Leituras de 2a Feira

Um “maluco” há 4 anos acompanha qual a frequência que as marcas esportivas têm seus tênis de corrida procurados no Google. As limitações dos dados são evidentes, mas dá uma luz sobre quais são as marcas que despertam mais interesse nos EUA. Veja aqui!

Auto-jabá: No blog co-irmão falei desta vez sobre o jejum intermitente e das vantagens à saúde! *nem se dê a trabalho de ir for correndo lá achando que tem algo para ajudar na sua corrida… não tem.

Ross Tucker foi dar aulas nos cursos para treinadores nível 5 da IAAF e nível 3 da USATF. Ele disponibilizou em seu site os slides de 3 das aulas. Uma sobre especialização precoce, outra sobre genética e esporte e uma última sobre talento.

As armadilhas do rápido crescimento das ultramaratonas de trilha. Alguns números realmente assustam e espantam!

A Getty Images publicou seu Year in Focus que é a lista com as fotos mais populares, mais baixadas, mais compradas, etc. no ano de 2016. Na categoria triunfo tem 4x100m Feminino, paratleta, Usain Bolt e Mo Farah. Na categoria esportes tem o jamaicano voltando em outra foto, a Thompson e imagens do Rio. E no ranking top 10 atletas mais populares lá está Bolt em 10º! Para quem gosta de esportes uma seleção de fotos de arrepiar! E clicando nas fotos voce ainda tem matérias adicionais!

Uma longa matéria sobre um dos desbravadores e um dos maiores etíopes da história, Miruts Yifter. *um super achado do Helio Shiino!

Abaixo você vê o trailer do documentário Gun Runners que mostra a dura realidade de ser um queniano corredor para poder fugir de uma muito dura realidade. *dica do Helio Shiino.

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3 pensamentos sobre “Leituras de 2a Feira

  1. Hélio Shiino disse:

    Auto-jabá: No blog co-irmão falei desta vez sobre o jejum intermitente e das vantagens à saúde! *nem se dê a trabalho de ir for correndo lá achando que tem algo para ajudar na sua corrida… não tem.

    (…)
    Poucos sabemos ainda qual seria o tempo de jejum que garantiria os maiores benefícios. Mas o maior recado que fica é sobre a frágil tese de que precisaríamos comer a cada 3 horas, por exemplo, como pregado por muitas associações de Nutrição. Ou ainda, que o jejum é perigoso ou nos levaria a problemas como tonturas, desmaios ou a uma menor capacidade cognitiva momentânea, por uma suposta incapacidade do cérebro em trabalhar sem fornecimento constante e periódico de glicose.
    (…)

    Adoto o procedimento de me alimentar apenas quando sinto fome. E tenho a experiencia de tonturas quando o tempo se prolonga antes de uma nova refeição. Falta de glicose!?!?!?

    Será que o tempo de jejum que garantiria os maiores benefícios seria o intervalo de tempo em que a próxima refeição só seria feita quando sentíssemos fome?

    E se no exato momento em que começássemos a sentir fome e não tivermos, à nossa frente, o alimento pronto para ser digerido? Qual seria o lastro de tempo seguro para que o benefício do jejum não comece a se transformar em uma situação maléfica a partir do momento que começássemos a sentir fome?

    O adequado seria carregarmos sempre um pequeno lanche ao alcance das mãos (estepe) até que tenhamos tempo de encontrar um estabelecimento para a refeição para que, efetivamente, o jejum intermitente jogue a nosso favor.

    P.S. Se a minha visão não estiver turva ou se o meu micro não estiver infectado com algum vírus, acredito que na página do “O Nutricionista Clandestino” já está nevando! Nos locais onde estão as ilustrações/imagens não me deixam mentir. Aviso de que o Natal está chegando!

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    • Danilo Balu disse:

      “E tenho a experiencia de tonturas quando o tempo se prolonga antes de uma nova refeição. Falta de glicose!?!?!?”
      Difícil dizer, eu chutaria que não em condições normais de saúde.

      “Será que o tempo de jejum que garantiria os maiores benefícios seria o intervalo de tempo em que a próxima refeição só seria feita quando sentíssemos fome?”
      Duvido. A fome tem aspectos mecânicos, hormonais e psicológicos como o hábito. Acredito mto no aspecto evolutivo… ou seja, janelas de 8 a 12h comendo, nunca tarde da noite. O jejum teria que ser aleatório, inclusive.

      “E se no exato momento em que começássemos a sentir fome e não tivermos, à nossa frente, o alimento pronto para ser digerido? Qual seria o lastro de tempo seguro para que o benefício do jejum não comece a se transformar em uma situação maléfica a partir do momento que começássemos a sentir fome?”
      O jejum pra ser maléfico teria que ser por dias… 2 dias pra mais… Na saúde, 36h está totalmente dentro da margem de total segurança.

      “O adequado seria carregarmos sempre um pequeno lanche ao alcance das mãos (estepe) até que tenhamos tempo de encontrar um estabelecimento para a refeição para que, efetivamente, o jejum intermitente jogue a nosso favor.”
      Indivíduo saudável carregar lanche é delírio de nutricionista… esqueça isso!

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  2. Kleber disse:

    Que trailer fantástico.

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