Leituras de 4a Feira

É injusto falar que eu não apareço em fotos porque durmo nos eventos. Aqui vai meu argumento: na The Atlantic um artigo falando como ser um atleta melhor dormindo mais.

marine corpsClique ao lado e veja ampliado um gráfico simples e bacana que a organização da ótima Marine Corps Marathon, uma das maiores dos EUA (e do mundo), montou pra entendermos melhor o fluxo de chegada dos atletas.

Todo o mercado de corrida cresce, então não poderia ser diferente também nas ultramaratonas. Em 10 anos elas mais que triplicaram nos EUA segundo dados da Ultra Running. Mais. Elas seguem um padrão meio que esperado na participação feminina, elas que já são maioria nos 21km nos EUA e quase metade nas Maratonas, quando se aumenta a distância ainda há uma participação (e crescimento) discreto das corredoras em ultras (pouco mais de 25%).

O que faz dos quenianos os melhores maratonistas do mundo?

Já comentei que tenho meio que uma crença sem muita explicação na ideia de que o estudo de técnicas de respiração ainda possa contribuir com grande melhora num futuro não distante. A Runner’s World reedita uma matéria da Men’s Health sobre como respirar melhor pode nos ajudar na nossa corrida.

Mais uma boa dica do Luis Oliveira sobre um assunto que já toquei aqui algumas vezes: talvez aplicar gelo não seja a melhor coisa a fazer nas lesões.

Abaixo o vídeo da nova e bela campanha da PUMA, a #Fight4Fairness:

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6 pensamentos sobre “Leituras de 4a Feira

  1. martinhovneto disse:

    Minha maior preocupação na respiração é em não me preocupar com ela, rsrs. Ja li bastante sobre técnica de respiração, mas não sei se por ineficiência minha ou das técnicas que utilizei, não vi muita diferença, a não ser aquela da respiração total (que utiliza o diafragma mas também expande o tórax) que te “enche” mais o pulmão, e mesmo esta pra mim dá apenas um conforto em momentos difíceis rsrs.

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  2. Hélio Shiino disse:

    – Já comentei que tenho meio que uma crença sem muita explicação na ideia de que o estudo de técnicas de respiração ainda possa contribuir com grande melhora num futuro não distante. A Runner’s World reedita uma matéria da Men’s Health sobre como respirar melhor pode nos ajudar na nossa corrida. –

    (…) It gets worse. “Most runners breathe evenly with their cadence, inhaling every two steps and exhaling every two steps,” says Coates. “That means they begin each exhalation on the same foot.” Ever notice more pains on one side of your body than the other? Now you know the reason. (…)

    Sabe em que fase que, involuntariamente, eu percebo os momentos da respiração???
    (1) Quando volto a correr depois de um bom tempo de inatividade. Muito ofegante durante e após um treino! Falta de condicionamento cardiorespiratório!
    (2) Quando termino uma prova. Muito Ofegante após uma prova! Esforço muito grande!

    Sabe essa questão de qual pé está tocando no chão sincronizado com inspiração ou expiração?
    Confesso que cheguei a dar atenção para isso. Alternando 2 inspiradas com 2 expiradas em sincronia com o tocar com o pé. E nesta sequência, realmente, vai de encontro com o trecho acima retirado do link
    http://www.runnersworld.com/running-tips/i-got-faster-by-breathing-better
    mencionado no post. E já tinha ouvido falar, também em outras fontes, desta possível “falha ou não” desta relação passada-respiração.

    Ultimamente tenho tentado me abstrair de qualquer “regra” de respiração até mesmo porque tenho que prestar atenção em tantas outras coisas durante o treino/prova que sobra quase nenhum tempo para este. Está no piloto automático mesmo.

    Tenho me esforçado para que se tornasse cada mais natural o aumento da frequencia da passada. A frequencia da respiração, com o condicionamento, naturalmente, faz com que ela caia. E é possível que com esta desincronização passada-inspiração/expiração eu esteja, também, inspirando/expirando durante o vôo.

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  3. Adriana Piza disse:

    Interessante o artigo sobre “dormir mais”! Mas será que deve ter um limite que ultrapassado dá o efeito reverso? Dormir exageradamente não deixa mais sonolento?

    Quanto ao problema de muitas viagens dos atletas, quem viaja na direção oeste leva vantagem, parece que recuperar o jet lag indo para leste é mais complicado, sofre mais!

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  4. claudio disse:

    Em relacao ao gelo, de fato, nao existem estudos solidos comprovando seu beneficio em relacao a edema ou retorno ao esporte. Porem, nao existem estudos refutando isso tambem. Via de regra, oq que e orientado e em casos de lesao aguda usar gelo para amenizar dor, se possivel com compressao pra evitar aumento do edema. Em casos de lesoes cronicas, o gelo ao supostamente diminuir a circulacao local, diminuiria o fluxo sanguineo e o aporte de oxigenio e nutrientes pra regiao, atrapalhando a restauracao do tecido. Tudo ainda e discutivel. Uma hipotese e que o gelo diminuiria a circulacao superficial, mas possivelmente aumentaria a circulacao profunda. O efeito no edema seria secundario, ao diminuir o metabolismo celular e impedir a destruicao de celulas privadas da circulacao sanguinea devido a lesao (menor metabolismo, menor necessidade de sangue, menos celulas destruidas, menos osmolaridade do meio interno, menos pressao coleidosmotica).

    Em relacao ao uso depois de treino excentrico, ao meu ver nao adiciona a discussao. O gelo estaria atrapalhando a remodeliacao do tecido muscular apos estimulo (sobrecarga). Nao e quando o gelo deveria ser usado.

    Atenciosamente,

    Claudio

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