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Leituras de 2a Feira

Uma matéria bem didática tenta explicar como a corrida descalça pode ajudar a reduzir a incidência de lesões.

O ultramaratonista Scott Jurek, um dos maiores da história, faz elucubrações sobre como a corrida lhe ensinou sobre vida e tudo mais. Interessante!

TUDO é novo nesta questão do Coronavírus à parte da doença em si…. uma das que mais tem mexido com os corredores é a questão dos cancelamentos e adiamentos de provas. Muitos entendem, outros tantos fingem e não querem entender enquanto o restante simplesmente não consegue entender. Aqui a Runner’s World faz um apanhado bacana e didático de coisas que o público em geral descobriu nesta fase.

Adharanand Finn faz um apanhado de fatos que tentam explicar a tremenda superioridade dos quenianos nas corridas de longa distância.

Um texto legal DEMAIS da World Athletics mostra o depoimento da queniana naturalizada americana Aliphine Tuliamuk e que correrá pelos EUA a maratona olímpica contando de como a Tegla Loroupe virou sua ídola. Uma passagem chamou minha atenção: é comum o relato de que muitos dos ganhadores das provas infantis no Quênia ganham descalço de atletas calçados e qual o prêmio da vitória? Um tênis! Irônico pra não dizer estranho.

Uma pérola! Mary Rand, Lynn Davies e Ann Packer recontam suas memórias dos Jogos Olímpicos de Tóquio em 1964! Como mudou TUDO para elas mulheres!

O Esporte Espetacular reexibiu uma matéria bem bonita sobre a carreira do Joaquim Cruz focada em sua conquista mais famosa, o ouro olímpico nos 800m em 1984!

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Leituras de 5a Feira

Em tempos de quarentena forçada a Runner´s World britânica fez uma lista de 15 livros de corrida. Da lista li 4, não gostei de um e tem 2 ali que tenho interesse. E só. Achei bem fraca!

Já uma lista BEM melhor e mais elaborada é a da World Athletics com casos de triunfo sobre adversidades. Um deles, o terceiro, eu não conhecia!

Esse é para as Kipchogetes! O francês Théo Detienne fez 12’52” nos 5km e ficou a 1 segundo do recorde mundial. O detalhe é que ele fez isso em descida! Um desnível de 320m ao todo! O resultado virou um vídeo em tom de comédia, em tom de curiosidade, como deveria ser toda tentativa de quebra de recorde feita com auxílio. Sabe o que mais? A parcial dele nos 1500m (en route) igualou o recorde mundial dos 1500m!

 

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Um artigo BEM provocador na Outside vem questionar o hábito do aquecimento. Vamos lá, com calma antes. Um dos caras que mais admiro diz que aquecimento antes de treino ou atividade física é essencial a 2 tipos de pessoas: os velhos e/ou os lesionados. Após o texto que trago aqui, Kilian Jornet, um dos maiores corredores da história disse que algumas de suas melhores marcas foram em provas feitas sem qualquer tipo de aquecimento. Não se esqueça: evolutivamente falando, por uma questão de sobrevivência (que supera em importância e prioridade seus tempos na corrida de rua) nos programou a estarmos aptos a desempenhar de forma máxima nossas capacidades físicas sem prévio aquecimento e sem prévio alimento (ou refeição). Porém, consegui-lo não significa que seja melhor. Temos que enxergar o aquecimento de certa forma como o desaquecimento, como possuidor de vantagens ao atleta no longo prazo. E de cara vejo DOIS benefícios: primeiro que no aquecimento podemos trabalhar capacidades importantes ao desempenho de um atleta, como mobilidade, flexibilidade, capacidade aeróbia… E outro ponto é que mo longo prazo isso pode proteger o atleta (os velhos e/ou lesionados necessitarem de um aquecimento talvez seja outro indicativo). Um mecanismo de sobrevivência (fuga com máximo desempenho) liga para o curto prazo, o esporte liga para o longo prazo. Quem concluir deste parágrafo que estou dizendo que o aquecimento é menor, dispensável, pouco importante ou inútil, por favor, peço que releia. Já os que correm (competem) desde crianças talvez se lembrem do que eram capazes de fazer mesmo sem nada de aquecimento!

