Leituras de 4a Feira

Aos nerds do atletismo, um levantamento cuidadoso mostra como a IAAF errou a mão ao estabelecer os índices olímpicos nas provas de campo e pista. Por isso havia lançador sendo convidado a competir!

Um pouco de humor… No Webrun 14 coisas que minha mãe pensa sobre eu ser corredor. E 18 sinais na sua casa que entregam que você é viciado em corrida.

Nassim Taleb explica como treinamento de força tem relação com caudas longas, extremismo e eventos raros.

Como funciona na cabeça de um dopado a mentira que ele conta a si mesmo para se dopar sem parecer um trapaceador. Steve Magness explica com Economia Comportamental…

No blog co-irmão, falo sobre como a ideia de dieta personalizada e equilibrada pode dizer como seu nutricionista pouco entende de Nutrição…

A abordagem não é nova (aliás, tem um texto magnífico que coloquei aqui tempos atrás que falava até do Niki Lauda), mas não custa voltar: competição é o maior motivador que existe. E vale até redes sociais, para quem só vê coisa ruim nelas! *dica do Igor Oliveira.

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7 pensamentos sobre “Leituras de 4a Feira

  1. Haha. Já ia postar o link do Taleb mas antes fui dar uma olhadinha nos últimos posts e vi que estava aqui.

    Mas o que será que se aplica a corrida de rua?

    Aprender com os extremos? Algum corredor treina apenas com tiros e longos?

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  2. Fábio Rocha disse:

    O texto do Steve Magness, é perfeito…… Serve para o viciado em cocaína, álcool, ladrão, corrupto e, sendo, deve ativar alguma substancia do prazer também…….

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  3. Faltou o complemento:
    “Competição é o maior motivador que existe” … para obter o que se obtém com a competição.

    Infelizmente, como mostra Alfie Kohn em No Contest

    http://www.alfiekohn.org/contest/

    existem vários problemas relacionados às competições.

    Geralmente quando uma competição apresenta algo de positivo, é porque dentro dela tem cooperação.

    No caso da pesquisa, as pessoas ganhavam prêmios (cartões de desconto de 20 dólares).

    O que deve acontecer se retirarmos os prêmios? De acordo com as pesquisas relatadas por Kohn, provavelmente quem estava na condição competitiva vai ficar pior do que quem não estava. A competição faz a pessoa fazer as coisas por causa dos prêmios (mesmo que antes ela não fizesse – fazia por que gostava). Depois da retirada dos prêmios, a pessoa fica pior do que antes.

    Não é isso que vemos em jogadores e corredores profissionais? Terminada a carreira muitos deles se transformam em sedentários?

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  4. Hélio Shiino disse:

    “Um pouco de humor… No Webrun 14 coisas que minha mãe pensa sobre eu ser corredor. E 18 sinais na sua casa que entregam que você é viciado em corrida.”

    Um pouco sério agora. (risos)

    Exemplo de 2 sinais de vício em corrida que tem consequências diametralmente opostos.

    (1) (Vício do bem)
    Você é competitivo até no treino. Imagina você treinando em uma pista cíclica e percebe que uma outra pessoa (você o reconhece apenas de vista dos treinos) está cruzando com você no sentido contrário e ele dá uma olhadinha para você como se quisesse sinalizar que ele irá apertar o ritmo para pegar você, e você, conversando consigo mesmo, diz que ele é um mané e é você quem irá pegar ele. Doideira pura. Exemplo típico de autosabotagem de treino. Você tinha saído de casa com o planejamento X de treino mas deu de cara com um camarada tão competitivo quanto você na pista. Tento correr com antolhos (aquele tapa olhos para cavalo) mas é difícil.

    (2) (Vício do mal)
    Você acabou de sentir um pequena lesão que já lhe aconteceu anteriormente mas em um grau muito maior, ou seja, você já teve experiência dessa lesão. Mas é aquele tal negócio. Se eu correr, o corpo irá aquecer e a dor passará. E o pior é que a dor passa. Mas quando o sangue esfria… E no dia seguinte… O camarada não consegue ficar de repouso. Não consegue se abstrair e se divertir com outra coisa. Se não parar por bem, irá parar por mal.
    Estou voltando de uma micro lesão na fáscia plantar. Já tive essa droga 3 vezes. Eu fazia a burrada de ir até as últimas consequências até chegar a um ponto de sentir uma dor insuportável na primeira pisada da manhã. É uma lesão que tem que ficar de molho de 4 a 6 meses. O cara tem que ser muito paciente quando percebe qualquer micro lesão em decorrência de treino. Por isso que, assim que percebi que se tratava de início de uma fascite plantar, parei de correr e só caminhei. Essa última agora nem tive a necessidade de ir ao ortopedista. Já estou 95% recuperado depois de 1 mês de fisioterapia por conta própria. Bolsa Gelo-Gel e aquela bolinha PET de borracha que parece uma mamona.

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