Sobre Nutrição e Falácias – parte 1

OU SOBRE A FALÁCIA DA CAUSA DO SOBREPESO

Dias atrás eu resolvi explicar o porquê ir a um Nutricionista Esportivo (excluindo-se assim todos os casos de patologias e/ou necessidades especiais como queimados, gestantes, hipertensos…) NÃO é um bom investimento (ou aposta) na sua saúde. Como ele chegou a quem não me lê nem conhece o que penso, vou aqui explicar os pontos e mostrar o embasamento que me cobram.

Mas antes de qualquer coisa, aos que ficaram incomodados ou ofendidos, peço as mais sinceras desculpas porque nunca foi essa a intenção. Repare que eu JAMAIS disse que sejam todos eles ruins (ou incompetentes). Não só eu não acho isso como acho que o grande problema em procurar um é JUSTAMENTE ele ser tão bom que ele necessariamente vai aplicar aquilo que lhe foi ensinado. Porém, o problema é que a Nutrição como a conhecemos, não é ciência. É em boa parte um arremedo de bom senso, achismo e adivinhação (pseudociência).

Além disso, aos ofendidos, quem sou para julgar a índole ou a intenção de alguém ao tratar seu cliente? Só que a boa (ou a má) vontade não dá (nem tira) recursos técnicos a nenhum profissional. Querer o bem não implica necessariamente em fazê-lo, ainda que o mal venha sem querer.

Confesso que eu não queria pedir desculpas porque nunca quis ofender. Mas ofendendo, não me custa. Só que “quando se ofender rende poder às pessoas, as pessoas se ofendem mais facilmente”. E é por isso que não só não volto atrás em meu ponto como reforço: do ponto de vista do Risco, ir a um nutricionista esportivo é um péssimo negócio. Mais do que isso, é perigoso porque independente de qualquer coisa, o resultado será provavelmente ruim ou pior à saúde. Então a minha dica aos corredores se mantem.

A culpa é de taubes. Se fosse mais lido na graduação, não ficariam bravos comigo...

A culpa é de Taubes. Se fosse mais lido na graduação, não ficariam bravos comigo…

A Nutrição no século passado muitas vezes fez a teoria antes da prática torcendo para que ela dê certo. Um exemplo bem claro é o da base para o emagrecimento. Ou melhor, o que nos levou a engordar num primeiro momento.

Está lá no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) a definição: a causa fundamental da obesidade e do sobrepeso é o desbalanço entre as calorias consumidas e as calorias gastas. Ou seja, para a OMS, é uma questão de balanço calórico. Mas voltamos ao ponto, é mais do que provável que por décadas de confusão invertemos causa e consequência. Isso porque a Lei de Termodinâmica diz que alguém que engordou 1kg acabou consumindo calorias a mais do que gastou. Ela explicou a consequência do acúmulo, mas não a causa do consumo excessivo. Ela apenas relata o fato (engorda) sem jamais explicá-lo em sua origem.

Quando vamos para o campo do peso corporal, isso significa que as calorias ingeridas menos as gastas resultam nas que serão depositadas na forma de gordura quando este balanço for positivo. Ou seja, se a pessoa precisa de 2.000 calorias e ingeriu 2.500, estas 500 calorias do balanço positivo são um excesso que seria convertido em gordura.

Podemos tentar explicar por diversas analogias. Uma delas é fazer um paralelo de uma pessoa com edema (“inchaço”). Nessas condições médicas, um indivíduo assim acaba perdendo muito líquido das veias para o tecido com edema. Não importa o quanto ele beba de água, a sensação de sede não passa porque o líquido não fica no sangue, onde teria fim essa sensação.

Um outro exemplo ainda para explicar a questão de como a Nutrição (e a maioria de nós) encara de modo equivocado o ganho de peso no obeso seria através de um indivíduo diabético ainda não devidamente tratado. Essa pessoa produz uma grande quantidade de urina e tem muita sede. Você poderia argumentar que ele urina muito porque bebe muita água. A melhor explicação, porém, sabemos ser outra: urinando tanto, ele precisará beber muita água. Sabendo que ele é diabético, conseguimos explicar que o motivo, a causa, a explicação do enorme volume de urina é a doença (diabetes), não o fato de beber muita água. Não seria bem aceito tentar explicar que no caso dessa pessoa a razão de tanta urina seja beber muito, pois sabemos que ele urina assim porque é um diabético mal tratado. Essa analogia tenta explicar que urinar e beber muita água são consequências de uma doença, no caso, a diabetes.

A bioquímica comanda e regula nosso comportamento, não o contrário. Se você tem um paciente bebendo 15 litros de água por dia e urinando 15 litros de água por dia, pode ser que seja o caso de uma desordem comportamental. Mas é mais provável que ele tenha diabetes. Pedir que ele se controle, tenha força de vontade, “não seja preguiçoso”, “não tenha tamanha gula” por líquidos e “pare de beber tanta águanão o curará da diabetes. Mas por uma crença de lógica similar estamos seguros e acreditamos que pedir que alguém pare de comer muito resolve a obesidade de alguém com sobrepeso.

