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Leituras de 5a feira

Auto-jabá: no outro blog eu falo sobre o meu experimento pessoal com a dieta carnívora.

Um texto bem legal com 3 das maiores maratonistas brasileiras na história (todas ainda em atividade) fala sobre a carreira e dicas para sucesso na distância. Bem legal! *dica do Carlos Gueiros

Auto-jabá (2): seu cão come grama? Quer saber o motivo disso?? Leia aqui!

ÚLTIMA CHANCE! Você gosta das ideias sobre Nutrição que compartilho com vocês aqui? Pois é… em parceria com o canal Corrida no Ar farei uma palestra este sábado na loja Velocità Moema (SP) sobre Nutrição na Corrida, mitos, verdades e o que realmente funciona. Quer saber um pouco mais sobre o evento? Veja o vídeo abaixo! Se interessou e quer dar as caras e trocar uma ideia comigo? O evento tem suas inscrições feitas nesse link. É pago adianto. Caro? Mais barato que o BCAA que meu professor pedia para comprar na loja dele… muito mais barato que a consulta do meu outro professor que fala aquelas groselhas típicas de acadêmico que nunca correu. Pense como um investimento, vou te livrar de muita roubada! Clique aqui para se inscrever!

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Leituras de 6a Feira

Auto-jabá: no outro blog falo sobre a pobre e mal compreendida caloria.

Um texto bem legal, em primeira pessoa, da Kara Goucher que se perguntava por que Deus teria dado tanto talento a uma pessoa como ela. Quem gosta MESMO de esporte sabe como é legal ver uma pessoa especial competindo.

Semanas atrás saiu uma lista dos atletas mais “em forma” do mundo e teve muito maratonista e triatleta achando injusto haver tanta gente do Cross-Fit e basquete na frente do Eliud Kipchogue e de Ironman… Na boa, pedalar, correr e nadar por muito tempo é fácil! Quero ver é correr rápido DEMAIS com uma bola e meter caixa com um monte de marmanjo te batendo e te puxando! Raúl, monstro, boleiro APOSENTADO, 41 anos nas costas meteu 1h24 numa Meia Maratona em Barcelona!

Para quem gosta do tema e saber de uma realidade tão distinta da nossa quando o tema é racismo, a atleta Kendra Chambers fala sobre ser uma atleta negra nos EUA.

Você acha que corre muito? O atleta olímpico (3.000m com obstáculos em Atenas/2004 e Pequim/2008), o Anthony Famiglietti meteu 3’59” correndo uma Milha (1.609m) com seu cachorro, o Bailey! O PB do americano é de 3’55”. Veja que no 3’06” e no 3’26 Bailey olha pra trás meio que dizendo algo do tipo “vamo senão não dá”! Sensacional!!

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Leituras de 6a Feira

A Oiselle é uma daquelas poucas marcas que eu gostaria MUITO de ver no Brasil. Tem personalidade! Uma de suas fundadoras, a ex-atleta Lauren Fleshman fez um texto muito sincero de como é (tentar) redescobrir o gosto pela corrida após passar do pico, após a corpo dar sinais de que não consegue ir mais rápido. Para quem já tentou alguma vez na vida tentar de verdade correr o mais rápido possível, é um texto bem bacana!

Já falei nesse espaço da palestra que darei em SP dia 23 de fevereiro sobre Nutrição na Corrida. Se você perdeu o post, publiquei lá no outro blog maiores informações. Veja lá!!

Um texto excelente de Ross Tucker sobre um assunto que vira e mexe a TV se debruça: estariam os atletas avançando a idade na qual ainda conseguem sucesso? Eu tenho enormes dúvidas com o otimismo de quem fala que hoje o atleta profissional atualmente é mais longevo. Na verdade nem discuto muito isso… você tem inúmeros exemplos de sucesso depois dos 30 anos, uma raridade antes. Minha implicância é com o que seria a explicação disso. Daí toca o médico do esporte e o fisiologista do esporte que nunca treinaram ninguém falar que hoje a tecnologia e os tratamentos para recuperar prolongam a vida. Pode até ser que seja um pouco (mas beeem pouco) verdade. Nada rege melhor o esporte do que… dinheiro! Atletas hoje podem competir menos, podem fazer uma grana extra boa mesmo passado do pico, podem viver do esporte (antes competiam uma edição dos Jogo Olímpicos e Mundial e depois iam tocar sua vida)… sempre que vejo gente de jaleco explicando que razão é a fisiologia do exercício, é a tecnologia, vejo que o debate é pobre porque não vê o principal: a tremenda profissionalização! Ainda hoje fazemos no treinamento 80% do que faziam décadas atrás. A mudança é em outro campo. Tucker é o PRIMEIRO que vejo falando o óbvio! Não à toa ele é diferente! Não à toa ele NÃO está na TV!

Bom, vocês sabem o que penso das diretrizes de Nutrição, seja na saúde, seja no emagrecimento, seja no esporte, seja na hidratação… algo está MUITO errado quando você tem gente tão de fora da área mostrando como a ortodoxia de um setor não para em pé. Uma vez que na Nutrição as recomendações são baseadas somente na teoria, não na prática, essa passa a ser a norma: gente de fora mostrando como TUDO está errado. Agora é o pessoal do 538 que recapitula a história por trás da orientação de se entupir de bebida esportiva durante a prática física. Surreal, bisonho. Leitura das melhores! *super dica do Luis Oliveira!

