Leituras para o Feriado de 9 de Julho (SP)

A Runner’s World fez uma lista com os 25 melhores filmes com a temática corrida envolvida.

Para quem corre usando Spotfy para ouvir música, a Runner’s World disponibilizou a lista de sugestão dela de músicas!

Auto-jabá: no blog coirmão falo sobre a Dieta Mediterrânea ser um enorme equívoco. Um equívoco bem conveniente a quem a vende!

Na Runner’s World sul-africana uma longa matéria sobre a prova mais importante do continente africano e aquela que é a maior e que deve ser a ultramaratona mais famosa e talvez mais desejada no planeta: a Comrades!

No The Guardian o autor de 2 livros incríveis sobre corrida fala sobre sua participação em uma ultramaratona de trilha de 120km!

Um tempo atrás uma pessoa me escreveu e disse ter ficado surpresa quando descobriu que eu não era adepto (ou praticante) da dieta cetogênica. Eu não sei bem de onde ela tirou que eu seria algo que eu nunca disse ser. As pessoas confundem low-carb com cetogênica que seria basicamente uma very low-carb, uma dieta restrita de bem baixo carboidrato. Acredito ser muito pior quando encontro treinadores que dizem não ser possível correr com baixo carboidrato. Geralmente por mera coincidência ou eles estão claramente acima do peso ou não correm muito. Correr bem é uma questão de treinar bastante corrida, não do que vai ao prato. Nutricionista é aquela categoria profissional que acha que nutrição tem enorme importância na corrida. Acham isso porque vivem de que acreditemos nisso. Não existe nutrição boa, existe nutrição ruim. Eu não faço cetogênica por um motivo simples: gosto muito de pizza e tapioca. Não posso pedir aos outros que façam aquilo que eu não faço. Acontece que quem é dedicado o suficiente para entrar em cetose (um dos objetivos da dieta cetogênica), geralmente perde peso e tem estoque quase ilimitado de energia aeróbia. É óbvio que ela vai correr bem! Só treinador que não entende de corrida e nutricionista que não entende de nutrição não enxerga o básico. O New York Post traz uma matéria sobre um corredor surpreso com o que lhe aconteceu no desempenho quando resolveu virar keto.

Vídeo Nike novo na área!

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12 pensamentos sobre “Leituras para o Feriado de 9 de Julho (SP)

  1. Antal Varga disse:

    Pois é Balu, essa questão de não ser possível nem recomendado praticar esportes / exercícios com pouco ou nenhum carbo me parece mais uma lenda urbana do que propriamente algo subsidiado por ciência.
    Livros e artigos analisando o tema não faltam mas, qdo disse para a instrutora do pilates, educadora física, que de vez em qdo corro em jejum ela quase me matou !
    Hoje ela é uma praticante frequente de jejum intermitente, bem mais do que eu, e faz vários treinos de pilates, musculação e aeróbico em jejum. Passa muito bem, obrigado.
    É interessante e não precisa fazer nada muito radical, basta olhar para o passado. Qdo fiz minha 1ª prova de 10 km, levei e usei gel (!!!) e hj nos longos de 20/25 km, por diversas vezes, a banana passa q levo volta do mesmo jeito que foi. Vou tentar nos de 30/35 km para sentir como é.

    Curtido por 1 pessoa

    • Luis Oliveira disse:

      O problema Balu e Antal, é que parece haver um limiar ótimo aí. Dá pra *não* estar em cetose e treinar / competir em jejum? Parece que dá até um certo limite de tempo (ou distancia, se preferir). Agora se o tempo / distancia aumenta, o problema fica mais complexo, pois tu não está em cetoso, não consegue (pois não treinou) a energia necessária e, se tentar repor com carbo (gel, fruta, o que seja), vai arrumar um baita de um revertério gastro-intestinal. Faz sentido ou estou louco?

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      • Danilo Balu disse:

        Eu confesso que não entendi. ..

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      • Luis Oliveira disse:

        Deixa eu tentar me explicar: imagine que você tenha uma dieta low-carb (não cetogênica) e treina distancias médias em jejum, tudo razoavelmente normal. Seu corpo se adaptou para ser razoavelmente eficiente energéticamente. Ou seja, corre prova (não treino) de 5k e 10k em jejum sem problemas, faz uma meia sem precisar de gel, corre até uma maratona na base da mariola.

