Leituras de 2a Feira

Texto interessante no The New York Times tenta responder se a corrida seria contagiosa. Baseado em aspectos da corrida aplicado na questão das redes sociais, mostra com o comportamento do ser humano é maluco! Explica como pode ser uma tática interessante ter por perto amigos mais lentos que você ou como um post de um pode aumentar o treino do outro.

Dados do Strava dão indicadores do padrão de treinamento das pessoas que correram a Maratona de Boston de 2016! Interessante pelo padrão de volume semanal, longos, polimento e dias e treino!

Barry Smith fez uma análise sobre alguns números da Maratona de Boston. O Brasil era o 6º em número de atletas. Interessante ainda ver a variação de ritmo por idade e sexo!

O The New York Times é mais um veículo a repercutir a pesquisa que diz que para cada hora correndo ganhamos 7 outras de vida. E que corredores (não importando o volume) vivem 3 anos a mais. Há sempre limitações nesse tipo de pesquisa, mas os números parecem MUITO interessantes!

Matéria do comitê olímpico internacional faz aposta ao tentar listar alguns dos nomes que provavelmente estarão brilhando nas pistas nos Jogos de Tóquio. *dica do Helio Shiino.

Na Vice um longo texto refletindo sobre “ganhos marginais”, Maratona sub-2h, trapaceiros e doping.

Um atleta está há quase 4 meses diariamente correndo um tiro de uma Milha abaixo de 5´00” (3´06”/km de média) naquela que é a maior sequência já registrada. Incrível!

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14 pensamentos sobre “Leituras de 2a Feira

  1. Ralph disse:

    Muito boa as (duas) análises de Boston.

    Mas achei uma coisa curiosa.
    No texto sobre o Strava, ele diz que quanto mais jovem, mais rápido na maratona. Até cita exemplos em corredores abaixo de 24 anos.
    Já no gráfico do Barry Smith, mostra que os mais rápidos estão entre os 30 anos.

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  2. Gostei dos números de Boston, tanto os treinos do Strava quanto os números da prova. Brasil como o quinto país estrangeiro mais rápido achei surpreendente (mesmo considerando apenas os mais rápidos de cada país…)

    Enfim, só faltou uma análise da relação de Boston Qualifiers x corredores por agência/ caridade… Rsrsrrsrsrsrsrsrs

    Abs

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  3. Cara… sempre que vejo gráficos de volume como o do strava em relação à maratona, fico me perguntando se o pico de volume não está muito tarde em relação à prova.

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    • Danilo Balu disse:

      Não acho, não… Acho preocupante 2 semanas antes…

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      • LEONARDO LIMA RODRIGUEZ disse:

        Falo da ideia de que durante as semanas anteriores ao período de competição, há/deveria haver diminuição de volume e aumento de intensidade, nesse caso o pico de volume seria anterior a essa fase e, também, antes do período de competição.
        É claro que são modelos empíricos e não leis, mas é que sempre temo em chegar na prova desgastado.

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