Leituras de 2a Feira

Nunca se esqueça: o dinheiro na saúde está sempre na intervenção. Por isso o jejum, uma não-intervenção, terá sempre um exército de nutricionistas dependo contra. Um belo texto da Altis clama: pare de tentar consertar os atletas! O que não falta e nunca faltará é gente no mercado oferecendo “correções…

O modelo americano de selecionar sua seleção de atletismo (e natação) tem inconvenientes, mas é de longe o mais justo do mundo. Todo país, principalmente os mais pobres e a corruptos, como Etiópia e Quênia, por exemplo, acabam caindo na politicagem e interesses escusos. Mesmo países como Espanha e Japão sofrem desse problema. Aqui um texto falando sobre a dura decisão de escolher 3 entre 4 corredores espanhóis para representar o país nos 1500m. Até o modelo brasileiro é melhor! Por que não meter os 4 numa prova extra? Mete transmissão via YouTube e tudo mais… a chance de promover o esporte indo de graça pelo ralo! Esse esporte parou nos anos 80…

Não conhecia uma expressão em inglês e já me apaixonei por ela: pain cave. Por que corredores seriam obcecados por ela? Alguém oferece uma tradução boa?

Um cuidadoso levantamento, discutido em matéria na Outside, ajuda a quebrar um paradigma: a maternidade está longe de ser um marco de fim da melhor fase da carreira de uma corredora. Muitas são as que correram bem após se tornarem mães. Interessante!

O sempre ótimo Cathal Dennehy fala sobre vida e carreira do maior pesista da história do atletismo: o americano e atual recordista mundial Ryan Crouser.

Mais um daqueles belos vídeos da fabricante Tracksmith explicando por que correr a prova da Milha…

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=e4-lsJ175JU&w=560&h=315]

2 pensamentos sobre “Leituras de 2a Feira

  1. luismontes68 disse:

    Obrigado pela citação

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  2. alephcb disse:

    Levando em conta a definição em anexo, uma boa tradução de “pain cave”, associada de uma maneira irônica à nossa triste realidade estratificada das grandes capitais, que concentram a grande maioria dos corredores, seria traduzir o termo como “beco do medo”.

    É quando o corredor está realizando um treino e ele sabe que vai ter que passar por um lugar extremamente desagradável, que se o treinador dele não tivesse mandado, ele nunca iria sozinho. Quando chega lá, é tanta coisa assustadora que, ou ele se rende e fica paralisado, ou então corre o mais rápido que puder, com um risco de se machucar, pra passar logo por aquilo. Com sorte ele consegue. Se conseguir, com certeza vai sair mais forte mentalmente.

    Não da pra passar por lugares assim o tempo todo. Só quando é o único caminho.

    Só uma ideia. Talvez um pouco besta ou inapropriada. Não tão politicamente correta.

    Além disso, qual o medo real de passar por lugares considerados perigosos? Não são todos ali pessoas como nós? Estamos devendo algo a alguém? Temos algo tão valioso assim que não podemos perder? Estaremos desrespeitando alguém?

    Em um sentido, são medos irracionais, assim como o medo de sentir a dor de um treino muito forte. Se seguimos direito na alimentação, no desapego de excessos desnecessários de equipamentos luxuosos e informações que mais confundem do que ajudam, no fortalecimento do corpo pra aguentar a pancada. Demonstramos respeito pela corrida e temos tudo para sairmos são e salvos.

    Caso contrário, o bicho pode pegar! A corrida, como um beco, é algo perigoso, do qual se deve ter medo, pra quem não respeita!

    Curtido por 2 pessoas

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