Pretendo escrever longamente sobre o excesso de nossa mania por recuperação. Por enquanto deixo esse texto interessante da Outside: nossa obsessão por recuperação está nos deixando mais lentos.
Uma descoberta ganhou manchetes: por que e como treinos curtos e muito intensos trazem benefícios. Mas o que mais me chamou a atenção (sem tirar o mérito da descoberta) é o reforço de que antioxidantes (como vitaminas C e E) podem inibir essas adaptações dando mais vozes ao coro de estudiosos que condenam a suplementação com multivitamínicos e/ou suplementos. Quando nutricionistas quiserem brincar corrigindo supostos equívocos de Deus, fique sempre com a opção de que eles estão redondamente equivocados.
Steve Magness em um texto explicando sobre a importância das diferentes densidades no treinamento, ou seja, a pausa de recuperação entre tiros ou sessões de treino.
Acho que deixei passar essas dicas: grandes ultramaratonistas falam o que devemos e o que não devemos fazer em ultras! Esse é o tipo de remédio que deve ser consumido sempre com extremo cuidado (baixas doses!) porque não é nada mais nada menos do que a história sendo contada pelos vencedores/sobreviventes. Teoricamente o que (eles dizem) NÃO fazer vale substancialmente MAIS do que o fazer.
Uma lista com as 17 melhores maratonas americanas para se estrear! Várias categorias que servem para todo nível de corredor!
Um infográfico bacana com várias informações de 5 das maratonas majors.
Até no atletismo o fato é muito presente. O vídeo abaixo da campanha #CoverTheAthlete sugere para que cobremos isso da imprensa, menos sexismo! *demorei um pouco para entender, mas as perguntas foram alteradas para se encaixar com as respostas dadas pelos atletas do filme.
Sobre treinos curtos e intensos, hoje tem 2 x 1.200 + 2 x 800 + 4 x 400. Oba !
Domingo fiz um “longo” de 14 km e quase morri de tédio.
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Balu, vc falou sobre o doping russo em algum lugar? Dei uma procurada aqui e n achei.
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Não, estourou ontem e só vai ter espaço pra sair 6a e depois 3a. Sugiro o que saiu no The Guardian, no The York Times, no blog do Steve Magness e do Ross Tucker, que são os que publicarei aqui.
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