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Leituras de 5a Feira

Um dos livros clássicos do atletismo é chamado “como eles treinam” que falava sobre o treinamento dos grandes atletas do passado. Tenho certeza que o nome da matéria do Athletics Weekly falando sobre o treinamento de Coe, Ovett e Cram foi baseado nisso, contando o que eles faziam em seus tempos de atleta nos anos 70, 80 e 90.

Bela matéria no UOL em tom autoral de Thiago Braz falando de sua vida ainda moleque, a medalha de ouro e a luta para voltar à grande forma depois do ouro no Rio/2016.

Autojabá: passando aqui para lembrar que neste sábado (30 de janeiro) será nosso workshop presencial sobre Treinamento de Kettlebell para Corredores. Uma novidade exclusiva! Informações aqui!

A Podium Runner publicou matéria sobre mais um estudo que analisa o ganho de desempenho de homens e mulheres (da elite) com tênis de placa de carbono. Os ganhos ficariam entre 0,8% e 1,6%,. E a maior surpresa para mim é ver que os mais lentos ganham mais! Interessante!

Acho que já comentei aqui do meu enorme interesse (não profissional) na 2a Guerra Mundial. Então o Holocausto mexe comigo… E o site da World Athletics fez um trabalho primoroso relembrando a vida de ex-atletas judeus impactados por essa tragédia humana.

A fisiologia do sprint final de uma prova é um tema fascinante não explicado apenas pela Fisiologia, mas também pela Psicologia. Pra quem se interessa, esse texto do Alex Hutchinson na Outside é uma pérola!

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Leituras de 5a Feira

O The Guardian faz uma matéria em tom otimista sobre como a suspensão de 66 medalhistas em majors e quase 200 atletas desde 2017 seria prova de um bom trabalho da World Athletics no combate ao doping dentro do atletismo. Eu ainda não sei se esses números são uma boa ou má notícia. Como hábitos antigos não morrem cedo eles não poderiam deixar de parabenizar quem encabeça a agência. É mais forte que eles! Talvez só por ser britânico Sebastian Coe seja comemorado mesmo…

O britânico Ian Stewart é um dos desconhecidos de carreira mais interessantes. A Athletics Weekly traz um resumo com suas 30 melhores corridas!

Acho que se você quiser gastar dinheiro ou ser enganado com um produto envolvendo genética e esporte não terá muito trabalho. O mercado fareja otários de longe! Já começam a pipocar dietas baseadas no perfil genético. É MUITA picaretagem! Um texto sobre um estudo do ex-velocista Craig Pickering mostra como essa área está entre o inútil e o contraprodutivo. Mas a demanda que os trouxas criam é sempre em fim, não se esqueça!

Autojabá: participei semanas atrás do podcast da minha amiga Paula Narvaez falando sobre nutrição, corrida e carreira. Ficou bem legal, espero que gostem! Vocês podem escutar clicando aqui.

Eu sou MUITO metódico antes de provas…. e você? A Canadian Running listou alguns hábitos de corredores para o grande dia!

A ex-atleta Kara Goucher segue forte no atletismo, dessa vez engajada como militante lutando por um esporte mais limpo e mais justo com jovens garotas. Aqui um perfil dela na Women’s Running para quem não a conheceu na ativa!

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Leituras de 4a Feira

Vocês sabem o que penso da tecnologia na corrida… acho que ela mais serve de disfarce para esconder falta de conhecimento técnico do que um ganho em si. Mas ela pode ser incrível em alguns casos. Matéria no Jornal Nacional mostra como celulares podem ajudar corredores com graves e sérios problemas visuais.

Paavo Nurmi até os corredores mais iniciantes reconhecem por nome, mas Charley Paddock, um velocista contemporâneo não tem os holofotes que merece. Matéria da World Athletics cobre sua mais do que espetacular carreira em paralelo com a do finlandês!

Autojabá: no outro blog falo sobre dieta, restrições e vid4 lok4.

Pra quem gosta de atletismo de alto nível, aqui a edição de janeiro da revista digital espanhola Somos Atletismo.

Acho que Jim Ryun, mesmo sendo americano (o que dá uma catapultada no marketing), é um dos maiores corredores da história e, ainda assim, é ignorado por muitos. Teria sido ele o sprint mais letal da história? Uma matéria incrível recapitula sua fantástica carreira e provas inesquecíveis!