6387471Talvez valha questionarmos: será que ao tentarmos reduzir a ingestão calórica de um indivíduo com sobrepeso não estamos tentando resolver o grave problema da obesidade como alguém que fosse tentar curar um diabético apenas cortando a ingestão de água dele? Fazendo outra analogia, explicar o excesso de peso tão somente por uma ingestão exagerada de comida é como tentar explicar o alcoolismo pelo consumo de álcool esquecendo e ignorando toda a questão por trás da doença alcoolismo.

A febre é ainda outra boa analogia para explicar a obesidade, suas causas e consequências. Se dermos um banho de água gelada em alguém febril, conseguiremos baixar um pouco a temperatura do indivíduo que estará levemente elevada por causa da enfermidade. Porém, sabemos que o banho por si só não irá curá-lo. Mais do que isso, para restabelecer a condição, seu corpo irá disparar algumas reações como tremer para gerar calor e contrair alguns vasos sanguíneos para perder menos calor pela pele. Ou seja, tratar um obeso oferecendo menos comida não deixa de ser como tratar alguém com febre, dando banhos de água gelada. Estamos provavelmente combatendo algo sem saber sua causa e, mais importante, ainda gerando reações. No nosso corpo essa reação é o das células adiposas terem muito combustível (via consumo exagerado de alimentos) e acabam por produzir ainda mais gordura em vez de utilizar essa energia para as outras funções de manutenção do organismo.

Pode parecer repetitivo listar analogias que nunca serão perfeitas, mas é quase central, é extremamente importante que tenhamos bem fixo esse problema fundamental de não confundir causa e consequência no debate sobre obesidade. Imagine que por décadas a Nutrição tem ido dormir de sapatos como resultado de uma enorme bebedeira e no dia seguinte acorda quase sempre com uma forte dor de cabeça (ressaca). Porém, a solução escolhida pela Nutrição é recomendar que, ainda que cambaleante, tentemos todos tirar os sapatos antes de dormir porque, afinal, sempre que ela dormiu de sapatos, acordou de ressaca. Pois por décadas ainda que seguindo as orientações dela de tirar os sapatos antes de dormir bêbados, a enxaqueca no dia seguinte vem sempre igual. Precisamos lembrar que o culpado é o uísque, não o dormir calçado.

A Nutrição ainda acredita neste conto de fadas. Pois amanhã vou explicar o porquê a ideia do balanço calórico (e MUITOS nutricionistas têm uma tara por calcular nosso gasto e consumo) é falho em sua totalidade… seja no consumo, seja no gasto, ela não sabe o que fazer e nem tem como fazê-lo. A fé, a boa vontade, boa índole ou querer, lembremos, não é o suficiente. Amanhã continuo!

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90 pensamentos sobre “Sobre Nutrição e Falácias – parte 1

  1. Luana disse:

    Olá Danilo! Primeiramente parabéns pela coragem!
    Sou estudante de Nutrição, e é triste ver como as pessoas são crédulas, não questionam ou pensam por si mesmas. Quando você vai atrás dos fatos, não acreditando ou escolhendo acreditar no que lhe é conveniente, é simplesmente assustador o que você encontra, principalmente no campo da Nutrição: Pirâmide alimentar, comer de 3 em 3 horas, gordura saturada, colesterol… enfim.
    Vejo estudantes do 3° ano de nutrição que não tem a menor ideia de onde vieram as recomendações que seguem e que vão prescrever para seus pacientes, a maioria nem tem culpa, o fazem porque foram ensinados dessa forma. Mas uma vez confrontados com bases cientificas sérias (disponíveis hoje) é absurdo que não se permitam nem ao menos ler sobre, pensar, confrontar e debater idéias.

    “The first key to wisdom is assiduous and frequent questioning. For by doubting we come to inquiry, and by inquiry we arrive at truth”

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    • Danilo Balu disse:

      Oi Luana! Tudo bem? Nutrição não é ciência… ela queria ser e até flerta com, mas não é ciência ainda.

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      • Eyder Pinheiro disse:

        Danilo, é uma pena que existam pessoas como você que falam o que vem na cabeça. E o pior você nao tem respeito com os profissionais nutricionistas que estudaram, se dedicam e utilizam seus conconhecimentos em prol da saúde das pessoas. Você pode induzir ao engano pessoas que nao conhecem a nutrição, mas você também está denegrindo uma profissão importantíssima na sociedade brasileira. É por isso que você será brevimente processado por conta de suas asneiras faladas sobre o profissional nutricionista.

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    • Caroline disse:

      Prezada Luana, me desculpe, mas fico triste de ver uma estudante de Nutrição aplaudindo uma pessoa que simplesmente denegriu a profissão que você quer ter um dia. É muito importante que você como estudante e nós, como profissionais, tenhamos sendo crítico, porém não podemos concordar com essa pessoa que simplesmente ridiculariza, banaliza e generaliza profissionais e a graduação em Nutrição como algo inutil, tolo, e ignorante. Cuidado, pois futuramente será você quem ele estará chamando de inútil. Pense bem se não está buscando a profissão errada, afinal, vc aprova a conduta de quem julga a Nutrição como não ciência mas não usa a ciência para justificar seus argumentos.

