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Leituras de 6a Feira

Se você estiver um pouco desmotivado com os treinos, experimente vera esse vídeo do Jake Robertson treinando no Quênia. O neozelandês está vivendo lá para melhorar sua corrida. As imagens são incríveis!

Auto-jabá: No outro blog eu falo sobre o que é mais saudável na Nutrição.

Quando você ler isso é mais do que provável que já tenha lido a sequência de tuítes que um cara postou sobre sua entrada no mundo da corrida. Eu mesmo não sei quantas vezes já recebi de N pessoas diferentes inbox. Eu NUNCA reclamo quando as pessoas me mandam repetidamente material (mesmo os mais populares) porque demonstra boa-vontade e sempre recebo pérolas que me escapariam. A sequência (hilária!!) ganhou fama, mas é um retrato do nosso mercado! Um home comum resolve correr e vai passando por “especialistas” que ou não sabem NADA do que falam OU ganha um bom dinheiro cobrando pedágio (serviços e comissão). É assim que funciona. Triste, mas verdadeiro.

Por que correr maratonas? Texto do The New York Times.

A Canadian Running fez uma matéria listando a dieta e os treinos do dia de um ultramaratonista de montanhas. Ela deve ser vista como aquilo que ela é: mera curiosidade! Eu tiro duas conclusões (nenhuma delas relacionada com Fisiologia ou Nutrição): o enorme peso do privilégio genético que possibilita que com uma dieta tão “trash” uma pessoa possa desempenhar tão bem. E outra um pouco mais prática: na ânsia por ser “correto” o ser humano come lixos como hambúrguer vegetariano. Ou seja, nessa, a emenda sai pior que o soneto.

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O mundo da Nutrição parece ser um mundo que tem por prática corriqueira negar a realidade. Quem lucra com isso é a indústria da atividade física que, além de vender aquilo que ela pode entregar (saúde) e aquilo que lhe cabe (músculos & movimento), ela segue vendendo aquilo que ela NÃO pode entregar: emagrecimento.

Muitos profissionais são francos ao dizer: corrida não emagrece. Outros fingem não ver o elefante na sala. Precisa vir alguém de um canal de corrida sem formação (mas experiência na área, Skin in the Game) explicar didaticamente que corrida é uma boa muleta, JAMAIS a ferramenta principal no processo de emagrecimento!

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Leituras de 6a Feira

Auto-jabá: no outro blog pergunto: e se a recomendação número 1 da Nutrição for um enorme erro?

Auto-jabá 2: no outro blog eu tento explicar o que é a Resistência à Insulina e como deve ser a nossa abordagem frente a isso.

Um pouco off-topic: em entrevista exclusiva ao The Telegraph, um dos meus maiores ídolos no atletismo, Michael Johnson revela todo o drama por trás do recente e seríssimo infarto do qual foi vítima semanas atrás!

A história do nascimento e da criação de uma super sessão de treino americana. Belo registro histórico!

O vídeo abaixo não é novo, nem inédito… mas felizmente o postaram novamente e seria uma boa ação se o relançassem a cada mês. Ele faz uma sátira como se fosse o trailer de um documentário sobre uma pessoa que correu uma maratona e não falou disso para ninguém! MUITO bom!

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Leituras para a 6a Feira de Feriado

Pra quem não corre sem música, como de hábito a Runner’s World dá dicas e sugestões para sua playlist!

Por que a Maratona gera tanto choro entre corredores e quem assiste? Um psicólogo esportivo explica na Runner’s World.

Um texto bem completo na Wired fala de toda a programação feita para que um corredor dos bons volte a correr forte depois dos 40 anos. É interessante ver como tanta coisa pode afetar o desempenho. É interessante ainda ver a obsessão humana pelo controle das coisas… lá estão N variáveis…. Se dê por satisfeito quando você for amador e puder controlar de fato duas ou três delas. O que dizer de umas 27…?? *dica do Igor Oliveira.

Uma das maiores velocistas de todos os tempos, Wyomia Tyus, teve a coragem de fazer um protesto silencioso também nos Jogos Olímpicos de 1968 que nunca foram percebidos! Eu mesmo conheci a história apenas agora via ESPNw!

