Arquivo da categoria: Leituras

Leituras de 5a Feira

Autojabá: no outro blog falo sobre a estúpida ideia de rações veganas a cães (e mesmo gatos). E falo também sobre como no Esporte o processo importa demais!

Para quem não conhece a história de Billy Mills, o americano indígena que foi ouro nos 10.000m em Tóquio/1964, tem aqui uma bela matéria sobre o feito histórico, uma se não a maior zebra olímpica da história!

Um curto documentário sobre Kenenisa Bekele feito por sua equipe.

Autojabá (2): se um ano atrás você me dissesse que eu estaria este ano entrevistando um dos maiores atletas da história do país para a edição 100 de um podcast, eu diria que você estaria louco. Pois foi isso que aconteceu. Nós do 3 Lados da Corrida estamos mesmo em quarentena tentando trazer pra vocês o melhor conteúdo possível entrevistando nomes da corrida. Se ainda não conhece o podcast, tente! Clique aqui! Será um prazer!

Em tempos de quarentena e de incerteza de que quando tudo volta, mais um daqueles comerciais emocionantes da Nike, dessa vez falando sobre superação e volta por cima.

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Leituras de 3a Feira

No The New York Times um artigo explicando o que corredores e praticantes de esportes de longa duração têm a ensinar ao cidadão comum sobre comportamento em uma quarentena.

Autojabá: no outro blog falo como em tempos de quarentena o jejum é um aliado, não um adversário. E falo também, ainda no tema, como o pior ainda pode estar por vir na forma de uma terceira onda.

Quem gosta de atletismo e sabe o quão gigante foi João do Pulo sabe também de sua medalha de ouro roubada nos Jogos Olímpicos de Moscou/1980. O que eu não sabia é que ele não foi a única vítima (além dos lançadores de dardo)… o triplista australiano também sofreu como nos conta essa matéria de lá. Nojento… nojento demais…

Eu não sabia do tamanho do legado de Ron Hill na corrida até esses dias… duvido que você imagina como ele mudou o modo como nos vestimos quando corremos!

Uma história real e digna de cinema: e se o maior velocista olímpico americano em 1960 fosse também um agente da CIA?

O que o seu Strava diz sobre você

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Leituras de 6a Feira

Uma das maiores injustiças do atletismo olímpico brasileiro foi finalmente corrigida! O baixinho Cláudio Souza é um homem GIGANTE… O time de 4x100m do qual foi reserva (ele correu a semi-final) foi prata em Sidney/2000. Ele não subiu ao pódio, como manda o protocolo. Porém, também como manda a regra, ele é um medalhista! Mas ele NUNCA recebeu sua medalha. Foram necessários 20 anos para o COI corrigir o imperdoável. Ironia das ironias ele será o único medalhista brasileiro neste ano olímpico. Em 2017 os ATLETAS se juntaram para lhe dar uma réplica. Se é preciso duas décadas para o COB e a CBAt fazerem algo, melhor então fechar essas m&rdas. Ou que sobrevivam sem 1 centavo de verba pública! Inúteis! Bela e justa matéria do Fantástico!

Falando em federação de atletismo… você acha que é monopólio de país corrupto como o nosso ter dirigente envolvido em polêmica? O presidente da federação americana, a mais rica e poderosa do mundo, recebeu mais de U$4 milhões apenas em 2018! É mole? É nojento!

Autojabá: no outro blog falo sobre dieta da imunidade, da ignorância e a dos picaretas. E em outro texto falo sobre não-linearidade e a 6a feira Santa.

A Garmin liberou alguns dados globais sobre prática de atividade física durante essa quarentena global comparando com dados de abril de 2019. Nada muito além do que especularíamos… Reduzimos em 12% o número de passos ainda que tenhamos aumentado em 24% os passos dados em atividades extras (compensatórias). Sempre complicado opinar em um ambiente tão dividido e polarizado… se você levanta a hipótese de que a quarentena poderia ser relaxada em alguns casos te chamam de nazista… mas não custa perguntar: um planeta 12% menos ativo por 3 meses e sabendo que não voltaremos ao padrão pré-quarentena não saberia o cálculo do custo disso? Custo em saúde e vidas mesmo já que é sempre o argumento de quem se coloca como virtuoso…

Sonia O’Sullivan, uma das mais rápidas da história na Milha, discute se um dia as mulheres baixarão dos 4 minutos e o que representa essa barreira no atletismo feminino.