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      • marinademarzo disse:

        Caroline, onde estão as refutações científicas a respeito do que o Danilo escreveu?
        Vejo apenas um bando de nutricionistas raivosos por ele estar mexendo em um vespeiro… mas cientificidade, e apoio à busca da verdade nutricional, doa a quem doer, é praticamente inexistente (salvo um ou outro, como a Luana).
        Ele está mexendo onde dói em você e nos demais profissionais, na autoridade. Mas ela têm que parar de ser construída pelo título, e voltar a sua origem, e sim na autoridade pelo conhecimento real das coisas… fato bem longe do caminho da Nutrição hoje.

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      • Yumi Yasashi disse:

        Marinademarezo, eu respondo a vc:
        O Danilo foi muito infeliz nas comparações e sinceramente questiono o quanto ele estudou nessa faculdade. Pq parece que ele passou colando muito, o que não é difícil para um universitário e todos sabem disso.
        Danilo alega que s Nutricionistas se baseiam em teorias e fatos isolados para diagnosticar um paciente. Nada mais equivocado. A causa da obesidade é multifatorial e aprendemos isso a partir do terceiro período de estudo na universidade. Não se pode alegar que um paciente obeso o é somente por sua ingestão calórica, pois vários fatores contribuem para a manutenção da obesidade, sejam eles genéticos, fisiológicos, metabólicos, comportamentais e outros. Cada pessoa é diferente da outra. Por isso se ele não sabe que o Nutricionista aprende sobre cada um dos fatores, volto a questionar a maneira como ele estudou na faculdade, pois me parece que ao invés de pesquisar ficou dormindo durante as aulas e passou na base da misericórdia das provas de Verificação Suplementar. Me espanta ele alegar que dando banho num paciente febril você baixa a febre temporariamente. Ora, a febre não baixa, mas apenas a superfície da pele apresentará alteração temporária na temperatura, visto que o sistema imunológico enviou sinal ao cérebro para alterar a temperatura corporal. Ele não aprendeu isso? Volto a perguntar: como será que foi o estudo dele na faculdade? Pq sinceramente… Outra coisa: alegar que o Nutricionista simplesmente diminui a quantidade de comida de alguém. Qual é a quantidade ideal para você e qual é para mim? Quanto é “muita comida” para vc e quanto é para mim? Será que a quantidade é sempre a vilã? E os outros fatores preponderantes? Ignora-os?

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      • Danilo Balu disse:

        Adoro qdo falam bobagem… ainda mais qdo entram no mérito daquilo que não sabem, por exemplo, sobre como passei ou estudei. Vc sabe que alguém é mto tosco qdo apela ao sujeito e não às ideias… Se eu posso dormir e passo nas disciplinas, qual o problema? Muda qq ideia? E vc? Nunca colou? Se vc teve que fazer faculdade para entender que obesidade é multifatorial, meus sinceros pêsames… até minha falecida avó, semi-analfabeta, sabia disso… vc precisou estudar 1,5 ano… que pena.
        Esse monte de bobagem e presunção foi sozinho? Parabéns! Porque para dizer “a febre não baixa”, certeza que vc estava em 4 apoios no chão… duvido que esteja em pé…
        Sobre o “alegar que o Nutricionista simplesmente diminui a quantidade de comida de alguém” diga ONDE eu disse que a categoria só faz isso… se fosse “só” isso, seria menos mal.

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      • Yumi Yasashi disse:

        Sua vozinha sabia dos fatores preponderantes? Poxa, então diga a todos os estudantes da área da saúde que eles não precisam mais compreender detalhadamente os mecanismos que regem o corpo humano, pois já se nasce sabendo. Vamos abandonar as faculdades e aprender por osmose e observação, pois é a mesma coisa. Engraçado ler isso de alguém que afirma que a Nutrição não é baseada em evidência, vai entender… Envie-nos sua avó para dar aulas sobre o sistema endócrino, digestório, nervoso, sobre recombinação e mutação gênica e seus mecanismos, sobre cada um dos fatores bioquimicos, fisiológicos e cada um dos componentes inerentes do corpo humano. Pra quê estudar? Basta ser semianalfabeto. Tenho certeza que o médico que acompanhou sua mãe durante a gestação aprendeu tudo por um livreto de banca de jornal sobre “as maravilhas da vagina”.

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  2. […] nutricionista muito provavelmente não sabe o porquê você engorda, invertendo gravemente causa e consequência. Não porque ele seja ruim! NÃO! Ele é bom! Mas foi assim que lhe foi […]

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  3. Lana Almeida disse:

    REPETINDO MEU POST, AFINAL COMENTÁRIOS APÓS O MEU TIVERAM RESPOSTAS, MAS NÃO O MEU… POR QUE SERÁ?

