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Leituras de 5a Feira

(Meio) Off-topic: um ciclista ainda em começo de carreira fez todo um laboratório parar para checar se o equipamento estava mesmo funcionando e calibrado ou se acabavam de fazer a maior medição de VO2máx da história. O Vo2 é aquela típica medida distante e ineficiente ao desempenho esportivo, mas prendeu gerações inteiras de fisiologistas que agora que vão descobrindo sua inutilidade é tarde demais para admitir o erro e abandoná-lo. Aqui a Outside reconta este episódio.

Autojabá: no outro blog falo sobre o mito do “carne demais pra um cão”

Autojabá 2: Para saber quando o podcast 3 Lados da Corrida do qual faço parte postou novos episódios, basta assinar aqui ou então assinar ou conferir no blog!

Os caras da Citius Mag fizeram um curto documentário sobre uma prova de revezamento de 550km que teve participação de uma equipe inteira feminina que quebrou o antigo recorde feminino, ficou em 3o geral e ainda correu abaixo de 4’00”/km!

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Leituras de 4a Feira

Um texto da Outside sugere que pelo achado no Mundial de Atletismo não devemos prestar muita atenção em nosso tipo de pisada (se com o calcanhar ou com a parte frontal). Então tá… antes fosse simples assim!

Auto-jabá: no outro blog retomo que NADA na Nutrição deveria ser visto que não fosse aos olhos da cronicidade. É sobre oferta, senhores!

No meu segundo livro, O Treinador Clandestino, um dos capítulos é justamente sobre a importância do desaquecimento. As pessoas fazem isso pensando em segurança (reduzir as chances de um evento cardíaco, o que é uma enorme bobagem). Mas na verdade temos ganhos não-esperados. Em um texto sucinto e didático Steve Magness fala dessa ideia e de alguns ganhos indiretos com desaquecimentos poucos usuais.

No The Guardian o grande Adharanand Finn no vácuo de seu novo livro fala sobre como a ultramaratona o trouxe uma paz inesperada.

Um belo texto falando do prodígio que assombrou o atletismo americano semanas atrás: Matthew Boling!

Cada vez menos tenho aquela paixão por acompanhar o alto nível do atletismo. Motivo? O doping disseminado sem um combate real por parte dos dirigentes faz tudo aquilo parecer ser um teatro, puro entretenimento, um filme, uma peça de teatro. Para que se envolver emocionalmente? É só esperar o próximo filme, a próxima peça…. sem decepção, sem sensação de ter sido enganado, afinal, é tudo ficção. Falo isso e reforçado pela matéria da Reuters que fez o que já se sabia… foram ver onde estão os treinadores russos banidos do esporte por doping. Adivinhem… sim! Seguem na ativa com dirigentes fingindo que nada sabem.

Auto-jabá: questão de dias atrás, vendo um vídeo do Kei, do canal de YouTube Keiando, acabei por trocar mensagens com ele para gravarmos um vídeo juntos sobre mitos na corrida! O motivo foi que ele é corredor mais raiz, que não consegue aceitar muitas das coisas tenta nos empurrar/vender. O resultado? Um vídeo longo para os padrões! Juro que não imaginava ter falado por tanto tempo! Coitado do Kei! hahahaha Espero que gostem do resultado!

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Leituras de 3a Feira

Diferentemente da maioria dos dias vou começar com um vídeo lindo da Nike abrindo o post e não fechando como é quase regra. O motivo vem depois. Assistam, é lindo de verdade!

Uma matéria de leitura obrigatória no The New York Times bate pesado no discurso das empresas de marca esportiva com o que elas de fato praticam na vida real, fora do YouTube, da TV e do Instagram. O mundo real é cruel, sabemos. A matéria traz depoimentos de algumas das maiores atletas americanas das últimas décadas relatando como se sentiam desamparadas por marcas que nos anúncios ficam falando para “pensar grande”, “sonhar”, pregando “empoderamento feminino”, mas na hora que a gravidez chega… Pois é… Lembro que em 2014 eu estava ainda ASICS e a atleta Alysia Milano, uma monstra, patrocinada pela marca japonesa, correu os 800m do campeonato americano grávida de 8 meses em 2’32” (3’10”/km). As pessoas aplaudiram, porém fingiam não saber o óbvio: ela fez aquilo não por amor como aparecia nas ações de marketing, mas para poder receber seu bônus por aparição que ela não receberia da sua patrocinadora caso ela não “competisse”. Duro, não?!