        Minha impressão é que, a partir daí, do 42k em diante, as coisas ficam mais casca grossa. O corpo não é tão energéticamente eficiente quanto precisaria ser e, ao mesmo tempo, tu não treinou repor carbo. Se tentar repor carbo na emergencia assim, vai dar problema.

        Ou seja, e é totalmente minha impressão e experiencia, nunca vi ninguem afirmar ou escrever sobre isso, O meio termo / solução de compromisso te leva até certo ponto. Parece que depois de 5 ou 6 horas (pode ser mais, pode ser menos) tem um “buraco” energético. Ou tu treina em cetose (e corre até o fim do mundo) ou tu treina comer quantidades industriais de carbo.

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      • Antal Varga disse:

        Luiz, corrija-me se entendi errado mas, me parece que o “lance” é ir treinando aos poucos, assim como para tudo em esportes. Na 1ª vez que fiz jejum de 16h, foi bem ruim. Tive dores de cabeça, mau humor e sensação de fraqueza. E isso foi num dia “off”, ou seja, sem exercícios.
        De lá para cá sempre que preciso repor as aulas de pilates na 2ª feira, faço em jejum, pois já estou desde domingo às 20h. Às 6ªs feiras costumo correr 20km só com um leve desjejum e vou sem gel nem água. Já fiz 25 km num domingo e bebi meia garrafa de 510 ml de água e a banana passa foi de acompanhante no treino, voltou intacta.
        Então, novamente se não me enganei interpretando sua resposta, vá treinando o aumento da quilometragem junto com a diminuição da frequência de alimentação e hidratação aos poucos. Leve em consideração tbém as condições climáticas para não quebrar. Eu já quebrei em distâncias conhecidas e relativamente fáceis pq subestimei as condições climáticas. Resultado: pedi arrego e fui para casa de esposÜber.

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      • Luis Oliveira disse:

        Nem é um problema de fazer jejum, Antal, é um questão de fonte de energia mesmo para provas longas. Low-carb “nutella” (Balu vai ficar puto), o que come pizza e tapioca as vezes, te leva até um certo ponto. Mas a partir daí tu não passa mais, é quase um beco sem saída. Só passam os low-carb “raiz” (em cetose) ou os high-carb bem treinados.

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      • Danilo Balu disse:

        Então… existe uma janela, sim, mas ela é meio rara…. só vi uma vez, na verdade! Era uma cliente que seguia cetogênica em dias úteis e convencional de fdsemana. Resultado: ela não entrava em cetose, não comia coisas que queria e não entrava em adaptação. A pessoas (em cetose, low-carb ou high-carb) pode consumir gel porque o exercício inibe a insulina. Durante a corrida somos quase todos iguais nesse quesito. O ser humano não foi feito para correr mto mais que 30km (ou 2h00 aos mais rápidos)… a pessoa que faz low-carb vai precisar de CHO em distâncias maiores. Quem NÃO precisa é a que faz cetogênica. Mas a estratégia de reposição em ultra para low-carb ou high-carb é mto similar pra não dizer igual!

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  2. Julio Cesar disse:

    O jejum intermitente ou cetose pode evoluir para o prana ?

    Aí sim ficaria bom, nunca mais gastar dinheiro e tempo pra se alimentar, até porque parece que todo mundo se alimenta errado mesmo (exceto quem faz jejum intermitente ou é paleo low carb low profile descolado).

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  3. Julio Cesar disse:

    Fiz jejum intermitente durante um tempo.

    Fiz vários de 24 horas e muitos de16 horas, horas.. 12 horas era normal.

    No meu caso, e em outros que conheci, em médio prazo (alguns meses) o jejum, devido ao stress fisiológico que ele causa, ajudou a quebrar a homeostase do organismo, acarretando, entre outras coisas, insônia, falta de concentração e um aumento absurdo do nível de ansiedade, beirando crises de pânico.

    Claro que não foi somente o jejum o causador disso, mas o jejum, juntamente com variados fatores ambientais e emocionais, ajudou a agravar o quadro.

    Mas como costumam dizer por aí, não tenho base científica nenhuma para argumentar isso, é puramente um caso anedótico. Só sei que comigo foi assim.

    Hoje em dia presto bastante atenção aos horários da minha alimentação (não, não como de 3 em 3 horas).

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