Leituras de 5a Feira

Acho que não há dúvidas de quem seja o maior velocista de todos os tempos. A meu ver, um dos maiores feitos de Usain Bolt é o de quase unificar os recordes dos 50m aos 300m (*neste ele tem a 2ª marca). Um texto bem legal revela que o velocista americano Tommie Smith chegou a ter 11 recordes mundiais simultâneos!

Leitura obrigatória: Se no dia de hoje você tiver tempo para ler apenas uma história, um texto, que seja o sobre o britânico Steve Way, o maratonista mais improvável que já deve ter existido nas ultimas décadas.

O Let´s Run listou o resultado de uma votação com os atletas que seriam as estrelas dopadas na opinião dos visitantes. A lista é americanizada, mas dá um panorama de quem os fãs desconfiam. As observações, como sempre, são as melhores partes do texto!

Uma ação legal da revista Competitor e da fabricante de tênis Skechers foi fazer um curto vídeo dos bastidores da sessão de fotos que Meb Keflezighi fez para ser capa da edição. Veja aqui!

Acho que meu passado nerd de ex-futuro-engenheiro-politécnico me faz ter certo apreço por números e dados. Mais do que isso, acho que uma amostra grande pode revelar muito do comportamento do corredor. Talvez por isso reclame tanto da falta da transparência das organizadoras. Faça um teste, tente pegar resultados das provas da Vetor. Boa sorte aos que tentarem! Quer um exemplo de boa aplicação? Achei 3 posts bem nerds sobre a Maratona de Boston. Um post fala (sempre com números!) sobre se o aumento da temperatura na 2ª metade da prova pode ter influenciado este ano. No outro ele discute a diferença entre as metades da prova em Boston. E no 3º ele compara as metades de outras grandes maratonas e Chicago. Reforço o aviso: é coisa para nerd (risos)!

O Alessandro Augusto mandou links com vídeos oficiais de duas provas trail. O primeiro é da nacional KTR (Kailash Trail Run) que ele mesmo tinha comentado tempo atrás. E o outro é da espanhola Zegama-Aizkorri. Não chamo isso de corrida, mas serve para separa crianças de adultos.

Não sei qual a percepção de vocês com o mercado de trilha. A impressão que tenho é de que cresce. Ao menos as opções de prova se multiplicam! O que acontece é que você olha para os pés dos corredores e eles ainda estão com tênis “para” asfalto, como se aquilo fosse muito ocasional. Mas é um cenário que parece também ir se adaptando. Abaixo você tem o vídeo do K21, uma série de provas bem bacana do qual pude participar em 2012.

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7 pensamentos sobre “Leituras de 5a Feira

  1. Gabriel C. disse:

    Olá, Balu! De fato, é bem comum encontrar pessoas usando calçados para asfalto nas provas trail… mas lá pela quarta ou quinta prova off road a resistência das pessoas cai (e elas percebem o quanto um solado para trail faz diferença na aderência e segurança, por exemplo) e elas acabam aderindo ao calçado específico.
    Só um parênteses: a Zegama-Aizkorri acontece no País Basco, Espanha.
    Abraço

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  2. Ale Augusto disse:

    Falou e disse Balu. É nesses videos ai que eu vejo que ainda sou uma criança. 😀

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  3. Marcelo Hideki disse:

    Nesse vídeo da Zegama-Aizkorri,o que mais me impressionou não foi a dificuldade do percurso ou as paisagens e sim a quantidade público no alto das montanhas acompanhando a prova,esse povo que está lá é mais doido que os competidores.

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  4. acruzcosta disse:

    A questão do tenis de trilha é bem pessoal. O Marco Olmo, que ganhou por duas vezes a UTMB só corre com tenis de estrada. http://desafiosadois.com/24-horas-com-marco-olmo/

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