Leituras de 6a Feira

Sempre falo de controle antidoping aqui neste espaço. Imaginava mais ou menos como era todo o procedimento. Mas um vídeo da federação britânica que o Helio Shiino me enviou simula como é todo o processo entre a notificação do atleta e o exame propriamente dito. Interessante!

Off-topic: o vácuo do novo livro de Gary Taubes, o The New York Times faz uma recomendação em forma de desafio: um mês sem consumir açúcar. Se você é daqueles que se preocupa com desempenho na sua corrida, é uma vitória certa, afinal, o açúcar aumenta os níveis de inflamação (mais dores e menor recuperação muscular), impactam diretamente e negativamente no peso e menos gordura a carregar significa maior velocidade. Tente! *dica do Luis Oliveira.

A Spikes fez uma recapitulação dos seus melhores tuítes em 2016. Vale a pena dar uma olhada!

Um longo e interessante texto sobre cadência na corrida que deve ser lido com muito pé no chão, já que é de um site que vende equipamento para você controlar a… cadência. Mas é bacana!

Ashton Eaton, o maior decatleta da história, e sua esposa Brianne, uma das maiores heptatletas da sua geração, decidem se aposentar do atletismo. Suas cartas ao público são de balançar.

Ainda em clima de final de ano, a IAAF publicou um vídeo nos preparando para a temporada 2017 da Diamond League! *dica do Helio Shiino.

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5 pensamentos sobre “Leituras de 6a Feira

  1. Maicon Cunha disse:

    fiz ano passado o desafio um mês sem açúcar e sem produtos industrializados… esse choque mudou meu paladar bastante. Hoje em dia consumo muito pouco e não sinto vontade de comer doce, claro a perda de peso veio junto, aumento de condicionamento, etc

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    • Julio Cesar Kujavski disse:

      Parabéns.

      Só fico em dúvida quando falam “produtos industrializados”. O que é industrializado e o que não é ?

      Arroz e feijão que a gente compra no mercado (ou na feira) é industrializado, pois mesmo sendo orgânicos de feira passaram por algum processo de industrialização, em maior ou menor grau.

      A carne que a gente come é industrializada, só podemos fugir disso se nós mesmos matarmos o bicho que vamos comer.

      Comprar alface na feira, se foi lavado, embalado e embelezado, já passou por um processo de industrialização.

      Sucos, mesmo os tais naturais e sem conservantes, ou os “detox”, obviamente são produtos industrializados.

      Café, é industrializado.

      Leite, é industrializado.

      Etc. etc. etc… Enfim, acho que não tem como fugir de produtos industrializados, a não ser que voltemos a ser caçadores/coletores errantes por aí.

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      • Danilo Balu disse:

        Julio, vc sabe que é quase uma norma eu tratar vcs como pessoas inteligentes, que têm discernimento…
        “O que é industrializado e o que não é? Arroz e feijão que a gente compra no mercado (ou na feira) é industrializado, pois mesmo sendo orgânicos de feira passaram por algum processo de industrialização.”
        Eles não passaram por industrialização, eles passaram por processos. Mas isso é o de menos. Tente vc fabricar, produzir, talvez de forma industrial, um feijão que não seja o plantando. E aqui vou ignorar a questão dos orgânicos. Arroz, feijão, carne, alface, café, leite, e vou me limitar aos exemplos que vc usou, são alimentos que enquadramos como comidas de verdade, orgânicos ou não. O PROCESSO é industrial, a carne (a menos que seja embutida) não é. São alimentos que são comidas de verdade que passam por processos em indústrias. Dá para seguir a semântica, mas sabe que aqui eu os trato como pessoas inteligentes. Abrax

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      • Julio Cesar Kujavski disse:

        Entendi.

        Alimentos que passaram que apenas passaram por processos industriais não são industrializados.

        São industrializados os alimentos que não são comida de verdade e que passaram por processos industriais.

        Mas, e por exemplo, no caso da carne, que é uma comida de verdade que foi submetida à um processo industrial, o boi foi criado por uma grande empresa agropecuarista -> quiçá modificado geneticamente, consumiu remédios, vacinas, foi alimentado com ração proveniente da indústria, ou comeu grama (ou capim, sei lá) que também veio da indústria, depois foi abatido, manufaturado, embalado, talvez a carne tenha sido tratada com algum conservante para durar mais, exposto no supermercado e continua sendo comida de verdade ?

        O que isso difere de um pacote de miojo, por exemplo ? Miojo é macarrão (farinha de trigo, água, sal) com algum conservante.

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      • Danilo Balu disse:

        “E, por exemplo, no caso da carne mto industrializada (…) continua sendo comida de verdade?”
        Por isso que eu disse que “aqui vou ignorar a questão dos orgânicos”.

        Não existe um ranking, mas a carne do supermercado está mais próxima da carne na natureza do que o miojo está…. bom… não existe miojo na natureza. Estou querendo dizer que é mais saudável vc ter uma dieta com carne “orgânica”, depois com uma do supermercado para só então um miojo.

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