    Prezado,
    vejo o quanto eu (e as demais pessoas) estão desperdiçando o tempo lendo esse monte de “argumento” retirado de literaturas aleatórias que você selecionou ao seu gosto, e que, aliás, nem são todas citadas. Você se contradiz em seu próprio texto, o que demonstra “conhecimento” raso e/ou deficiência em português (o que se pode notar em várias partes dos textos). Prova disso é que começa o texto com “Dias atrás eu resolvi explicar o porquê ir a um Nutricionista Esportivo (excluindo-se assim todos os casos de patologias e/ou necessidades especiais como queimados, gestantes, hipertensos…) NÃO é um bom investimento (ou aposta) na sua saúde.” Oras… está visível que o texto ao qual se refere não fala apenas do Nutricionista Esportivo, é só ir lá conferir. E, ainda no texto acima, vem a frase (dentre muitas outras) que contraria o que você diz no início: “Porém, o problema é que a Nutrição como a conhecemos, não é ciência. É em boa parte um arremedo de bom senso, achismo e adivinhação (pseudociência).” Ué? Não estavas falando “apenas” da Nutrição que você conhece como Esportiva (que fique claro que é a que VOCÊ conhece nos alcances bastante limitados dos SEUS métodos de busca de saber)?

    Outra pergunta: Você disse que era Nutricionista. Isso é verdade?

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    • Nishi disse:

      “Blog Recorrido: sobre corrida, atletismo e mercado running.” Realmente não consigo compreender por que o Balu NÃO estaria falando de nutricionistas esportivos, se o tema do blog é o esporte.

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      • Lana Almeida disse:

        Olá, Nishi! Já que você o está defendendo, me diga uma coisa: ele é mesmo nutricionista, como se diz ser? Engraçado que ele não responde isso, né? E mais engraçado ainda são as pessoas confiarem numa pessoa que afirma ser algo que não é.

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      • Danilo Balu disse:

        Não precisa perguntar pra ele, não… eu falo por mim, sempre foi assim. Fiz Nutrição na FSP-USP. Não pratico, nunca pratiquei e tenho zero interesse em clinicar. Mudou algo?

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    • Lana, por que você não demonstra que hormonalmente, metabolicamente, o texto dele se equivoca? Você pode demonstrar o por que a dieta de baixa calorias é mais eficiente que a de baixos carboidratos? Que a insulina não têm papel fundamental na síndrome metabólica, na ausência de queima de gordura? Que o colesterol ruim é diretamente conseguido através do consumo de gordura saturada e que é esse consumo que causa problemas cardiovasculares e de arteriosclerose?
      Se atente em rebater argumentos com contra-argumentos, e não com ad-hominem e autoridade (ad-hominem é uma falácia lógica onde se contra-argumenta atacando a pessoa e não o próprio argumento; falácia da autoridade é não contra-argumentar o próprio argumento mas sim dizer que a pessoa está errada porque você tem um diploma ou status que lhe conferiria maior poder de falar o que é certo ou errado independente da discussão do argumento em si).

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  4. Manoela disse:

    Danilo, acho super saudável manteremos um posicionamento crítico sobre tudo o que exercitamos no dia a dia. Porém, dá para perceber que não estás inserido nas discussões acadêmicas sobre o assunto. Desculpa. Teu nível de evidência científica continua sendo o nível IV, ou seja, é apenas a opinião de um especialista. Enquanto não tiveres condições de apresentar tuas críticas com estudos científicos sérios e de maior relevância publicados em revistas indexadas… não precisa nem me mandar e-mail avisando que escreveu alguma coisa para embasar as tuas críticas. Não estou interessada em saber a tua opinião pessoal sobre a nutrição. Abraços

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  5. Marta disse:

    Caro Danilo,
    Infelizmente esse post não argumenta nada do anterior, pelo contrário, muda completamente o assunto e a forma de expressar tuas ideias. Não vi nada que esclarecesse o post em que difamou a profissão e definiu o Nutricionista como profissional inútil.
    A Nutrição é baseada em evidências científicas que, muitas vezes, mudam com o tempo, mas nem por esse motivo ela é uma área que pode ser banalizada da forma com que tu fizeste.
    Meus aplausos ao Conselho Federal de Nutricionistas, seu pronunciamento e as medidas a tomadas: http://www.cfn.org.br/eficiente/sites/cfn/pt-br/site.php?secao=noticias&pub=2038

    Um abraço e boa sorte!

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    • Que absurdo! Agora escrever uma opiniao virou motivo de justica? Censura? Vamos acabar com isso ja! Cada um tem o direito de escrever o que quiser, se voce acha que o Balu esta errado, favor contrapor as argumentacoes dele logicamente! A populacao agradece.

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      • brunojosesantos disse:

        Renata, apenas uma coisa, simples, explica e contra-argumenta tudo o que o Danilo insiste em tentar explicar. O organismo humano é algo complexo. Desta forma qualquer estudo isolado não pode ser utilizado para derrubar conceitos, apenas reforça esta afirmação.

        O conceito do balanço energético isolado não explica nada. É mais do que lógico e nem precisamos de estudos científicos para provar que o balanço energético entre o que comemos e consumimos está ligado ao ganho de peso ou perca de peso, mas não de forma igual para todos nós, por que além das calorias, ingerimos vitaminas, minerais, nossos organismos são diferentes, temos metabolismos diferentes, etc. A conta não é simples assim comeu 100kcal a mais engordou 100g como o Danilo questiona.