Meio off-topic: Donovan Brazier é um meio-fundista americano bem jovem e talentoso. O americano escreveu um texto bem legal na Spikes falando sobre ser negro, Muhammad Ali e o quê a dedicação (na corrida e na vida) pode nos ensinar! Bacana!

Off-topic: o vídeo do dia não é correndo, é andando, mas foi feito em uma das paisagens mais lindas que conheço, em um país apaixonado por corrida, que corre demais e que todos deveriam um dia ter a oportunidade de correr por lá, o Reino Unido. O coisa linda aquilo ali! #UKin100Seconds

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Leituras de 5a Feira

Uma coisa que algumas grandes provas fazem (tanto no Brasil quanto no exterior) é se preparar para os momentos de maior fluxo na chegada para receber maior atenção da equipe médica e staff. Por exemplo, em um 10km, você pode esperar enorme fluxo entre 1h00 e 1h06. Isso vale para todas as provas. É de certa forma fácil prever o pico de chegada. O que não é fácil é prever como essa multidão se comporta! Usando mecânica de fluidos e algoritmos alguns estudiosos estão tentando entender como funciona a onda de largada! Nerd, mas BEM legal! *dica do Lucio Amorim.

Um documentário curto no YouTube sobre a evolução do recorde mundial dos 200m. BEM legal!

Na Planeta Triatlon um debate atual e quase sem fim. Em quem as marcas deveriam apostar: nos atletas profissionais ou nos influencers? Lógico que o debate é com foco no triatlo, mas quando falamos de atletismo/corrida a gente sabe em quem eles focam no Brasil. Não acho errado, ainda que aqui esse trabalho seja tosco de doer. Juntar todas as agências que trabalham com corrida não dá meio copo de suco. Só que por outro lado não é errado quando bem feito. Gosto sempre de usar o exemplo do Bernard Lagat. Eu me identifico mais com ele do que com 99% da elite brasileira. Alguns atletas são articulados e carismáticos demais! Isso exige talento (e dedicação, lógico!). Por outro lado, você também terá amador fazendo bem esse trabalho. Mas no Brasil quem gerencia isso é míope demais… tá loco!

Auto-jabá: no outro blog falo sobre emagrecimento, apostas e diretrizes nutricionais.

Na Revista Beat, de esporte universitário, a Flora escreveu um texto usando o comportamento humano com dicas para melhorarmos nossa corrida em 2019!

Abaixo o trailer de um filme que recontará a tentativa de um ultramaratonista em tentar terminar um desafio após ter sua perna amputada. É a The Dave Mackey Story!

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Leituras de 5a Feira

Não faz muito meu tipo, mas um vídeo bem legal com um resumo da vitória do canadense Jayden Dalke na The Canadian Death Race (Corrida Canadense da Morte). A ultra tem 125km e é feita em mais de 13 horas!

Auto-jabá: No outro blog explico que dieta não é sempre sobre aquilo que você come, mas sim sobre o que você NÃO come!

No The Guardian um novo texto sobre o elefante na sala sobre o qual todos fingem não ver: atletas trans competindo entre mulheres. A patrulha ideológica torna tudo TÃO bizarro que defender o lógico (trans não deveriam competir) virou sinal de intolerância.

A ESPN fez uma lista dos 20 atletas mais dominantes no esporte mundial. Eliud Kipchoge é o vice-líder! Não é pouca coisa, não!

Um texto bacana na Outside ensina um pouco sobre como funciona a lógica do controle de temperatura em nosso corpo. Ciclistas engoliram termômetros minúsculos para saber sua temperatura corporal. Na temperatura em que era esperado os atletas terem uma síncope eles ainda estavam “empurrando” e fazendo força. E quem mais esquentou não foram os menos preparados, mas justamente os mais preparados, num sinal claro de que o treinamento melhora nosso limite! Quanto mais curta e intensa a prova, mais o corpo esquenta!

Falei tempos atrás de um episódio pouco conhecido da maioria no atletismo que nos dá pistas e ensina como as coisas funcionam quando falamos de calçados no esporte. No final da décadas de 60 a PUMA criou uma sapatilha de velocidade que em vez dos até 6 cravos vinha com 68 pequenos cravos (uma referência aos Jogos Olímpicos de 1968 na Cidade do México?). Logo após sua invenção caíram 2 recordes mundiais (dos 200m e dos 400m). É mais do que provável que tenha sido tudo uma enorme coincidência, pois foram quebrados em altitude e no pico da preparação americana, que tinha hegemonia nessas provas. Isso e a reclamação das concorrentes foi o suficiente para que o equipamento fosse proibido, o que deu enorme fama à marca, que é lembrada até hoje por isso. Já nos anos 80 (e depois em 2010) foi a vez da NBA proibir um calçado. O que aconteceu? Suas vendas explodiram. Lógico! As fabricantes não fazem tênis para a elite usar, mas para os amadores comprarem! A proibição gerou desejo e (muitas, mas muitas) vendas. E assim chegamos ao Vaporfly 4% da Nike. Ainda muito se debate se ele gera algum ganho (com enorme segurança podemos dizer que nem todos terão benefícios). O argumento em comum usado nos 3 modelos proibidos (no atletismo e na NBA) era a vantagem desproporcional que seus usuários tinham. O debate com o atual modelo da Nike para Maratonas já faz toda a campanha que uma marca deseja. Se não proibir ele vira um trunfo, se for proibido, vira um trunfo para amadores, o maior público consumidor. É um jogo do tipo ganha-ganha! Abaixo a história sobre a histórica sapatilha!

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