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Leituras de 2a Feira

Gratuito no YouTube um documentário sobre uma das mais difíceis ultramaratonas do mundo! São 250km por um deserto na Namíbia.

Autojabá: no outro blog falo sobre o Trigo e sua história recente desconhecida do consumidor. E falo ainda sobre Nutrição em tempos de Coronavírus.

É lógico que eu ainda assisto competições profissionais, de alto nível no atletismo… mas a verdade é que não me envolvo mais emocionalmente… não acompanho muito e, pior de tudo, quando assisto faço tudo como se fosse um seriado da Netflix… uma ficção como Designated Survivor, por exemplo, não um documentário como o Last Dance! Não sou mais tocado quando um grande ídolo se machuca ou decepciona ou faz algo mágico… isso porque não tenho mais ídolos no atletismo. De novo: porque pra mim é tudo uma grande ficção igual um teatro, acontecendo ao vivo. O último a me enganar foi Tyson Gay. Depois dele? Nunca mais. Um dos inúmeros motivos é recontado muito bem no Irish Times revivendo de forma bem legal o início da década de 90 quando fundistas chinesas desconhecidas vieram e varreram medalhas e recordes mundiais. Uma das maiores prejudicadas foi a irlandesa Sonia O‘Sullivan. Para um país tão pequeno e de tradição no atletismo de longa distância, a história até hoje desce meio que atravessada, por isso a revivem de tempos em tempos. A sobriedade atual de O’Sullivan é marcante até porque ela viu ganhos pessoais indiretos com tudo isso (motivação extra). Mas o que é desanimador é saber, por exemplo, que a World Athletics finge que nada aconteceu, inclusive colocando uma das chinesas no Hall da Fama. Vale tudo! A própria imprensa irlandesa que se mostra indignada não cansa de listar uma nadadora da mesma década como uma das maiores senão o maior nome da história do país, mas que todo mundo sabe quais eram seus métodos. O esporte de alto nível é pra quem tem estômago, pra quem não sabe desse lado sujo (“a ignorância é uma benção”) ou para quem faz igual a ex-IAAF que finge que nada aconteceu.

8 sinais modernos de que a pessoa se tornou uma corredora.

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Leituras de 3a Feira

Henry Rono foi um dos maiores atletas da história. O queniano travou no final de sua carreira a triste e sempre dura batalha contra o vício. Antes que o álcool ganhasse do atleta a convivência mútua de treinos, competições e excessos produziu algumas das histórias que demonstram o tamanho do talento deste homem. Eu não conhecia algumas e fui apresentado neste trecho de um livro que foi disponibilizado no site da Let’s Run. É quase inacreditável! Ao final há o resumo de um dos maiores duelos já travados e contado em detalhes em artigos espalhados pela internet (busque! Vale cada linha!) quando Rono, completamente fora de forma, compete ombro a ombro com talvez o melhor atleta daquele momento, Alberto Salazar. O texto você encontra aqui!

Autojabá: no outro blog explico por que a nutrição esportiva é míope. E em outro texto falo como nos levaram a considerar o sal, um elemento essencial, como um vilão quando ele é apenas um marcador da qualidade de nossa dieta.

Um documentário que parece ser fantástico reconta a história por trás da quebra de um dos recordes mais emblemáticos e lembrados da história do atletismo: o da milha abaixo dos 4 minutos. Aqui o site com o trailer!

Na Women’s Running corredoras profissionais falam com a experiência delas sobre dicas para evitarmos lesões.

A Track & Field News em uma quarentena que impede novas notícias aproveitou pra trazer a recapitulação da carreira de Steve Prefontaine, o maior ídolo americano da história. Bem legal! Começando pela fase escolar (high-school)!

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