        O que o Danilo faz é buscar um monte de estudos isolados e tentar montar conceitos que não foram alvo dos estudos dos próprios elaboradores dos estudos. Um dos estudos buscou evidenciar se apenas o aumento da atividade física seria suficiente para obter bons resultados na redução do sobrepeso de pacientes, o estudo mostrou que não. O estudo não diz, em nenhum momento que os exercícios físicos não são parte de uma conduta ideal para se perder peso ou que eles devem ser desprezados. Apenas diz que ISOLADO se mostra ineficaz.

        Conheço nutricionistas funcionais que pararam de contar calorias há muito tempo, ir a um nutricionista funcional é passar por uma investigação de sinais e sintomas, buscar o equilíbrio do corpo, o bom funcionamento do aparelho digestivo em especial o intestino, etc. Tem nutricionista que acha que a nutrição é contar calorias, deve haver e muitos, mas isso não põe em risco a credibilidade da profissão e nem a nutrição como ciência. Existem bons e maus profissionais em todas as profissões, infelizmente.

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      • Danilo Balu disse:

        “É mais do que lógico e nem precisamos de estudos científicos para provar que o balanço energético entre o que comemos e consumimos está ligado ao ganho de peso ou perca de peso”… viu, só? É tão lógico que nem precisamos provar… esse é o rigor centífico! Se é tão óbvio, por que ate hj não há evidências que o balanço é causa e não consequência?? Sabe por quê? Porque “é mais do que lógico e nem precisamos de estudos científicos”… Será? Pra mim, isso é questão de FÉ, não de ciência.
        Não tenho dúvidas de que contar calorias não faz parte da abordagem de mto profissional. Mas essa é tida como uma das explicações do sobrepeso, JUSTAMENTE sem buscar evidências que a corroborem… vc acha isso normal?

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      • brunojosesantos disse:

        Numa pesquisa rápida localizei um link com 23 estudos sobre dietas com baixo carboidrato e seus efeitos (http://authoritynutrition.com/23-studies-on-low-carb-and-low-fat-diets/), alguns comparando com outras dietas com restrição de gorduras e assim por diante. Como não sou da área, não sei muito bem como procurar os estudos. Já sei, agora vc vai dizer que ninguém nunca fez uma pesquisa pra provar que dietas com restrição de carboidrato tem poucas calorias? Meio previsível, tenta outra…
        O senso comum tbm é ciência Danilo. Levar um tiro no coração mata segundo a medicina, não foi feito nenhum estudo científico e não deixa de ser verdade, não deixa de ser ciência, pois é a observação da realidade. Até que alguém conseguir provar o contrário. A água molha e ninguém fez nenhum estudo científico pra provar isso, o fogo queima, quando um animal que respira oxigênio fica mergulhado em líquido ele não consegue respirar e morre. Fica tranquilo, tudo isso é ciência!
        Com o tempo vamos aprender mais sobre nutrição, derrubar alguns conceitos e criar outros. Já disse várias vezes, não tem nada de errado com isso.
        Isso que vc está fazendo aqui é ciência tbm, questionando algo que tem sido verificado e observado por outros e tentando provar o contrário. O problema é que vc está fazendo simplificações e apropriando-se de estudos que não se destinam a provar o que vc evidencia. Tinha um professor que costumava dizer que se bem torturados, os dados sempre dizem o que queremos que eles dizem.
        O balanço energético funciona e nunca se provou o contrário. Ele não é a resposta para a obesidade do mundo, ele não pode ser encarado como o fator único para o sobrepeso das pessoas. Ja enjoei de escrever aqui que nosso organismo é muito complexo pra atribuir o sobrepeso a um único fator. Alguns estudo, inclusive os que vc cita, apenas provam que isolado ele não responde muito. Talvez só teríamos as respostas que vc quer ter se conseguíssemos isolar todos os outros fatores que influenciam nosso organismo. Manter pessoas com a mesma atividade física, estado emocional e ingestão de todos os nutriente, vitaminas e minerais, variando apenas a quantidade calórica. Com a tecnologia que temos hoje, não vejo muito como fazer isso, talvez no futuro.

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      • Danilo Balu disse:

        ?? Juro que não entendo seu pto… Senso comum é ciência? Então para tudo… Sério… Vc é que está dizendo que o balanço calórico é tão “lógico” que não precisa ser provado como CAUSA do ganho/perda de peso qdo vc tem exemplos mostrando que ele é mais consequência que causa. Juro que não entendi quase nada do seu pto.

