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Leituras de 2a Feira

*este post começa com uma observação pessoal de certa forma triste… acho que pela primeira vez em muitos anos (quase 10!) que o Recorrido passa uma semana inteira sem novas postagens. O modelo de produção de textos e noticias mudou bastante… fiquei mais de um ano postando diariamente e agora a coisa mudou. Vou tentar seguir “na luta”… vamos ver até quando.

 

Mais um relato que nos traz uma parte dura que as pessoas esquecem sobre o doping: ele rouba não apenas vitórias, mas momentos!

Por muitos anos a gente ouvia médicos e leigos dizendo que correr fazia mal, que isso significaria problemas gravíssimos nos joelhos quando “a idade chegasse”. Um “estudo” recente diz que correndo pouco por 30 anos acarreta uma chance de 98% de certeza de problemas sérios. É mais ou menos como dizer que teríamos entre 1 e 2 milhões de mortos de Coronavírus no Brasil… essa gente é incorrigível! E por que é tudo uma bobagem? Porque a realidade não liga para nossos desejos, porque não compreendemos tudo, porque o complexo é imprevisível, porque não podemos nunca nos apaixonar em demasia por uma ideia que está mais para desejo. Em texto interessante Alex Hutchinson explica os furos da tese “correr destruirá seus joelhos”.

Autojabá: no outro blog falo um pouco sobre jejum, peso e desempenho.

5 corredores que mentiram feio demais em seus tempos e marcas na corrida. Em parte há má fé de uns, em outros ingenuidade em excesso…

Matéria no The New York Times mostrando o que e como uma ex-atleta talentosa, inteligente e engajada está tentando mudar um ambiente injusto com mulheres na longa distância.

Um novo livro ilustrado sobre Emil Zátopek. Abaixo você tem o trailer (você leu certo)! Saiba mais da obra clicando aqui.

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Leituras de 6a Feira

Uma revista digital aberta e gratuita sobre atletismo! Saiu a nova edição da espanhola Somos Atletismo!

Autojabá: no outro blog falo sobre o (equívoco do) pré-treino.

Na Canadian Running um compilado bem legal de conselhos muitos bons sobre corrida, motivação, longevidade…

Desde 2018 a ex-IAAF mantém uma lista histórica de atletas, provas e locais. Ela foi ampliada recentemente. Fui revê-la e dei de cara com 2 representantes brasileiros: um atleta e uma prova. A prova acho que você imagina qual. E o atleta??

Um levantamento com 750 listas do Spotify fez um ranking dentro 30.000 músicas quais as mais ouvidas durante treinos de corrida!

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Leituras de 2a Feira

São deliciosas e não canso de reler ou mesmo conhecer novos detalhes sobre quando Dick Fosbury mudou para sempre sua especialidade, o salto em altura.

Autojabá: no site da Vogue falo um pouco sobre jejum e atividade física! E no outro blog explico por que não uso nem banha nem azeite.

Sabe quem foi Deacon Jones? Não foi apenas um atleta negro… foi o primeiro negro a ganhar uma prova individual da NCAA! E ele o fez em uma prova histórica em 1955 que a sempre excelente Lope reconta!

Um texto provocativo na Outside toca em um assunto recorrente no mundo das redes sociais: eficiência biomecânica. Segundo o estudo que o autor do texto Alex Hutchinson nos traz, assistir 1 minuto de gravação de corredores não foi o suficiente para que treinadores experientes ranqueassem de forma correta os atletas mais eficientes. Aqui um parênteses… não tirando o da classe da reta, mas não se olha apenas isso ao analisar a eficiência de um corredor. Tem mais: é ingenuidade do treinador assumir que o mais eficiente é o melhor! Aqui a bela matéria!

No The Wall Street Journal matéria sobre a evolução atlética no esporte.

O The New York Times às vésperas do duelo que não aconteceu em Londres tenta explicar sobre a versão guru de Eliud Kipchoge.

Em tempos de calendário parado até que demorou, mas a ASICS tomou a frente trazendo a todos os corredores mundo afora a ideia do Ekiden, o revezamento tipicamente japonês, dessa vez em forma virtual. Veja o vídeo abaixo!

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Leituras de 2a Feira

Você sabe quem foi o atleta espanhol Juan Manuel Abad Manteca? Eu também não, não tenha vergonha. Tenho ENORME prazer em ler matérias que tentam manter viva a história dos grandes do passado que não possuem o devido reconhecimento!

Cada vez que vejo marcas esportivas tentando nos empurrar influenciadoras com a desculpa de valorização e empoderamento tenho certeza que querem apenas vender, nunca REALMENTE valorizar mulheres atletas (não à toa buscam as bonitinhas criando cotas para gordinhas). A Oiselle – que convenhamos, vem empoderando atletas trans, e a cada trans que se levanta, você deixa de promover uma mulher – fez uma lista INCRÍVEL de atletas do passado.

Autojabá: no outro blog falo sobre a verdadeira dieta dos gladiadores. Falo ainda sobre jamais ouvir o que o governo tem a dizer sobre nutrição.

Tudo bem você não conhecer o atleta espanhol ou as atletas listadas acima, mas se você não conhece a velocista Wyomia Tyus você tem a obrigação moral de ler a matéria do The Washington Post.

Na sua luta por igualdade a velocista americana Allyson Felix é apontada como uma das 100 maiores influenciadoras do mundo pela Time.

O monstro Haile Gebrselassie lista na BBC os 5 maiores momentos da sua carreira. Demais!

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Leituras de 4a Feira

Uma das histórias mais tristes do atletismo brasileiro é a do vencedor e do incrível João do Pulo. Não só pelo esquecimento de um povo que só idolatra futebol ou os vencedores no auge, mas pelo fato do destino ter sido tão duro com ele. Um acidente que o deixou desgostoso e aposentado de sua prova. E antes disso um fato pouco lembrado, o roubo de sua medalha de ouro, recorde olímpico e provavelmente mundial. Esta matéria (em espanhol) no El País conta detalhes que eu mesmo não conhecia (sobre quem era o árbitro no dia).

Wilma Rudolph é um dos maiores nomes da história! Se você não a conhece 60 anos depois de seu mais conhecido feito, aproveite matéria da World Athletics para saber mais!

A Outside listou 17 (??) mitos da corrida a serem derrubados.

Autojabá: no outro blog explico por que a banha é Lindy e a Nutrição não.

Convido você agora para ser apresentado melhor a Albert Hill como também o fui, um pioneiro que foi ouro nos 800m e 1500m na mesma edição dos Jogos Olímpicos (1920).

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