem ladrões suíços e na Suíça, mas ainda assim há combate e esperança de zerar infrações. Há de se reduzir os corredores-bandidos. Havia nesta SS 18 copos por corredor! DEZOITO. Foram roubados cerca de 100.000 copos de água. Eu não quero convencer o corredor-bandido por essência porque este é incorrigível. Lembre-se, há gente que não tem correção, ele entortará a lógica para se fazer certo. Mas podemos e devemos fazer o trabalho dele mais difícil e deixar claro que ele não é nunca bem-vindo.

Há solução! A Yescom tem boa parte da culpa. Mas tem também a solução que não pode vir sozinha. Vamos ver se Yescom, concorrentes, patrocinadoras, fabricantes de calçados e muitas pessoas honestas realmente querem o fim dos corredores-pipocas.

Por enquanto nem todos querem. Infelizmente.

 

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São Silvestre e posts livres como um taxista…

Faltam poucos dias para a maior e mais tradicional corrida do país, a São Silvestre (SS). É o tempo que falta também para surgirem entre jornalistas e colunistas de corrida posts e textos explicando que ela é intragável, ruim, mal organizada, que perdeu seu charme e uma tradição que nunca existiu. Personagens esses que coincidentemente não correm nada que não sejam as provas das concorrentes às quais pedem (e ganham) suas cortesias e seus kits-imprensa.

Eu tenho uma proxy nesse assunto: se colunistas de corrida dizem que X, eu escolho Y. É sempre mais seguro. Quando estão em bando, eles têm muito talento para escolher o errado.

A verdade, porém, é que a Yescom nunca teve muito estômago nem tempo para puxar o saco dessa gente, o que explica boa parte da má vontade deles com a empresa. Tivessem feito isso com a categoria, hoje não haveria muita crítica, porque você compra bem fácil o silêncio deles. Outro ponto, mais generalizado, é que o brasileiro ama odiar a Rede Globo e seus parceiros. Conheço quem assista a prova pela TV Gazeta (sempre dizendo a todos que faz isso), porque esse é um dos jeitos modernos de sermos rebeldes.

Pois se você para e tenta racionalizar uma avaliação da Yescom, verá que ela tem suas vantagens e desvantagens quando comparada às suas concorrentes. Preço: com exceção da SS, ela é mais barata que outras grandes provas no geral. Horário de largada: recentemente ela vem melhorando, ela não é pior que as demais. Claramente as críticas são limitações impostas pela TV. Quando você olha para Percurso e Hidratação vê que não há nada, absolutamente nada que tenha ocorrido com ela que tenha havido com enorme maior tolerância em outras provas.

Já corri inúmeras provas deles e até hoje paguei por todas. As que não contam com TV são mais baratas e tecnicamente IGUAIS as outras. Eles insistem em errar com a largada sem pelotões controlados, algo que ocorre frequentemente nas provas da Vetor ou Iguana, que por terem corredores mais experientes, parecem fluir melhor. Mas sempre, SEMPRE que você conversa sobre a SS, os corredores parecem ter memória curta… trazem episódios de quase uma década atrás para justificar sua não-ida. O corredor apela ao passional quando não sabe se explicar. Já os colunistas, jornalistas e blogueiros, para emitir sua opinião contrária, apenas olham ao taxímetro mesmo…

quanto-ganha-um-taxista

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O que a São Silvestre e um trapaceiro revelam sobre Brasil

Ah a São Silvestre…

Sou sempre bem suspeito para falar dela. Enquanto muita gente que trabalha com corrida vem dizer que ela é ruim, eu acho ela é obrigatória no currículo de quem se declara corredor e vive a uma distância razoável de SP. Ela é a maior festa da corrida brasileira, com seus acertos e seus erros.

Não canso de dizer que a falta de contato da Yescom com quem escreve em blogs e revistas de corrida, e a falta de oferta de mimos pra esses ajuda muito no que eles escrevem e postam falando mal da prova. Sobrassem cortesias e presentes, o humor, acreditem, seria muito diferente. Já com a Globo o problema é outro, ela é aquela instituição que o brasileiro consome por escolha própria, mas tem enorme paixão em odiar. A mesma emissora que ajudou a catapultar o evento é alvo das críticas quase que por hobby.

Esqueça a Globo e a Yescom, mas esqueça também quem critica a prova porque não foi pago: VÁ à São Silvestre ao menos uma vez! Ela vale!

091 SSA Corrida de São Silvestre é um retrato muito fiel do Brasil. Ela é quente, suja, tumultada, desorganizada e por ruas muito feias. Mas é também uma festa. Ela é amistosa, divertida, receptiva e democrática.

Não demora quem aponte as provas majors como exemplo a serem seguidos. NÃO! Nada de largada por ondas às 7h00! Se a Maratona de Nova Iorque é o caos, a São Silvestre pode ser. Organizá-la britanicamente é acabar com a geral do Maracanã em dia de Fla-Flu para colocar estádios frios padrão FIFA. Não dá para achar que essa corrida tem que ser uma Sapucaí engessada quando quem vai lá correr quer mesmo é uma micareta do interior mineiro. A avenida Paulista no dia 31 não é para correr rápido, mas para festejar o fim do ano correndo. Não importa o ritmo.

Mas ela é a cara do Brasil por outros motivos também. Um deles é que soubemos ao final da prova que um senhor de 61 anos teria quebrado o recorde mundial na prova roubando. O Sr. Roberto Lopes Diniz, que tem uma fan page divulgando seus treinos e provas, foi pego no pulo do gato após trapacear. Como ele não entende muito do gingado, ele tripudeou, ou seja, além de ser um ladrão de galinha, culpou a Yescom e supostos críticos.

Bom, sempre digo que trapaceiros como o veterano pastor Roberto Diniz fizeram com que a maioria das provas abandonasse as premiações por categorias, afinal, é tanta gente roubando como ele que não compensa, não há como dar conta sem gastar muito tempo e muito dinheiro.

Outra coisa que também sempre digo é: para explicar algo, tente sempre antes ir atrás do dinheiro. O Sr Diniz recorreu ao Reclame Aqui solicitando uma premiação em dinheiro que sequer existe. Ele queria fama cortando caminho, queria seguidores em sua página, mas o pastor também queria algo bem mais mundano: dinheiro.

O comportamento doentio dele após o episódio mostra que ele é um pouco perturbado, mas a semelhança com o Brasil é outra. Foram centenas as pessoas e seguidores que o defendiam alegando 3 coisas principalmente: muita gente rouba também, ele faz um bem ao ser um incentivador de corredores e ele corre sempre.

A muitos brasileiros existiria uma certa liberdade moral para transgredir as leis. Se você é simpático, carismático, e se você faz por merecer ainda que não o suficiente, isto lhe dá o direito de roubar e sair impune. No país de Lulas, Malufs e tantos defensores deles e do Sr Roberto Lopes Diniz, quer algo mais Brasil do que a São Silvestre??

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