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      • Bruno Santos disse:

        Não é difícil de entender. Senso comum pode ser utilizado como base de partida para ciência e pode ser derrubado a qualquer momento por um estudo científico que objetive o derrubar. O senso comum pode ser insuficiente e frágil. Quão mais frágil for, mais fácil será derrubado. A Nutrição evolui assustadoramente e é uma ciência séria com bases cada dia mais sólidas. Toda e qualquer teoria que foi criada pela nutrição ao longo de sua evolução fez parte deste processo e não deve ser utilizado para descredibilizá-la mas sim para explicar seu caminho e seriedade.
        Profissionais mal qualificados existem em todas as profissões.
        Acredito tbm que quase todas as ciências partiram da observação e foram evoluindo, exceto estas vertentes bem modernas como nanotecnologia, etc
        Entendo o que vc critica mas nunca concordarei com a forma. Você sabe muito bem que há tempos que muitos nutricionistas não fazem somente o balanço energético simples, entre outras evoluções.
        Vários dos estudos que vc citou concluíram que houve ganho ou diminuição de peso com variações do balanço energético, portanto, ele não explica o todo, mas não pode ser negado como parte dele. Talvez uma parte ainda não identificada, não saberia responder.

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      • Danilo Balu disse:

        Ele pode ser base de saída, não vejo problemas! Mas não como chegada. Não poderia ser diretriz sem antes ter sido testada, isso não é ciência. E não testam! Assumem como fato uma lógica porque é… lógica! É certo isso??

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  6. Bruno Santos disse:

    A dialética é a base da ciência, não há verdade absoluta. O tempo todo surge uma hipótese, tese ou antítese. Este processo de evolução científico é contante. Todas as ciências, sem exceção, assumiram em algum momento teorias falhas que foram derrubadas por novos estudos. Este é o seu primeiro erro, não é por que existem pontos falhos ou questionáveis na nutrição que ela deixa de ser uma ciência. Ela estuda o que se propõe a estudar e evolui de forma fenomenal. Convido você a visitar o congresso brasileiro de nutrição funcional, tenho certeza que irá se surpreender com a seriedade da ciência nutrição. Se eu encontrar um ponto falho na medicina ela deixa de ser ciência?

    Seu segundo erro foi tentar criticar teorias nutricionais como se o organismo humano fosse algo que sofresse influência de apenas um fator e pudesse ser entendido isoladamente. Uma das teorias que você mais criticou foi a do balanço energético e ele é mais do que verdadeira mas nosso organismo sofre influência de múltiplos fatores. O ganho de gordura corporal é multifatorial também. Desta forma, o balanço energético é um deste fatores e para entender este processo você deve consultar um nutricionista, este profissional sério poderá te dar uma aula sobre inflamação, bioquímica e outros tantos fatores que contribuem para o ganho de gordura corporal.

    O terceiro erro seu foi querer criticar uma ciência com base nas suas convicções. Sua convicção ou opinião não é ciência, a nutrição sim é uma ciência, séria, amplamente difundida mundo a fora, com estudos científicos sérios e em constante evolução.

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    • Danilo Balu disse:

      Oi Bruno! Tudo bem? Meu pto não é sobre estar ou não certo, é sobre falta de método. Não é errar que faz algo deixar de ser ciência, mas a falta do método. Até mais!

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      • Bruno Santos disse:

        Então vamos exemplificar. Vc criticou o sódio, segue matéria da Harvard. http://www.hsph.harvard.edu/nutritionsource/salt-and-sodium/sodium-health-risks-and-disease/
        Nesta matéria, na sessão de falando do sódio, são citados estudos com amostra de 10 mil pessoas, 32 países, tempo de estudo 10 a 15 anos. Não vejo falta de método. São estudos sério sobre a associação do sódio e hipertensão arterial, doenças do coração com amostra e tempo mais do que aceitáveis e resultados práticos com base no estudo apresentado. O que estaria errado nestes estudos?

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      • Danilo Balu disse:

        Pra cada estudo vilanizando o sal, vc consegue outro o inocentando. Veja bem, a PRÓPRIA diretriz do Sal é explicada e justificada por UM estudo com 412 pessoas por 30 dias… Tenho uma tabela (não cabe nos comentários porque a plataforma não suporta imagens) com uma distribuição de estudos no tema justamente mostrando uma total e completa falta de padrão. Vou tentar colocar semana que vem no post sobre Sal.

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      • brunojosesantos disse:

        Mas isso é dialética que citei anteriormente, a base da ciência. Nada mais natural do que se buscar derrubar teorias através de antíteses. Os cientistas de todas as linhas de estudos estão o tempo todo buscando isso. Derrubar conceitos e criar novos. Na educação física, matéria base do seu blog, tenho certeza que existem estudos contraditórios também e isso não a descaracteriza como ciência.

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      • Danilo Balu disse:

        Não Bruno, não é sobre contradição… A diretriz foi montada e é justificada em UM estudo com 412 pessoas por 30 dias… Primeiro houve a msg (coma menos sal), depois vamos atrás de um motivo vgb qq. É uma justificativa pra algo inventado. Isso é ciência??

