Leituras de 6a Feira

Poderia ser a percepção subjetiva de esforço uma enganação subjetiva de esforço? *dica do Nelton Araujo na Mundo Tri!

15 anos depois, um vídeo muito bacana da British Athletics em primeira pessoa conta o alívio e quão especial foi o ouro de Jonathan Edwards no triplo nos Jogos Olímpicos de Sidney em 2000!

Longa Leitura do Dia: às vezes não nos damos conta de como temos o privilégio de presenciar a história do esporte se desenrolar à nossa frente. No atletismo não é apenas Usain Bolt. Podemos acompanhar Allyson Felix fazer história nos 100m, 200m e 400m. Aqui uma bela matéria que alguém especial como ela merece!

A Strava divulgou dados interessantes da Maratona de Berlim de 2014! Baseado em pouco mais de 1.000 corredores, eles concluíram que o 40km é o quilômetro mais lento de todos. Comparado ao 16km, ele é 30% mais lento!

O atleta Lewis Lloyd e 2009 foi 5º colocado na final escolar britânica nos 1.500m. Ele teve a sacada de ir atrás do destino dos demais 9 atletas. A matéria completa sairá na Athletics Weekly, mas pela chamada e pelo destino do vencedor, ela tem cara de ter sido uma sacada genial!

A adidas lançou em abril o vídeo abaixo que me escapou:

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4 pensamentos sobre “Leituras de 6a Feira

  1. Rafael disse:

    interessante o estudo do Strava.
    principalmente a parte das nacionalidades mais rápidas. No caso os Suiços.
    e dos “mais velhos”, terem um desempenho melhor que os jovens.

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  2. Pedro Ayres disse:

    Com perdão do “off-topic”, mas apenas como uma “side note”: sempre que vejo uma “leitura longa” (que não leva mais que quinze minutos) penso que há algo de estranho no ar. Imagina os livros virem com alertas de leituras longas… Esse mundo da internet é realmente muito estranho, qualquer leitura que leve mais que dois minutos é longa… E chega a ser contraditório para um “endurance athlete” ter medo de leituras mais robustas.

    Não é com você, Balu, é com o mundinho que vivemos. Estranho, estranho…

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  3. adrianapiza disse:

    Muito bom o texto da percepção subjetiva do esforço. De fato quantas vezes saímos para um tiro ou prova sentindo que não vai ser bom aquele dia (muitas vezes até sem saber, mas com o intuito de antecipar uma explicação para uma possível frustração de um mau resultado) , durante a corrida a sensação continua e é só após olhar o relógio que percebemos que estamos bem melhor do que imaginávamos? E quantas vezes achamos que estamos arrasando, no ápice, e só damos conta que não estamos tudo isso quando olhamos os números? Aliás o contrário também acontece, quando olhamos os números achando que estão marcando uma coisa e na verdade está ajustado para mostrar outra, ou enxergamos errado, e aí tentamos adaptar nossa percepção aos números vistos rs! Já aconteceu comigo! Difícil é sintonizar as 2 coisas….percepção e números!

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