Leituras de 5a Feira

Um texto incrível do maratonista americano Scott Fauble explica por que não deveríamos nos medir nem pelos sucessos nem pelos fracassos na corrida.

Off-topic: ontem um texto a meu ver bonito e importante. A outros excessivo, invasivo. Um dos maiores atletas brasileiros das últimas décadas assumiu o que todo mundo sabia, mas que ele mesmo não podia falar abertamente: ele é homossexual. Você pode amar ou odiar Diego Hypolito como pessoa, como atleta, mas você deve respeitá-lo por aquilo que ele é. Alguns amigos disseram que “revelou o que todos já sabiam”. É muito verdade em parte. Mas ainda vivemos em um mundo em que ele não pode falar (não que deva, afinal ninguém tem que ficar falando abertamente de suas preferências sexuais), mas quando algo tão natural ao ser humano ocorre, isso não deveria trazê-lo tanto prejuízo. Nossa meta para o futuro é que uma reportagem como essa seja enfim excessiva, abusiva. Ainda não é.

Auto-jabá: No outro blog a segunda parte de um texto falando sobre aposentadoria e esporte.

20 típicos estilos de corredores de ultramaratona… se identificou?

Uma das coisas mais legais da seletiva americana na Maratona é que ela permite colocar lado a lado atletas talentosos e dedicados semiprofissionais ou puramente amadores a competir contra alguns dos maiores maratonistas do mundo por uma vaga na maior competição esportiva do planeta. Isso não acontece em nenhum lugar do mundo! E ESPNW traz o exemplo de Roberta Groner que aos 41 anos estará na disputa. Demais!

Ainda nesse tema, vale visitar este texto que 35 anos depois reconta a história da primeira seletiva olímpica para uma maratona feminina. Muito bom!

Abaixo o vídeo bacana sobre o projeto INEOS 159 que vai tentar levar Eliud Kipchoge a quebrar a barreira das 2h00 na Maratona, ainda que ”fora das regras”.

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7 pensamentos sobre “Leituras de 5a Feira

  1. Varga disse:

    Eu ainda não fiz uma ultra e quando o fizer será em asfalto mas, me lembrei da época em que pedalava (MTB) e ficava praticamente o dia inteiro nas trilhas. Alguns tipos são particularmente irritantes e não são os lentos, os que ficam para trás. São os que nunca levam nada, de água a ferramentas, de comida a kit reparo/câmara reserva.

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  2. adrianapiza disse:

    Há algumas semanas havia lido no novo livro do Steve Magness, The Passion Paradox uma coisa que me chamou a atenção: “Abide by the twenty-four-hour rule: Enjoy success or grieve defeat, but within twenty-four hours, return to your craft. ” Agora esse texto e a metáfora do céu com as núvens disse tudo!

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  3. Jonas disse:

    Curto seus escritos. Parabéns.

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