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      • brunojosesantos disse:

        Bem se você acha um estudo de 10 mil pessoas, em 32 países e outro com 10 a 15 anos de acompanhamento é uma invenção dai realmente não há como argumentar com você e eu te parabenizo pelo princípio científico de suas afirmações. Se você acha que um estudo com k de 400 pessoas com 30 dias de follow up derruba um estudo com k de 10 mil com 15 anos de follow up eu te parabenizo novamente. Inscreva-se agora mesmo em um doutorado por que vc está mais do que preparado cientificamente para desenvolver linhas sérias de estudo. Eu afirmo, mesmo sem conhecer o estudo a que vc se refere, que no máximo ele trás evidências que precisamos aprofundar ainda mais as pesquisas sobre o sódio pois sua interação com outros minerais ou em determinados biotipos deve levar a outros resultados, nada mais do que isso.
        Ninguém está inventando nada. Observa-se e se supõe algo, posteriormente vamos atrás de base científica para determinada afirmação. Pode-se provar a hipótese num primeiro estudo e depois mudar o método, a amostra ou outro fator para se derrubar o que se observou e provou no primeiro estudo. Nada mais natural e científico. Muitos dos conceitos científicos que conhecemos surgiram assim. Alguém observou um determinado fenômeno, supôs que havia algo a ser estudado e posteriormente foi atrás de comprovar. Como em toda ciência existem bons e maus cientistas. Gente séria que faz estudos com metodologia e gente que observa algo e divulga antes mesmo de se comprovar. E eu te digo, tem muita boa, séria realizando estudos muito complexos. Muito do que conhecemos da nutrição hoje será melhorado, muito será abandonado e muito ainda será descoberto.
        Vou te dar um outro exemplo bastante simples de se fazer analogia, a fitoterapia surgiu na medicina com a observação da cultura de determinados povos que utilizavam ervas para tratamento e prevenção de doenças, sem nada de base científica como tradicionalmente conhecemos, posteriormente foram se realizando estudos, testando a eficácia e hoje ela é reconhecida pela Agência nacional de Saúde, pelo CRM e outras entidades médicas como um ramo da medicina, sério, com base científica e em constante evolução. Muitas das condutas terapêuticas da fitoterapia foram abandonadas ao longo desta evolução e nem por isso ela deixou de ter seu reconhecimento.
        Medicina Tradicional Chinesa chegou a ser considerada charlatanismo quando começou a vir pro ocidente e hoje é objeto de estudo de cientistas sérios e muito do que se faz já tem eficácia comprovada.
        Um médico vem e faz um estudo sério associando tabagismo ao câncer de pulmão, depois eu encontro, por exemplo, uma população de uma determinada tribo africana que fuma muito, durante anos e ninguém desenvolve câncer. Se eu fizer isso, podemos descredibilizar a medicina como ciência? Não, apenas teremos um novo fato para se estudar. O primeiro estudo está errado e o médico que o fez inventou algo? Não também, apenas se evidenciou que existem outros fatores que estão relacionados ao câncer.
        Durante a evolução da química como ciência muita coisa foi afirmada e comprovada como absurda anos depois.
        Eu sou administrador de empresas e o que tem de gente afirmando coisas absurdas não é brincadeira. Nem por isso eu descredibilizo minha área de atuação como uma ciência humana séria, em constante evolução, formada de gente séria, com estudos sérios e gente sem nenhum compromisso que afirma qualquer tipo de coisa, faz publicações levianas e arrasta consigo pessoas milhares de adeptos.

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      • Danilo Balu disse:

        Vc não sabe do que estou falando… Esse estudo de 412 pessoas é o que eles justificam para limitar o consumo de Sal… Essa é a ciência da diretriz! Não acredite em mim, veja vc mesmo no site do NHI (EUA)…

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      • brunojosesantos disse:

        Confesso que havia entendido errado sua colocação, desculpe-me.

        Então você diz que a nutrição não é ciência por que sua base científica é frágil. Um ponto que até pode ser discutido é que deveria haver mais rigor nos estudos nutricionais que são publicados, confesso que não conheço este rigor e não poderia opinar sobre isso. Mas este fato não coloca a nutrição científica em cheque. O guideline sobre ingestão de sódio da Organização mundial da saúde publicado em 2012 (http://www.who.int/nutrition/publications/guidelines/sodium_intake_printversion.pdf), por exemplo, faz uma revisão em 62 publicações, boa parte delas são artigos científicos, com base estatística e apresenta o tema de forma bastante séria. Isso não é ciência para você?
        Diga então que vc não concorda com a fragilidade estatística de alguns estudos da nutrição e não que a nutrição baseia-se em falácias. Critique o rigor acadêmico que se adota para algumas publicações e não a nutrição como ciência. Como disse, não conheço muito sobre as diretrizes para uma publicação da área da nutrição ser aceito pela comunidade científica.
        Um estudo científico com base estatística frágil vai, no máximo, ser derrubado por outro, nada mais do que isso. Ou virão outros estudos com k e follow up mais apropriado que irão afirmar o que se evidenciou naquele primeiro estudo, segundo vc, frágil. Nada mais do que isso. O que provavelmente aconteceu com o primeiro estudo sobre sódio a que vc se refere. Desde este estudo publicado, outros vieram a corroborar com a tese evidenciando a conclusão inicial e os guidelines sobre ingestão de sódio pelo mundo.
        Pra finalizar por hoje, este estudo a que vc se refere é do departamento de medicina de uma renomada instituição científica (1Department of Medicine, Brigham and Women’s Hospital and Harvard Medical School, Boston, USA.). Então vamos mudar o título de seu post. A Medicina e suas falácias! Tenta lá. Se as nutricionistas já ficaram exaltadas com suas postagens levianas tenho certeza que a comunidade médica ficará bem feliz caso vc resolva os atacar tbm. Próximo estudo científico a ser publicado Danilo Balu e a arte de fazer amigos na internet.

