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Leituras para a 6a Feira de Feriado

Pra quem não corre sem música, como de hábito a Runner’s World dá dicas e sugestões para sua playlist!

Por que a Maratona gera tanto choro entre corredores e quem assiste? Um psicólogo esportivo explica na Runner’s World.

Um texto bem completo na Wired fala de toda a programação feita para que um corredor dos bons volte a correr forte depois dos 40 anos. É interessante ver como tanta coisa pode afetar o desempenho. É interessante ainda ver a obsessão humana pelo controle das coisas… lá estão N variáveis…. Se dê por satisfeito quando você for amador e puder controlar de fato duas ou três delas. O que dizer de umas 27…?? *dica do Igor Oliveira.

Uma das maiores velocistas de todos os tempos, Wyomia Tyus, teve a coragem de fazer um protesto silencioso também nos Jogos Olímpicos de 1968 que nunca foram percebidos! Eu mesmo conheci a história apenas agora via ESPNw!

Na Runner’s World britânica uma entrevista com um dos maiores senão o maior ultramaratonista de trilha da história, Kilian Jornet.

Abaixo o vídeo da edição deste ano da Maratona do Porto. A 2ª maior cidade portuguesa é dona da maior prova de 42km do país, à frente da capital Lisboa. Ela já é uma das 15 preferidas pelos brasileiros quando decidem encarar a distância no exterior! Não é pouca coisa quando só outras 5 na Europa atraem mais de nós!

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Leituras de 4a feira

No The New York Times a incrível vida, carreira e história da corredora Miki Gorman. Nascida de pais japoneses (em uma China invadida pelo Japão), ela se naturalizou americana e é até hoje a única mulher a vencer as maratonas de Boston e Nova Iorque duas vezes!

Beyoncé e seu companheiro (Jay-Z) fizeram um furor no Dia das Bruxas (Halloween). Isso porque ela apareceu vestida como a ex-velocista Flo-Jo (Florence Griffith Joyner) e ele como simulando os gestos e roupas dos ex-velocistas e ativistas Tommie Smith e John Carlos em 1968. Muito bom!

Momentos antes da prova de domingo li esse belo texto que fala de duas das mais incríveis maratonistas americanas da história: Shalane Flanagan e Desiree Linden! Confesso que NUNCA teria apostado que Flanagan se sairia tão bem (*3º lugar e melhorou sua marca cerca de 30 segundos de quando venceu ano passado)!

Um vídeo bem bacana com a história dos 400m em um paralelo com seus recordes mundiais e a supremacia americana.

No The New York Times uma ode para corrermos sem fones de ouvido.

Aproveitando que esse domingo que passou era a Maratona de Nova Iorque, a maior do mundo, a Nike fez o curto vídeo abaixo!

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Leituras de 2a Feira

Uma ação que as Expos adoram fazer antes de grandes provas: colocar uma esteira gigante onde a pessoa possa desafiar correr no ritmo da elite. Dessa vez programaram a velocidade do recorde mundial da Maratona que caiu mês passado.

No outro blog falo sobre a dieta low-carb e o consumo de açúcar aos olhos do ano de 1825…

Ainda na parte auto-jabá, você conseguiria vencer um Marine? Pois bem, no outro blog falo sobre Exercício, Disciplina e Emagrecimento.

Completou dias atrás os 50 anos de um dos gestos olímpicos mais famosos da história. Posso estar enganado, mas o Esporte Espetacular foi um dos únicos a relembrar o fato.

O The New York Times falando sobre pesquisadores iranianos que criaram um equipamento que melhora em cerca de 8% a economia de corrida de uma pessoa. O parágrafo de abertura é assustador: o equipamento oferece uma ajuda aos corredores que não conseguem acompanhar seus companheiros de treinamento ou aqueles que gostariam de tentar correr, mas temem que seja muito difícil. Parem. Parem. *sou muito indiferente emocionalmente à explosão de obesidade entre adultos. Uma coisa que me corta o coração, confesso, é quando vejo crianças obesas (quase sempre acompanhada de pais obesos). Eu sei o quanto elas vão sofrer entre seus amiguinhos. Criança é bicho ruim! O bullying come solto! Mas outra coisa que me perturba é o aumento absurdo desses carrinhos elétricos levando para lá e para cá pessoas com dificuldade de mobilidade. Sim, muitas delas precisam de suporte. Mas muitas vezes elas servem apenas para dar mobilidade a obesos mórbidos. O ser humano deve ser o único animal que se adoece nesse estado. Não deveríamos achar normal.

