Leituras de 2a Feira

No The Guardian uma lista com os melhores nomes de atletas do atletismo. Lógico que Usain Bolt (trovão) está lá!

A Canadian Running tenta nos dizer que uma das maiores sabedorias da maratona, aquela que diz que você tem grandes (ou maiores) chances de ficar gripado (ou adoecer) após uma maratona seria lenda. Para isso eles questionam 2 levantamentos clássicos dizendo que o que vale não é a percepção e sensação de mal-estar dos atletas de estar doente, mas os indicadores e testes em… ratos. Aí não, né!?

O Sergio Rocha (canal Corrida no Ar) e o Eduardo Suzuki (canal Tênis Certo) criaram um podcast para tratar de temas diversos da corrida e calçados. Aqui o episódio 2 com link também para o de estreia.

Na Outside Alex Hutchinson fala sobre um novo modo de calcular o ritmo na Maratona. Vale checar se você durante toda a leitura lembrar sempre que a fisiologia implica táticas diferentes de ritmo para um esforço de 2h00 e para outro de mais de 3 horas!

No Estadão uma curta entrevista com o ótimo Brett Laner, editor do blog Japan Running News, focada mais no maratonista Yuki Kawauchi.

No vácuo da dura Maratona de Boston o Daniel Carmona me enviou uma estatística curiosa. Ele tirou os dados do site oficial comparando a desistência dos atletas (apenas entre quem de fato largou e os concluintes). Ele descobriu que “dentre as 20 maiores delegações participantes (sendo 18 delas com ao menos 100 corredores), o Brasil teve o maior índice de desistência (91% vs 95% da média). Seria isso explicado pela intolerância ao frio? Condições extremas? Condições naturais de se viver em um país quente? Complexo de vira-lata?” Confesso que não tenho opinião a respeito. Acho que o acaso pode nos confundir. Mas se me disserem que morar e treinar no Brasil e correr naquele frio fez os brasileiros desistirem mais, faz sentido. Há plausibilidade.

4.638 pessoas já escalaram o Everest e apenas 1.497 quebraram os 4 minutos na Milha (1.609). Porém ninguém fez ambos. O meio-fundista americano recém-aposentado, Nick Symmonds, lançou um projeto pra ser o primeiro! Abaixo o vídeo!

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8 pensamentos sobre “Leituras de 2a Feira

  1. Um fato que corrobora a sua hipótese no ponto seis: um conhecido, que treina no interior do Ceará, foi correr em Boston e, não completou, pois sentiu hipotermia por volta do km 30.

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  2. adrianapiza disse:

    Fui no artigo original…e pelo que entendi, eles querem apenas mostrar que exercício físico na verdade melhora e aumenta a resposta imune, o que é correto. O que ocorre é que qualquer stress exagerado, leva a um aumento de cortisol no organismo, que é sabidamente imunossupressor. Qualquer stress, mesmo excesso de sol, stress psicológico, físico, dependendo do nível, pode levar a um aumento exagerado de cortisol e levar ao que chamamos queda da resistência, e sim, ficamos mais suscetíveis. Acho que os textos de blogs e revistas para chamar a atenção dão uma enfatizada da maneira errada nas coisas… Correr uma maratona por si só não leva necessariamente a um aumento da chance de ficar gripado, vai depender do nível esforço/stress a que o corpo é submetido (uma das piores infecções que tive foi pós PR num 10k…de cama por 1 semana, mas feliz rsrs). Se está treinado/acostumado, não há necessariamente stress a esse ponto. Fazer muito mais do que o seu corpo está preparado (difícil saber o que é isso…) naquele dia, é um stress. E claro que muitos outros fatores externos/internos vão contribuir, não é uma conta simples.

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    • Danilo Balu disse:

      É que independente do nível do atleta é difícil imaginar 42km não gerando maior risco ao corredor (se comparado com um 10km, por exemplo)… o duro é partir para a suposição negando a evidência.

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      • adrianapiza disse:

        Sim, deram uma forçada quando quiseram mostrar especificamente esse ponto. Dizendo até mesmo que a chance de ficar gripado na maratona poderia ser por estar em um ambiente cheio de gente junta, e não pelo esforço… Mas o artigo é bem mais do que isso.

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  3. Andre Berlesi disse:

    Ritmo deve estar em segundo plano para a grande maioria da elite. Eles querem ganhar.

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