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      • Danilo Balu disse:

        Oi Bruno! Veja bem… por usar um pouco de ciência vc acha que dá para chamá-la de ciência. Por NÃO usar ciência em mta coisa, eu já acho que não dá. Não à toa eu a chamo de pseudociência. Sinceramente? Pouco importa, afinal vão continuar a chamar de ciência uma profissão que monta direriz na base do bom senso… foi assim com sal, carboidrato e na pirâmide alimentar. Com a gordura saturada montaram na base da associação. Vc disse: “isso não coloca a nutrição científica em cheque”. Não mesmo! Há MUITA ciência sendo feita na Nutrição! Eu não poderia concordar mais! Nunca disse o contrário! O problema é que envelopam tudo como se isso fosse praxe na área. Não é… Sabe qual um dos métodos que mais me aborrecem na Nutrição? Inversão de prática e teoria… eles inventam uma diretriz, estabelecem recomendações e depois tentam provar. Isso é ciência? Sei não… Até mais!

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  7. Adna Araujo disse:

    Estou me esforçando pra ler tudo isso e entender o porquê do CFN ter me encaminhado uma nota de repúdio citando seu nome, jovem! Por ora, te acho um crítico das atitudes de blogueiros modistas…blogueiros que nada têm a ver com a Ciência da Nutrição. Ciência sim, meu caro!

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  8. […] Pois com a frequência com que é falado sobre a obesidade como resultado do desbalanço calórico, poderíamos imaginar que isso tenha sido arduamente testado em experimentos rigorosamente controlados em algum momento do passado. Pela enorme dificuldade e custo de se fazer um grande estudo para provar esse ponto, a resposta mais fácil era achar que engordamos porque comemos demais; para isso bastava fazer uma associação de que quem come muito é gordo, sem buscar descobrir o que era causa e o que era consequência. […]

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  9. Hugo Rodrigues disse:

    Ciência é uma palavra que deriva do termo latino “scientia” cujo significado era conhecimento ou saber. Atualmente se designa por ciência todo o conhecimento adquirido através do estudo ou da prática, baseado em princípios certos.

    Sim! Nutrição é ciência.

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  10. […] eu expliquei os graves erros que a Nutrição Aplicada comete. Primeiro porque ela não sabe o quê nos faz engordar numa clara inversão de causa e consequência. Além disso, um dos seus pilares (calorias) é falha no que diz respeito […]

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  11. […] No primeiro texto quis debater o quão fraca é sequer a explicação para nosso sobrepeso naquela que parece possuir uma grave troca entre causa e consequência na qual se apoia a Nutrição. Depois disso falei da falta de evidências estatísticas ou de estudos sobre o balanço calórico ou da relação das calorias com obesidade. Tentei ainda falar de como ignoramos uma compensação do organismo e de como sequer sabemos quanta energia seria preciso para haver queima de gordura. […]

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  12. […] [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8] [9] [10] [11] […]

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  13. […] Pois com a frequência com que é falado sobre a obesidade como resultado do desbalanço calórico, poderíamos imaginar que isso tenha sido arduamente testado em experimentos rigorosamente controlados em algum momento do passado. Pela enorme dificuldade e custo de se fazer um grande estudo para provar esse ponto, a resposta mais fácil era achar que engordamos porque comemos demais; para isso bastava fazer uma associação de que quem come muito é gordo, sem buscar descobrir o que era causa e o que era consequência. […]

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  14. […] nutricionista muito provavelmente não sabe o porquê você engorda, invertendo gravemente causa e consequência. Não porque ele seja ruim! NÃO! Ele é bom! Mas foi assim que lhe foi […]

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  15. Marcelo Santos disse:

    Bom dia!

    Como nutricionista e bioquímico / pesquisador, meu total repúdio a suas postagems acerca da nutrição. Você tem um longo caminho pela frente pra aprender nutrição e bioquímica. Abraços.

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  16. Juliana Ferreira disse:

    Caro Danilo,

    Que pena tenho dos seus argumentos equivocados! Cita bioquímica, mas nada parece saber a respeito (recorra a uma mapa metabólico antes de escrever outra asneira parecida); menciona fisiologia e tão pouco parce compreender a homeostase neoroendócrina; vomita falácias sobre nutrição e nada entende sobre essa ciência!

    Enfim, posso cientifica e socialmente afirmar que você é ignorante! Se informe melhor antes de espalhar suas asneiras por aí, infelizmente você poderá atingir um indivíduo e causar prejuízos a saúde dele!

    Desejo discernimento aos seus leitores;

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  17. […] e Educação Física são péssimas para compreender a problemática do controle/perda de peso (falei aqui), ainda assim, chamam para si essa missão. Essa ideia de que estamos sedentários e por isso […]

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