Leituras de 2a Feira

Na SI um trecho do novo livro de Brad Stulberg e Steve Magness explica por que mesmo amadores deveriam tirar um tempo para se recuperar caso queiram desempenhar melhor, como fazem muitos profissionais. *divulgando o lançamento do livro já li tantos trechos diferentes em veículos diferentes que logo mais acho que não preciso mais comprar o livro!

Dias atrás rolou a etapa de Roma da Diamond League. Aqui o vídeo com alguns dos melhores momentos! *dica do Helio Shiino.

Outro bem didático texto de Alex Hutchinson sobre o treinamento de nossa capacidade de suportar o desconforto. Tempo atrás falei aqui de uma síndrome que acomete pessoas que acham ser possível treinar corrida buscando algum desempenho o tempo todo com rostos sorridentes típicos de comerciais de margarina. O que Hutchinson explica em seu bom texto é que algumas sessões que reproduzem desconforto parecido e pior do que uma prova nos tornam mais resistentes à fadiga. Pense nisso quando estiver almejando um ciclo para quebrar suas marcas.

10 problemas típicos de corredores contados via GIFs pela Runner´s World.

Matéria de Guilherme Roseguini alguns dias atrás no Esporte Espetacular fala um pouco de detalhes técnicos dos 100m e a história do recorde sul-americano de Róbson Caetano que já dura quase 30 anos.

No El País matéria sobre os conhecidos Tarahumara que ainda encantam muito correndo demais com muita simplicidade nos pés e fora deles.

Abaixo mais um vídeo da nova campanha da Saucony, Run your World:

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3 pensamentos sobre “Leituras de 2a Feira

  1. Rafael disse:

    Balu, sobre o desconforto,
    vc acha melhor para um amador, treinar no limiar anaeróbico? (tempo run, intervalado extensivo).
    Ou seria melhor estressar o sistema cardiovascular(V02)?Com séries intensas.

    ou uma combinação disso?

    obrigado

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  2. adrianapiza disse:

    Sobre desconforto e rostos sorridentes…acho que já comentei uma vez com você, sobre as expressões dos corredores de elite, principalmente em pista, nas provas mais curtas, ou em finais de provas longas. Às vezes até em uma prova inteira de 5000m. O que mais me impressiona, é ver expressões primitivas, instintivas, sobrancelhas franzidas, dentes a mostra, como se estivesse unindo todas as forças em um ataque! Às vezes são essas expressões misturadas a expressões de agonia, e aí você realmente vê e sente a força que a pessoa está fazendo, a dor que está sentindo. Agora repare nos rostos de uma prova de 5k por exemplo, hoje tida como prova de iniciantes…em 90% deles você não enxerga nada que mostre alguma coisa parecida! Muito pelo contrário! É o mesmo esporte, praticado de maneira totalmente diferente!

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