Abaixo um belo vídeo repassando a história e a importância do ritmo nos recordes mundiais dos 800m. Duas observações. A primeira é que homens amadores acabam pensando que a estratégia que os melhores da história usaram para determinar a corrida deles serve de espelho. Porém, fisiologicamente falando, eles deveriam se comparar é com os recordes femininos! Isso porque nosso corpo responde ao tempo de esforço, não à distância! Esse erro é comum onde mais? Na determinação de ritmo de maratona em amadores. E segundo, qual a conclusão do autor do vídeo? Ele contraria a lógica e a prática pedindo que a primeira volta seja mais lenta. Ele viu tudo e não entendeu nada. Ele não tem skin in the game.

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Leituras de 2a Feira

Eu demorei demais para entender o tamanho da grandeza e coragem nos dos gestos de John Carlos e Tommie Smith nos Jogos Olímpicos de 50 anos atrás. A Sports Illustrated faz jus trazendo uma bela reportagem revisitando aquele dia de meio século atrás.

No outro blog falei sobre o que comer antes, durante e após provas de até 10km.

Um garoto sueco conheceu a corrida aos 10 anos como terapia. Engrenou então uma sequência duríssima de treinos e competições ainda na adolescência. Problemas pessoais o levaram ao extremo para largar tudo e ir morar sozinho e sem nada no meio do mato (gélido da Suécia) e usar a corrida como terapia. E foram 4 anos assim! História incrível que virou livro e que é contada resumidamente em matéria da Runner’s World. E você? Corre do quê?

Eu tenho enorme dificuldade de entender o uso de substâncias proibidas (como analgésicos, anti-inflamatórios ou hormônios) entre atletas amadores. E repare: os que mais usam são atletas lentos, não os mais rápidos! Os mais parecem sempre querer pular etapas, parecem nunca entenderem completamente como funciona o jogo. Por isso que o combate ao doping no profissional tem enorme desafio, uma vez que os fãs parecem fazer uso de algo proibido à elite. Os amadores fingem que se importam, mas não querem saber a “verdade”. Um texto de Alex Hutchinson na Outside mergulha no uso corrente de substâncias proibidas entre atletas de ultramaratona. Acho inacreditável as pessoas buscando longas distâncias querendo evitar dor. Não faz sentido pra mim… não faz…

Um tipo de texto que não canso de ler são os perfis feitos sobre o maratonista japonês Yuki Kawauchi. Principalmente quando são feitos por americanos! Dessa vez foi no The New York Times às vésperas da Maratona de Chicago!

Vídeo fantástico da Nike sobre uma corredora que estreou na maratona aos 81…

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Leituras de 3a Feira

Quem diria… a China como palco de um dos maiores crescimentos de corridas em trilha! Um curta da Salomon fala sobre a explosão de crescimento dessa modalidade. Talvez valha ainda lembrar que lá deve ser o país de maior aumento também no número de maratonas.

Uma análise incrível sobre o recorde mundial de Eliud Kipchoge! Difícil discordar que o que ele fez foi diminuir demais a possibilidade de duas coisas: primeiro, um novo recorde mundial vindo de outro atleta (ou seja, a maioria das provas agora não virão com o delírio de debate sobre recorde mundial). E segundo a chance de vermos em breve alguém baixar das 2h00. Mas lógico que não falta “especialista” dizendo que o sub-2h está cada vez mais próximo…

Um texto interessante da Runner’s World discute e dá dicas para onde vão nossos pensamentos e estratégias mentais durante a corrida. Bom, principalmente aos iniciantes! A corrida (treinos leves ou rodagem) para mim é minha sessão de psicologia e onde resolvo ao menos 80% dos problemas mundiais. Só falta colocá-los em prática!

Barry Smith é sempre fora de série em suas análises numéricas (ainda que quando fale de ritmo em maratona ele recomenda algo que nem mesmo seus números mostram!). Desta vez ele compara ritmos do recorde mundial de Eliud Kipchoge com outros 3 feitos também na mesma Berlim.

A vida de um recurso que hoje cada vez menos ganha nossa atenção: o photo finish. Ele existe desde o longínquo 1932, sabia? O vídeo abaixo explica muito do seu histórico!

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