Abaixo um vídeo lindo da Tracksmith retrata BEM a rotina do amador que almeja de verdade desempenho!

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Leituras de 3a Feira

O grande Adharanand Finn explica por que a corrida importa mesmo em tempos duros de quarentena e pandemia.

Tenho ido nos últimos meses correr aos sábados nos morros do Japi (Jundiaí/SP). Nas piores subidas (tem a famosa “da antena”) eu na minha cabeça corro devagar, mas não ando. Há entre corredores um bloqueio mental sobre andar ou não na subida. Tem algo meio machoman, eu sei, mas é também uma questão de confiança e motivação. Um texto BEM interessante do Alex Hutchinson na Outside vem me dizer que muito provavelmente nos piores trechos em que eu acho que estou correndo, eu estou tecnicamente andando (sem fase aérea no meu deslocamento). Isso vai contra o que não só eu, mas a maioria dos corredores pensa! Mesmo os mais rápidos! É uma discussão antiga se devemos andar ou correr nessas subidas fortes. E é essa a discussão toda do texto em questão!

Acho que toda criança interessada realmente em atletismo já teve a ideia de treinar fazendo a sua prova escolhida (ex: 1500m) o mais rápido possível todo dia. Muito lógico, não?! Sim… lógico que não (risos). Na ótima Lope um corredor conta como ele ainda criança fez isso (eu fiz também!) e seu irmão fez isso com muito sucesso antes dele. Por coincidência, no mesmo dia vi um post de uma ex-atleta profissional de 800m que falou como é a rotina atual dela de treinamento (aposentada): ela corre três vezes na semana por 30 minutos. Mas diz que nos 6-10 minutos finais ela faz isso de forma “lática”. Segundo ela tem funcionado bem (além da academia).

Pra mim o DyeStat é um dos sites mais subvalorizados do atletismo. Eles têm reportagens ótimas sobre esse esporte que são e seriam ignoradas por 99% dos outros veículos. Pra quem perdeu, eles fizeram uma lista de suas melhores histórias de 2020.

Outro vídeo lindo da Tracksmith. Não importa o clima e o tempo. Sem dias off!

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Primeira Leituras do Ano

Um famoso YouTuber marombeiro faz um “treino” com um velocista olímpico (200m). O resultado é legal para colocar em perspectiva três coisas: a primeira é como um velocista olímpico é um freak, um ET! Por isso é enorme bobagem quando dizem que o jogador Fulano corre tanto quando Bolt ou sequer poderia correr abaixo de 10 segundos os 100m. Não, provavelmente não poderia. A segunda é mostrar como ser forte não necessariamente faz da pessoa muito mais veloz. E por fim, a terceira é que não devemos confundir ser grande com ter força funcional. O vídeo nem é longo e você pode pular o merchan dos minutos iniciais no apartamento tentando te empurrar uns lixos nutricionais. Você assiste clicando aqui.

Autojabá: no outro blog eu explico o que a 2a Guerra Mundial nos ensinou sobre Nutrição, mas que a categoria resolveu ignorar.

Vocês a essa altura devem saber que tenho certo bloqueio de encarar a corrida como ferramenta política, de mudança social e protesto. Pra mim é mais um reflexo do que um motor nesse sentido. Só que nos EUA há uma questão BEM pertinente: por que a corrida é lá um esporte tão branco? Há algo que o praticante amador possa fazer? Existem grupos de negros que tentam promover a corrida na comunidade negra. É a ideia de criar o modelo mental. No The New York Times uma matéria sobre um negro que decide de mudar seu trajeto de treino para que negros o vejam correr. O resultado está além do que eu jamais poderia imaginar!

Não custa lembrar que hoje é o último dia para se inscrever na live sobre Treinamento de Base na Corrida! Em uma promoção incrível e imperdível você por R$9,90 sairá sabendo tudo sobre base! Hoje, 2a feira, 19h30! Se inscreva clicando aqui!

Dias atrás me perguntaram na caixa de perguntas que sempre abro no Instagram o que substituir o treino em dias de chuva… se fazer escada fazem esse papel. Fico sem saber o que responder… O vídeo abaixo é da Tracksmith que tem o calendário de estações do ano invertido com o nosso. Imagine se o europeu, o americano, o canadense e o japonês não treinassem se o tempo estivesse ruim… e ainda assim eles correm melhor do que nós. O vídeo arrepia!

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