Leituras de 6a Feira

Você que como eu só fala mal do UOL, é provável que vá ficar muito espantado com a ótima matéria sobre a corrida de rua e o crescimento do mercado feito com profissionais daqui de SP.

Ex-atleta olímpico e ex-recordista americano em várias provas, Bob Kennedy fala como é tirar prazer da corrida lenta após sua aposentadoria. Ponto de vista sempre interessante para aqueles que relacionam desempenho com amor ou dedicação ao esporte… muito bom!

Não faz muito minha praia, mas dá para haver boa aplicabilidade para nós amadores: quais as estratégias mentais necessárias pra correr uma maratona sub-2h.

Tempo atrás falei de como termos uma maneira de unir corrida e filantropia aqui no Brasil. Esse exemplo americano me parece muito bom. Você entra em uma prova virtual, faz sua parte (correndo e pagando) e o arrecadado vai para uma causa nobre. Se quiser participar da Run for Homelessness Virtual 5km, é só clicar aqui!

Algumas diferenças divertidas entre a corrida no mundo do Instagram e a da vida real.

Quem diz que não adianta bater recordes mundiais alternativos? Após bater o WR da Meia Maratona em Toronto (Canadá) semanas atrás, o figura aí abaixo estrela um comercial de TV!

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11 pensamentos sobre “Leituras de 6a Feira

  1. Hélio Shiino disse:

    – Você que como eu só fala mal do UOL, é provável que vá ficar muito espantado com a ótima matéria sobre a corrida de rua e o crescimento do mercado feito com profissionais daqui de SP. –

    “A oferta de provas de corrida hoje é enorme, tem eventos praticamente todos os dias”, afirma José Vítor Vieira Salgado, educador físico que tem estudos acadêmicos sobre as corridas de rua. “Os organizadores perceberam um nicho importante do ponto de vista mercadológico.”

    A questão é: Como traçar o percurso em tão pouco espaço visto que a cada fim de semana ocorrem de 3 a 4 provas de 5~10k. Sou daqui do Rio e já vejo percursos-labirinto à la Gincana de se espantar, imagino o quebra-cabeça para traçar o percurso quando o terreno é São Paulo…

    “Tem muita gente que começa a correr e vai agregando penduricalhos. Mas aqueles que não têm condições de acompanhar essas novidades não deixarão de correr por isso”, afirma Edgard José dos Santos, diretor administrativo da entidade sem fins lucrativos Corpore Brasil, que há duas décadas organiza corridas de rua pelo país.

    Vai ter gente se magoando depois desta chamada dos seus acessórios de penduricalhos.

    Com tanta gente aderindo, o fenômeno passou a apresentar um efeito colateral. “Todo mundo começou a correr; gente muito jovem, de meia idade e idosos. Com isso, aumentou o número de lesões”, afirma Sérgio Costa, ortopedista especializado em traumatologia esportiva. O problema mais comum, segundo ele, é a tendinite nos membros inferiores, que geralmente aparece em sedentários que correm sem preparo.

    É o que eu sempre falo. Correr é uma coisa, sair por aí correndo é uma outra coisa totalmente diferente.

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  2. martinhovneto disse:

    Esse trecho:
    “Um monitoramento feito nos Estados Unidos endossa essa ideia. Em 1980, o tempo médio de conclusão das maratonas era de 3h32 para homens e 4h03 para mulheres. Em 2013, após o boom, os tempos subiram para 4h16 e 4h41, respectivamente.”

    Mostra uma tendencia Brasil ou uma Mundial Danilo? (Já que você pode ter de cabeça mais dados que eu com certeza.) E será que a baixa de competitividade dos corredores indica que o nível das provas está decrescente ou amador é amador e “elite” é elite, cada qual com suas preocupações?

    Eu quase nunca leio nada do Uol, aliás, de quase nenhum portal “grande”, me dá preguiça, mas concordo que é algo surpreendentemente bem trabalhado.

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  3. ele é o corredor malabarista mais rápido em 21k … é isso?
    Pq eu não tenho boas idéias? Mania de ficar dentro da caixa… eheheh

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  4. Julio Cesar Kujavski disse:

    Ah sei lá, tento não ser ranzinza e tal, mas às vezes estou aquecendo para uma prova e vejo aquela gente toda com tantos penduricalhos, tirando selfie (é assim que se fala ? ), fazendo pose, fazendo uns aquecimentos esquisitos, ou, pior, sendo orientada no aquecimento pelo treinador da assessoria, então às vezes eu me pergunto o que estou fazendo ali…
    Mas depois que é dada a largada eu esqueço disso tudo e me concentro na prova, a bem da verdade não vejo praticamente mais ninguém com o estilo acima mencionado, à minha frente e ao meu lado vejo vários canela fina que raramente usam acessórios e nunca tiram selfie.
    E ultimamente não tenho tido paciência nenhuma pra ficar na arena da prova quando termino. Quando uso o guarda volume, pego minhas coisas e saio rapidinho, e quando não uso, vou direto pro carro, me troco e vou embora. Já deixe até de comparecer no pódio por pura preguiça de ficar ali escutando conversas pós-prova.
    Preciso deixar de ser tão ranzinza.

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  5. (OFF TOPIC)
    Balu, acompanho sempre seus posts via twitter, sobretudo os relacionados a low carb
    Abusando da boa vontade, poderia recomendar leitura sobre, preferencialmente em português?
    (querendo, fique a vontade para apagar meu post)

    Abraços
    Marco

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  6. martinhovneto disse:

    Pra mim a dieta paleolítica tinha que ser assim, ou o cara corre x km ou não corre e não come. Pra dar autenticidade. Rsrsrs

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