A incrível história de uma garota prodígio irlandesa ainda na ativa que parecia vir a se tonar uma estrela no atletismo até que a depressão a agarrou. Que matéria!

Auto-jabá: no outro blog explico por que acho a ideologia e não a ciência como o maior aliado do veganismo.

Há pouco material sobre comportamento em competição, principalmente entre amadores. Um estudo que compartilhei com algumas pessoas da área é bem interessante, ainda que a conclusão seja meio que esperada: corredores que se arriscam mais desaceleram na parte final da maratona. Bem interessante!

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Leituras de 5a Feira

Um texto incrível do maratonista americano Scott Fauble explica por que não deveríamos nos medir nem pelos sucessos nem pelos fracassos na corrida.

Off-topic: ontem um texto a meu ver bonito e importante. A outros excessivo, invasivo. Um dos maiores atletas brasileiros das últimas décadas assumiu o que todo mundo sabia, mas que ele mesmo não podia falar abertamente: ele é homossexual. Você pode amar ou odiar Diego Hypolito como pessoa, como atleta, mas você deve respeitá-lo por aquilo que ele é. Alguns amigos disseram que “revelou o que todos já sabiam”. É muito verdade em parte. Mas ainda vivemos em um mundo em que ele não pode falar (não que deva, afinal ninguém tem que ficar falando abertamente de suas preferências sexuais), mas quando algo tão natural ao ser humano ocorre, isso não deveria trazê-lo tanto prejuízo. Nossa meta para o futuro é que uma reportagem como essa seja enfim excessiva, abusiva. Ainda não é.

Auto-jabá: No outro blog a segunda parte de um texto falando sobre aposentadoria e esporte.

20 típicos estilos de corredores de ultramaratona… se identificou?

Uma das coisas mais legais da seletiva americana na Maratona é que ela permite colocar lado a lado atletas talentosos e dedicados semiprofissionais ou puramente amadores a competir contra alguns dos maiores maratonistas do mundo por uma vaga na maior competição esportiva do planeta. Isso não acontece em nenhum lugar do mundo! E ESPNW traz o exemplo de Roberta Groner que aos 41 anos estará na disputa. Demais!

Ainda nesse tema, vale visitar este texto que 35 anos depois reconta a história da primeira seletiva olímpica para uma maratona feminina. Muito bom!

Abaixo o vídeo bacana sobre o projeto INEOS 159 que vai tentar levar Eliud Kipchoge a quebrar a barreira das 2h00 na Maratona, ainda que ”fora das regras”.

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Leituras de 5a Feira

No The New York Times uma matéria sobre algo que é raro de acontecer no Brasil por causa de nossas regras, mas uma realidade em alguns eventos nos EUA: o ônibus que vem recolhendo (e desclassificando) os corredores mais lentos. Pode parecer cruel, mas lá eles são possuem limites bem mais brandos para alguém completar a distância.

7 imagens típicas de maratonistas. *não me reconheço

Auto-jabá: no outro blog eu explico como por ter a pele em jogo o Esporte é muito mais eficiente que a Nutrição naquilo a qual os 2 se propõe.

Uma bela matéria do The New York Times (e aqui traduzida para a Folha de SP) fala sobre como a repentina mudança de vida dos vencedores quenianos por vezes vem com histórias tristes de quem perdeu tudo por vacilos financeiros equivocados. *dica do Carlos Gueiros e da Adriana Piza.

Um texto interessante fala sobre o que o formato do seu pé diz sobre você corredor…

Quem é Matthew Boling? Um adolescente branco que impressionou a comunidade atlética dos EUA não só pela pouca idade com a qual quebrou (ainda que com muito vento a favor) a barreira dos 10 segundos, mas pela cor.

Um grupo de amigos pega um não-corredor e iniciam o projeto #Breaking5 para fazê-lo quebrar essa barreira na Maratona de Paris!

 

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