Leituras de 3a Feira

Uma tirada muito boa que li outro dia foi que cada prova olímpica deveria ter um adulto mediano competindo para vermos a discrepância de um qualquer para um atleta olímpico. Até aquele seu colega de trabalho que vive falando das corridas apanharia mais feio do que uma criança de 6 anos jogando contra adolescentes Enfim, um vídeo BEM legal do Channel 4 britânico falando que os super atletas (ou humanos) estão é mesmo nos Jogos Paralímpicos. Veja abaixo! *dica do Luis Fernando de Oliveira.

Um vídeo da Gatorade contando em desenho animado a vida de Usain Bolt! *super dica do Pedro Ayres!

Eu achei que soubesse muita coisa da carreira de Frank Shorter, um dos grandes percursores do boom da corrida. Até que a Runner´s World em uma longa e incrível matéria nos traz um segredo sobre sua vida. É de arrepiar, é de arrepiar…

A esmagadora maioria nunca terá o drama de ver um atleta seu ficar de fora dos Jogos Olímpicos por uma decisão burocrática, ainda assim, o texto de Steve Magness é excepcional e replicável porque dá uma aula de como estabelecer metas, limites e índices fazendo com que restringindo da melhor maneira possível você estimule o trabalho duro. Vale como quase sempre pela aula de Economia Comportamental. *antes de ler talvez valha já saber que os britânicos têm um pé na ditadura quando o assunto é decidir quem compete na natação e atletismo…

A Samsung fez abaixo um bela canção com trechos retirados de hinos nacionais diversos. Não sei qual seu interesse no tema, os europeus são belos, as letras é que são cheias de sangue! Vale pela curiosidade!

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4 pensamentos sobre “Leituras de 3a Feira

  1. Nishi disse:

    Sobre essa proposta de um homo medius competindo, isso ocorreu com o Eric Moussambani, né? Aliás, matéria bem interessante sobre ele no Esporte Espetacular que passou nesse domingo passado.

    E essa matéria do Frank Shorter, que saiu publicada e traduzida na edição nacional uns 2 anos atrás, foi a responsável por eu ter renovado a assinatura da revista na época…

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  2. Isso de homem médio competindo é meio estranho?
    Cada vez mais me pergunto: para quê a competição? O que ganhamos com ela? Um monte de dopados arriscando a própria vida? Um sistema altamente corrupto como o russo?

    Não vou negar que é muito divertido assistir a uma competição. Vou sim querer ver a prova dos 100m (Bolt!) e dos 800m (Rudisha!) e talvez tantas outras das Olimpíadas.

    Não vou negar que quando eu treinava para obter tempo em provas (de 5K a Maratona) eu treinava mais.

    Mas acho que para o homem médio a ênfase deveria ser muito mais em cooperação do que em competição.

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  3. Julio Cesar Kujavski disse:

    Essa do homem médio (ou mesmo atleta amador) seria bem interessante também no caso de um ciclista amador tentar correr uma prova grande, como o Tour, Giro, Vuelta…. ou mesmo uma clássica de um dia.

    Nós que praticamos corrida de rua, ou mesmo na pista, temos uma noção disso quando somos ultrapassados pelos atletas de elite, no caso de uma prova com mais de uma volta da rua, ou somos ultrapassados mais de uma vez pelos atletas mais rápidos em uma prova de pista.

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