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Leituras de 6a Feira

Uma pequena lista com provas onde os atletas comemoraram um tanto quanto cedo demais…

Um belo vídeo em conjunto da RunnerSpace, Athletic Net e DyeStat fala sobre nos mantermos unidos em um momento de separação física forçada por quarentena.

Na Outside um levantamento BEM legal mostra os benefícios competitivos do doping sanguíneo. É tão grande (e a chance de ser pego tão pequena) que explica o uso cada vez mais frequente.

O canal do COI no YouTube fez uma lista de 10 sprints nos Jogos Olímpicos. A lista foi feita por algum britânico e que não tem lá muuuita intimidade…

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Leituras de 2a Feira

A Canadian Running fez uma lista diferente… corridas que deram um tanto errado em outros esportes!

Você sabe quem foi Jackie Joyner-Kersee? NÃO?!? Então esta matéria é pra você saber como a americana se tornou a maior da história em sua especialidade, o heptatlo!!

A história do primeiro encontro entre Katarina Johnson-Thompson e a lendária Mary Peters serve para nos contar melhor das dificuldades que mesmo britânicos enfrentavam décadas atrás!

Um debate de longa data é sobre os efeitos fisiológicos da altitude no treinamento. Ainda na faculdade eu lia alguns caras bem interessantes que diziam que treinar na altitude não era um diferencial! Eu meio que concordo com eles. Veja bem, já fui 3 temporadas seguidas treinar com os etíopes e uma das explicações dadas para a superioridade deles e dos quenianos é a altitude (Adis Abeba, por exemplo, fica a pouco menos de 3.000m de altitude, é a terceira capital “mais alta” do mundo. Campos do Jordão, para onde alguns brasileiros viajam para treinar, fica a apenas 1600m). Mas e os demais efeitos? Em conversa recente que tive com o Marilson Gomes na gravação de sua participação no podcast 3 Lados da Corrida ele falou algo que bate muito com minha experiência: treinar na altitude traz consigo uma mudança de rotina TÃO grande que isso estressa o atleta. Uma coisa é você morar na altitude, outra é você ir para um período de treinamento podendo fazer apenas isso, treinar e descansar. Outra BEM diferente é achar que a altitude é especial (não sei MESMO se é). Um texto BEM legal na Outside aborda esse assunto!

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Leituras de 4a Feira

9 pensamentos típicos que nós corredores temos durante nossas rodagens!

Um longo, detalhado e interessante levantamento por parte do The New York Times tenta responder: por que as maratonistas profissionais americanas estão mais rápidas do que nunca? *dica da Adriana Piza.

De 4 em 4 anos muito se discute sobre o modelo americano de escolher seus atletas olímpicos. Eu gosto MUITO porque gera drama, emoção, torcida… Não há modelo perfeito. Talvez o japonês usado em 2020 seja o mais “justo” (se é que existe isso) porque contemplou uma seletiva e o líder nacional. A seletiva americana é especial porque traz histórias incríveis! Uma delas é contada pelo The New York Times. Molly Seidel vai pra Tóquio e lá correrá sua segunda prova na distância. A primeira foi no trials domingo agora! Leia leia leia!

Na Wired uma longa matéria sobre os ultramaratonistas estarem empurrando os limites do desempenho humano.

Uma matéria incrível, emocionante sobre um atleta etíope que encontrou refúgio no país onde estava quando seu país o renegou. Um fundista que pode em breve defender as cores da Irlanda em uma história toda improvável. É difícil se imaginar em seu lugar!

Vídeo interessante do Wall Street Journal (abaixo) falando sobre a regulamentação dos tênis. Mas sempre há a opção de acreditar em unicórnios e de que não houve ingerência conflituosa…

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