Leituras de 5a Feira

Na seção de esportes do ótimo Five Thirty Eight, um post completo sobre o boom da Beer Mile. Eu não sabia dos tempos das melhores do mundo, agora tenho certeza absoluta que temos mulher páreo às gringas!

No Huffington Post um bate-papo com Bill Rodgers, ex-campeão da Maratona de Boston, falando sobre sua carreira, maratona, o boom da corrida hoje e ontem.

Na BBC um belo texto sobre como a sonhada vida de ser um atleta profissional pode ser um “lugar” solitário e nos deixar vulneráveis. *no fundo no fundo, acho que a molecada não quer ser profissional, quer ser estrela do esporte...

Alguns grandes nomes da ultramaratona em curto vídeo dão seus motivos e razões do porquê se correr 100 Milhas (161km).

Um dos grandes problemas do antidoping hoje não é nem o de não haver dinheiro suficiente para as agências, mas o fato delas ainda não serem independentes. Assim, o conflito de interesse e a possibilidade de orquestrar uma fraude só aumenta. Ponto para a Outside e sua matéria no assunto!

O The Guardian separou os 10 grandes momentos da corrida e do atletismo em 2014. Bem escolhidos!

Tempo atrás postei sobre aquela que seria a prova mais difícil do mundo, a Barkley Marathons. Abaixo um dos trailers. Quem não viu, recomendo que veja o filme mais longo de tempo atrás.

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3 pensamentos sobre “Leituras de 5a Feira

  1. Nishi disse:

    Por que correr 100 milhas (160,9 km no meu GPS)? Porque eles conseguem… um dia, talvez, eu chegue lá. Só não sei se quero isso mesmo.

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  2. Adriana Piza disse:

    Sempre tive curiosidade em saber como funciona essa logística dos testes anti doping (fiz o mestrado e doutorado desenvolvendo testes diagnósticos). As agências, os laboratórios que testam, sempre achei tudo muito confuso. Fiquei mais confusa depois de ler o texto….Só entendi que a Wada decide as regras, mas não testa. Depois tem os órgãos internacionais, tipo IAAF e cada país pode ter a sua própria agência. O custo para o país ter a própria deve ser alto, não entendi se vale a pena ou não…imaginei que a IAAF é que fosse imparcial, independente, que confusão! Um dia queria entender melhor tudo isso.

    Mas o que mais entendi foi essa frase, muito boa…

    “Nothing—not even the testing—matters when the people administering the tests are corrupt.”

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    • Danilo Balu disse:

      Já tentei tb entender… fora que a jurisprudência atrapalha.. o caso Armstrong foi assim, por exemplo, com uma agência passando por cima da outra. E laboratório além de caro, tem que ser bancado pelo próprio país e isso acarreta perde de “produção”, ou seja, um país pobre tem assim que colocar mto dinheiro em algo que na prática só vai fazê-lo ir necessariamente pior nas competições. Dureza, né?

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