Na Runner’s World britânica uma entrevista com um dos maiores senão o maior ultramaratonista de trilha da história, Kilian Jornet.

Abaixo o vídeo da edição deste ano da Maratona do Porto. A 2ª maior cidade portuguesa é dona da maior prova de 42km do país, à frente da capital Lisboa. Ela já é uma das 15 preferidas pelos brasileiros quando decidem encarar a distância no exterior! Não é pouca coisa quando só outras 5 na Europa atraem mais de nós!

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Leituras de 4a feira

No The New York Times a incrível vida, carreira e história da corredora Miki Gorman. Nascida de pais japoneses (em uma China invadida pelo Japão), ela se naturalizou americana e é até hoje a única mulher a vencer as maratonas de Boston e Nova Iorque duas vezes!

Beyoncé e seu companheiro (Jay-Z) fizeram um furor no Dia das Bruxas (Halloween). Isso porque ela apareceu vestida como a ex-velocista Flo-Jo (Florence Griffith Joyner) e ele como simulando os gestos e roupas dos ex-velocistas e ativistas Tommie Smith e John Carlos em 1968. Muito bom!

Momentos antes da prova de domingo li esse belo texto que fala de duas das mais incríveis maratonistas americanas da história: Shalane Flanagan e Desiree Linden! Confesso que NUNCA teria apostado que Flanagan se sairia tão bem (*3º lugar e melhorou sua marca cerca de 30 segundos de quando venceu ano passado)!

Um vídeo bem bacana com a história dos 400m em um paralelo com seus recordes mundiais e a supremacia americana.

No The New York Times uma ode para corrermos sem fones de ouvido.

Aproveitando que esse domingo que passou era a Maratona de Nova Iorque, a maior do mundo, a Nike fez o curto vídeo abaixo!

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Leituras de 2a Feira

Uma ação que as Expos adoram fazer antes de grandes provas: colocar uma esteira gigante onde a pessoa possa desafiar correr no ritmo da elite. Dessa vez programaram a velocidade do recorde mundial da Maratona que caiu mês passado.

No outro blog falo sobre a dieta low-carb e o consumo de açúcar aos olhos do ano de 1825…

Ainda na parte auto-jabá, você conseguiria vencer um Marine? Pois bem, no outro blog falo sobre Exercício, Disciplina e Emagrecimento.

Completou dias atrás os 50 anos de um dos gestos olímpicos mais famosos da história. Posso estar enganado, mas o Esporte Espetacular foi um dos únicos a relembrar o fato.

O The New York Times falando sobre pesquisadores iranianos que criaram um equipamento que melhora em cerca de 8% a economia de corrida de uma pessoa. O parágrafo de abertura é assustador: o equipamento oferece uma ajuda aos corredores que não conseguem acompanhar seus companheiros de treinamento ou aqueles que gostariam de tentar correr, mas temem que seja muito difícil. Parem. Parem. *sou muito indiferente emocionalmente à explosão de obesidade entre adultos. Uma coisa que me corta o coração, confesso, é quando vejo crianças obesas (quase sempre acompanhada de pais obesos). Eu sei o quanto elas vão sofrer entre seus amiguinhos. Criança é bicho ruim! O bullying come solto! Mas outra coisa que me perturba é o aumento absurdo desses carrinhos elétricos levando para lá e para cá pessoas com dificuldade de mobilidade. Sim, muitas delas precisam de suporte. Mas muitas vezes elas servem apenas para dar mobilidade a obesos mórbidos. O ser humano deve ser o único animal que se adoece nesse estado. Não deveríamos achar normal.

Abaixo um belo vídeo repassando a história e a importância do ritmo nos recordes mundiais dos 800m. Duas observações. A primeira é que homens amadores acabam pensando que a estratégia que os melhores da história usaram para determinar a corrida deles serve de espelho. Porém, fisiologicamente falando, eles deveriam se comparar é com os recordes femininos! Isso porque nosso corpo responde ao tempo de esforço, não à distância! Esse erro é comum onde mais? Na determinação de ritmo de maratona em amadores. E segundo, qual a conclusão do autor do vídeo? Ele contraria a lógica e a prática pedindo que a primeira volta seja mais lenta. Ele viu tudo e não entendeu nada. Ele não tem skin in the game.

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