Leituras de 4a Feira

Um infográfico simples com números interessantes do mercado de corrida nos EUA (sem totaaal confiabilidade!) que podem ser cuidadosamente extrapolados. *dica do Luis Oliveira.

No The Guardian uma entrevista com o meio-fundista Leo Manzano. O atleta americano é bem interessante de ser ouvido. Mas tal qual fizeram com Bernard Lagat, ~estranhamente~ a repórter do jornal britânico faz uma pergunta sobre tênis. Mais! Na matéria há ainda um link para venda. É de graça? Não, lógico que não é… nunca é!

Um documentário que joga um balde de água gelada em quem gosta e acompanha atletismo de alto nível. Ele dá muita força à voz dos que acreditam que a maioria da elite se dopa. Um especial alemão fala sobre o incrível mar de lama que envolve os melhores russos e quenianos. Terrível… felizes são os ignorantes…

Tenho enorme dificuldade para sair defendendo a corrida como alternativa no tratamento de algo tão sério e complexo quanto a depressão. Meu ponto é simples: essa tese dá a impressão dessa doença não ser algo seríssimo. Além disso, ela não pode ser eficiente se a pessoa não se identifica com esse esporte. Imagine você tendo que nadar ou jogar vôlei só porque alguém que ama esses esportes acha que a ideia é boa. É por aí… pode ser alternativa, não base de partida! Aqui um texto que deixei passar, mas que reli após a dica do Daniel Malaguti!

10 tipos de corredores que todos nós conhecemos!

Off-topic: o autor daquele que é provavelmente um dos melhores blogs de saúde do país, o médico Luis Claudio Correia entrevista o médico britânico Aseem Malhora. O brasileiro tem a estranha mania de contestar tudo aquilo que é dito da boca para fora pelos profissionais de saúde que insistem em repetir sem questionar se estamos fazendo a coisa certa. Já o britânico vem contestando “sabedorias universais” como a dieta low-fat e o exercício como agente emagrecedor. O trabalho dos 2 valem a visita! Na terra da Rainha, Malhora não sai da TV e dos jornais! Já aqui no Brasil…

O 3º episódio da série da Saucony Be a Seeker é com o hoje famoso Caballo Blanco:

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Um pensamento sobre “Leituras de 4a Feira

  1. Bom, minha opinião é a seguinte: não dá para tratar depressão só com corrida. Mas também não dá para tratar só com medicamentos ou só com psicoterapia. Tudo isso ajuda, nada resolve por si só, a depressão é uma doença única porque afeta o corpo (química cerebral), a mente e até, para quem acredita, o espírito.

    Para quem não gosta de corrida, claro, melhor outras alternativas, o importante é ter uma atividade aeróbica que gere endorfina e endocanabinóides, melhorando a química cerebral.

    A questão é que eu acho que o esporte é subestimado. Se o doente vai ao psiquiatra tem 100% de chances de sair com uma receita de medicamentos, uns 60% de chance de sair com uma indicação para psicoterapia e algo próximo de zero de sair com a indicação de um treinador, academia, ou coisa que o valha. Ou seja, a prática médica hoje subestima tremendamente a importância do esporte.

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