Arquivo da categoria: Leituras

Leituras de 2a Feira

Uma longa matéria repassando toda vida e carreira do grande Billy Mills, ouro em 1964! Obrigatório conhecer esse cara!

Para mim, uma das corridas inesquecíveis dos Jogos Olímpicos de Londres/2008 foi o 400m feminino quando eu assistia uma de minhas atletas preferidas ficar fora de um ouro “certo”. Neste texto Sanya Richards-Ross nos conta em primeira pessoa sobre aquela prova, a redenção e a relação com o adiamento do Jogos de Tóquio para 2021.

Lá se vão 40 anos de uma das maiores batalhas olímpicas da história que se desenrolou em duas provas dentro de uma semana. Steve Ovett e Sebastian Coe duelavam sem maiores adversários nos 800m e 1500m em Moscou/1980. O desfecho foi bem diferente do que todos imaginavam! O The Guardian aproveitou uma rara entrevista de Coe sobre o assunto e repassou a história em longa matéria. Em reportagem um pouco mais curta a Athletics Weekly também tratou do tema.

Autojabá: no outro blog falo sobre obesidade e aposentadoria no esporte. E em outro texto falo sobre o que é Lindy e o que isso nos diz sobre comer de 3 em 3 horas.

Um vídeo bem curto com os melhores momentos de uma das poucas competições dos últimos meses e que, além disso, produziu algumas das melhores marcas do mundo neste ano.

A federação bielorrussa de atletismo fez uma série de vídeos um tanto peculiares para promover o campeonato nacional… no abaixo você tem a saltadora em distância Nastassia Mironchyk-Ivanova. Veja, porque não dá pra explicar!

 

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Leituras de 5a Feira

Na Canadian Running uma matéria BEM legal falando sobre o maior velocista canadense da história. (não, não é nem Ben Johnson nem Donovan Bailey!)

Mais um curto documentário da NN Running Team, dessa vez falando sobre treinos intervalados e de velocidade.

Não deixemos esquecerem de Alvin Kraenzlein, o homem que revolucionou o atletismo (barreiras) e que ganhou 4 medalhas individuais nos mesmos jogos (1920)!

Um lançador de disco com um talento raríssimo vê sua forma se esvair sem explicações. E aí acontece algo de diferente. Um longo texto que li em um respiro. Demais!

A Podium Runner fala sobre como treinar melhor “socialmente” uma equipe feminina. Tudo dito ali funciona 99% em uma assessoria ou grupo de corrida. Qualquer treinador moderno de corredores amadores tem que saber o que vai ali no texto! Mas nossa formação olha para as células, para mitocôndrias e não para o ser humano.

Quando os EUA decidiram boicotar os Jogos Olímpicos de Moscou/1980 era preciso fazer algo com toda uma geração dos melhores atletas do mundo. Especulou-se um torneio alternativo que nunca vingou e uma competição internacional que não foi à altura dos planos, mas entrou para a história. A incrível Lope Magazine nos conta a história dessa histórica competição que poucos sabem que ocorreu.

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Leituras de 2a Feira

O The Wall Street Journal talvez esteja nos trazendo a primeira das consequências não previstas dos tênis com placas de carbono. Quando você lança um tênis de R$2.000 para amadores comprarem você acha que a marca pensa e quer vendê-los para corredores (quando na verdade ela quer vender para qualquer pessoa que acredite que aquilo é determinante no desempenho). O que talvez ninguém esperava era uma leva de pessoas caminhando com esses modelos rígidos e desconfortáveis. *dica do Antal Varga.

Eu particularmente gosto de correr em percursos fechados (do tipo volta única) ou do tipo vai-e-volta. Sempre repetindo. A Canadian Running explica as vantagens do percurso de ida e volta.

Uma matéria no canal olímpico falando sobre curiosidades de uma das maiores atletas olímpicas de todos os tempos, Allyson Felix.

Autojabá: no outro blog falo sobre a Via Negativa e a via Positiva. Não sabe o que é? Leia lá!

Uma das melhores coisas da Citius Mag é sua insistência para que não nos esqueçamos dos grandes nomes do passado. Dessa vez trazem uma que conhecia muito por cima, a arremessadora e lançadora Earlene Brown.

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Leituras de 4a feira

Uma pesquisa irlandesa bem interessante feita por um analista de dados local pode abrir a oportunidade de um aplicativo calcular a previsão de tempo de maratona em quem usa GPS durante todo o treinamento. A parte boa: o cálculo é bem preciso. A parte ruim: funciona bem com populações, mas de pouca confiabilidade em indivíduos.

Autojabá: no outro blog falo sobre COVID, Obesidade, patrulha e o elefante na sala.

Imagine ser um dos melhores do mundo naquilo que faz, ser campeão olímpico, estar a caminho de sua 4a participação em Jogos Olímpicos e só agora poder fazê-lo sem esconder sua sexualidade. É o caso de Kerron Clement. É muito fácil para “nós” dizer que pouco importa com quem ele prefere fazer sexo (desde que seja consentido, com maiores de idade e não envolva animais). Uma coisa é não ter que perguntar e outra é ter que esconder para não pagar o preço. Duvida que haja um alto preço? A opção de Clement deve ser conhecida por quem é do meio, mas no atletismo são poucos os declarados. Deve haver um motivo.

Um texto interessante da Outside revisitando um dos motivos negligenciados sobre o sucesso dos Tarahumaras como corredores de longa distância.

Já fui parado pelo menos 4 vezes dirigindo em um período de 1 ano. Uma delas sozinho eu avisei com antecedência à então namorada porque eu ia deixá-la e na volta eu estaria sozinho. Na ida era um casal jovem num carro legal. Na volta era um negro jovem sozinho num carro legal. Duas outras vezes com uma amiga dirigindo e comigo no carona. Eu avisei: vamos ser parados porque acham que eu estou te sequestrando. Ela falou: ”Ah Balu”… Fomos parados. No imaginário homens brancos dirigem. Homens negros sequestram ou dirigem carro alheios. Uma 4a vez fui parado e, distraído, fiquei parado esperando se aproximarem. Demoraram, quando olhei pro lado havia duas metralhadoras apontadas pedindo que eu saísse. Nunca fui parado na Europa. Imagino como deve ser tenso ser negro jovem nos EUA. A saltadora americana Tianna Bartoletta fez um texto incrível em seu blog explicando sobre seu comportamento de sobrevivência naquele país.

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Leituras de 4a Feira

Na Runner’s World espanhola uma matéria bem completa sobre o incrível Kip Keino, o mais famoso dos pioneiros do atletismo queniano.

Autojabá: no outro blog explico que não sou o mensageiro das más notícias e como nem sempre conseguiremos aquilo que mais queremos.

O americano Christian Coleman é o melhor velocista da atualidade. Ele foi suspenso provisoriamente por faltar a exames antidoping surpresa. Suas desculpas e o histórico são piadas de mau gosto! Aqui um texto do ótimo Jonathan Gault que explica que não importa quem ganhe essa queda de braço, todos já perdemos. Minha regra: não se envolva emocionalmente com o atletismo profissional, pois é tudo um grande teatro.

Autojabá (2): Participei semana passada de um bate-papo com um canal luso-brasileiro de YouTube falando sobre a corrida em tempos de quarentena!

Um texto MUITO legal na Outside pode ensinar MUITO ao amador se ele souber entender como a dinâmica da maratona difere brutalmente entre pessoas com ritmos tão díspares (leia-se, por exemplo, alguém que corre em 3h00 e outro que corre em 4h00).

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