Leituras de 2a Feira

Já falei aqui algumas vezes de como acho gadgets ferramentas da qual tem muita gente irracionalmente dependente, viciada. Há quem não saia sem marcar tempo de treino, frequência cardíaca e com GPS em punho… tenho pavor disso! É como se saber ritmo e distância fosse essencial. Não, não é. Aqui uma entrevista excelente com o old school Steve Jones, um atleta que nem relógio usava e que ainda detém um recorde nacional. Correr bem depende do que você carrega no coração e na cabeça, não no punho.

A Alessandro Augusto me enviou um trailer sensacional que só de assistir eu tive tontura e me reforçou de como somos uns b0sta$… Summits of my Life mostra as loucuras do trilheiro espanhol Kilian Jonet. O trailer de A Fine Line mostra um atleta mais pra escalada, mas o trailer de Déjame Vivir é espetacular! Imperdível! Se quiser baixar o filme completo, clique aqui. De nada!

Quer dar risada? Veja a vídeo-cassetada que rolou nesta bateria de 110m com barreiras. Repare na 5ª barreira e as consequências… muito bom!

Pelo Adolfo Neto cheguei a um vídeo MUITO legal mostrando a corrida como se fosse um vicio ilegal. Hilário!

A Forever Sports traz uma matéria de duas partes com o jamaicano Warren Weir. Ele é tido como o velocista que poderá fazer ombro às marcas e conquistas de outros jamaicanos como Asafa Powell e Yohan Blake nos 200m. Acho improvável, mas é chute puro.

60 anos atrás Roger Bannister quebrou uma marca que parecia sobre-humana. Demorou outros 10 anos para um adolescente fazer o mesmo. Jim Ryun, ex-recordista mundial e melhor atleta americano secundarista de todos os tempos, em entrevista relembra seu feito de 50 anos atrás.

Desde o ano passado a ASICS iniciou um projeto sensacional criando um desafio chamado ASICS Race the Sun, formando um desafio entre 2 times para completar uma distância “antes do Sol”. O teaser da ASICS Race the Sun você vê abaixo! *quaaase tivemos um brasuca em um time…

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6 pensamentos sobre “Leituras de 2a Feira

  1. Hélio Shiino disse:

    – *quaaase tivemos um brasuca em um time… –

    Achei que o asterisco fosse me direcionar para o nome do representante brasileiro. Saberia nos informar o nome deste brasileiro?
    Representantes da Europa em peso!
    Nenhum representante do Hemisfério Sul.

    Qual teria sido o critério de corte? Menor tempo apenas? Ou é um evento similar ao que foi a Mizuno Up Hill apenas para convidados?

    Se o meu clickar do mouse não deu problema, a equipe Ultra-Trail é composta de 5 pessoas (todos homens) e a equipe Enduro é composta de 7 pessoas (5 homens e 2 mulheres). A america Megan Kimmel carece no quesito vigor.

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    • Danilo Balu disse:

      O brasileiro não foi convidado formalmente… só o seria qdo aprovassem.
      O time foi formado por convite e era baseado no desempenho tb.

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      • Nishi disse:

        Ali precisa ter muito desempenho mesmo! Mas o Thevenard, do time Ultra, é “só” o atual campeão desse circuito aí (a UTMB tem 166km, esse revezamento tem 162km, praticamente idêntico percurso) e faz sozinho em 20 horas. O Gault já fez praticamente o trecho norte inteiro (o CCC, 100k) em 12 horas. Como o Lorblanchet e o Buud são caras que correm quase ou tão forte como eles, dá pra mensurar o nível da coisa. O outro time deve ser composto de caras não tão stars, mas tem que ser bem fortes também, com mais integrantes, correm trechos mais curtos e podem arriscar mais velocidade. Só pra efeito de comparação, já que citada, na Uphill, mesmo entre os melhores convocados, nenhum tinha nível pra vencer provas importantes. Amadores muito bons, coisa e tal, mas dali, só o Leo Maciel (que venceu) teria remotamente alguma chance de participar de uma prova desse nível, e por ser expert em trilhas técnicas (tem o CCC pra 14 horas, p. ex.)

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  2. adolfont disse:

    Concordo com sua visão quanto à tecnologia.
    Cada vez menos ligo para o feedback que meu monitor cardíaco me dá.
    E o feedback do meu GPS (que está no celular) é bem irrelevante mesmo. Tanto é que o celular fica no bolso.

    Mas o monitor cardíaco foi muito importante no início, para eu sentir o que era correr moderado.
    Quem teve o privilégio de correr desde a juventude, não precisa disso.
    Mas eu ainda acho que para mim acelerou o processo de me conhecer.

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    • Danilo Balu disse:

      O pto é, e isso daria um livro, o frequencímetro te dá uma medida da intensidade… só que vc precisa ter o estímulo/feedback, vc corre o que acha moderado, por exemplo, e checa no aparelho o valor… vc vai aprendendo o que é moderado, forte e fraco SEMPRE ponderando… vai ficando “craque” a pto de saber depois o que é fraco ou forte… qdo vc não tem essa relação de estímulo/feedback, vc fica escravo do que mostra o aparelho, vc não tem “opinião própria” sobre sua FC. Enfim, o frequencímetro é mto importante no início, mas deveria ir sendo usado com moderação ao pto de não ser mais indispensável.

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    • Nishi disse:

      Também acho. Útil no começo, pra desenvolver o autoconhecimento. Depois tem que desapegar ou usar apenas como registro, e não como referência de treino/prova.

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