Leituras de 2a Feira

Já que você não pode (nem consegue!) desafiar Usain Bolt nos 100m na pista, talvez seja o caso de tentar desafiá-lo na dança. O que acha? Aqui campanha da Pepsi com o astro jamaicano.

Leitura Obrigatória - BLOGLeitura Obrigatória: eu já havia falado aqui do ótimo texto do Ray Charbonneau quando ele saiu na Lever Renner. É ótimo não porque esteja certo, porque não sabemos se está! Mas é excelente pelo seu questionamento muito coerente de qual a melhor estratégia para um corredor amador encarar a busca de um recorde pessoal na maratona. Leia aqui! *sim, estou inclinado a tentar algo assim

10 coisas que todo corredor lesionado odeia escutar.

A aventura de correr a difícil maratona em um dos monumentos mais incríveis e famosos do planeta, a Muralha da China.

Vanderlei Cordeiro deveria ser o brasileiro a acender a tocha olímpica ano que vem? Hmmm…

O que se passa no corpo de um ultramaratonista (cérebro, olhos, boca, pés, coração, estômago, braços e pernas) que encara o desafio de fazer 100 Milhas? Muito bom!

Abaixo vão duas imagens MUITO interessantes com gráficos da dispersão dos 1.000 melhores resultados na tradicional Tely 10, grande prova de 10 Milhas que já foi objeto de análises interessantes por causa de seus quase 100 anos. A primeira imagem é com os dados dos tempos masculinos. É difícil tirar muita conclusão. A primeira é que no período da 2ª Guerra Mundial (1939-1945) apenas a edição de 1939 foi realizada. Mas é nos anos 80 e 90 que predominam mais marcas. Depois disso será que a “comercialização” da corrida teria piorado os tempos ou feito com que a elite se dispersasse em outros eventos? Não sei, especulação pura! Já o gráfico feminino conta com tempos a partir de 1969, 1ª edição. Mas a maior parte das marcas é e 2000 para cá, em sinal claro de que a corrida vai ganhando força (em quantidade e qualidade!) entre as mulheres. *ótima compilação feita pelo Graydon!

Distribuição masculina: interrupção durante a 2a Guerra e anos de ouro entre 80 e 2000.

Distribuição masculina: interrupção durante a 2a Guerra e anos de ouro entre 80 e 2000.

Distribuição Feminina: ocorre desde 1969, mas melhores marcas concentradas a partir de 2.000.

Distribuição Feminina: ocorre desde 1969, mas melhores marcas concentradas a partir de 2.000.

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3 pensamentos sobre “Leituras de 2a Feira

  1. Andre Berlesi disse:

    Muito legal o texto do Ray Charbonneau. Splits negativos são raros e os números mostram isso. Entre os amadores então é coisa rara. Me parece que na elite eles ocorrem (splits negativos) quando o atleta não “quebra”. Ali na frente ninguém ganha prova se poupando muito não. Aquele que não quebra ganha a prova.

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  2. Alguns amadores têm um certo fetiche pelo split negativo. Acho que entre os profissionais eles não estão nem aí pra isso, até porque em 90% das provas eles correm pela colocação ($$$) e não pela marca.
    Sempre que um amador enche o peito e fala “fiz split negativo” eu dou uma risadinha. Afinal, em uma maratona não é tão difícil passar a primeira meia pra 2:00 e a segunda pra 1:56, mas pra quem corre no limite baixar mesmo que alguns segundos na segunda parte da prova é muito mais difícil.

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