Leituras de 5a Feira

A Revista Outside lista 10 atletas a serem seguidos nas redes sociais. *deve ser a primeira dessas listas que vejo que não conta com a bela Lolo Jones.

Sempre digo: com o doping comendo solto, os anos 80 foram muito generosos com os recordes mundiais femininos. Quais são as marcas mais inalcançáveis que existem no atletismo? A Athletics Weekly fez sua lista, veja aqui!

A campeã olímpica Maurren Maggi está fazendo uma vaquinha virtual tentando arrecadar R$100.000 para não abandonar a carreira e continuar treinando por pelo menos outros 100 dias. Não sei qual a conta que ela fez, mas a meta é pra lá de ambiciosa. Aqui matéria também no UOL.

O haitiano Bruny Surin que ganhou inúmeras medalhas em majors depois de naturalizado canadense, explica as diferenças dos 100m para os 60m, distância disputada no Mundial Indoor do próximo final de semana agora.

Neste final de semana de muita esbórnia pra algum de vocês, me deparei com os assustadores resultados do Campeonato Universitário Japonês de Meia Maratona. Universitário! Foram 200 corredores fazendo os 21km em 1h06 ou menos. E foram 529 corredores universitários fazendo em menos de 1h10! Essa turma sub-1h10 caberia num micro-ônibus aqui no Brasil! Aliás, aqui nem temos uma confederação universitária que trabalhe de mais e peça (e desvie) dinheiro público de menos.

Enquanto você se acabava no Carnaval, 12 garotas canadenses se acabavam de correr em cima de uma esteira pra bater o recorde mundial de 12 horas de revezamento. Como sempre por lá, a causa foi beneficente.

Quantos presidentes ou políticos você conhece que correm? Nos EUA George W. Bush é conhecido por correr diariamente 5km quando era o homem mais importante do mundo. Sarah Pahlin, ex-candidata à vice-presidência já correu os 21km abaixo de 1h40. E agora Obama e seu vice promovem um estilo de vida ativo correndo na casa mais bem protegida do planeta, a Casa Branca.

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7 pensamentos sobre “Leituras de 5a Feira

  1. satrijoe disse:

    Outro político famoso aqui nos Isteitis que aderiu às corridas é o Mike Huckabee. Ele foi governador do Arkansas e chegou a ser candidato a candidato à presidência do país pelo partido republicano. O homem perdeu 105 libras nessa caminhada.

    Agora o mais legal é o infográfico deste artigo comparando os tempos de alguns políticos que correram (ou assim disseram) uma maratona. (tem que clicar no botão start pra ver a animação):
    http://www.slate.com/articles/news_and_politics/politics/2012/09/paul_ryan_marathon_which_politician_had_the_fastest_marathon_time_a_slate_interactive_.html

    Abs, Shigueo

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  2. Pelo que vejo nas redes sociais, Maurren Maggi está longe de ser querida entre seus colegas de profissão. Criticam-na, entre outras coisas, de não treinar quando tinha patrocínio (aliás, via fotos dela até uns tempo atrás usando camisetas mostrando logo de 4 ou 5 patrocinadores). Enfim, de qualquer forma não vou poder contribuir. Se sobrar algum vou usar pra eu mesmo “competir”.

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  3. Marcelo Hideki disse:

    Na lista dos recordes “inalcançáveis”,poderia citar também as provas de 800 e 10000 metros no feminino.
    A marca da Paula Radcliffe na maratona também parece ser um recorde que vai demorar pra cair.

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  4. Luis Oliveira disse:

    Tu não vai falar nada do consumo excessivo de água e do alongamentos depois da “corrida”?

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  5. […] Semana passada falava da vaquinha virtual que a Maurren Maggi faz para poder treinar sem patrocinador. No mesmo dia, o Erich Beting escreveu um texto interessante sobre patrocínio em seu blog no UOL. Concordo muito com o que diz Beting sobre a visão paternalista que atletas brasileiros têm em relação às empresas e patrocínio. Quem já trabalhou com isso em qualquer marca esportiva se cansa de receber desde propostas a reclamações que beiram o surreal. O brasileiro não entende muito bem o papel das empresas na fomentação do esporte, o enxerga quase como uma função social, não como uma relação profissional de trocas. Por gostar da Maurren (no âmbito pessoal mesmo), preferi não me alongar quando publiquei o link porque iria ferir susceptibilidades alheias. A proposta da saltadora está crua, foi descuidada talvez porque ela aposta em seu inegável carisma, mas era preciso mais. Por outro lado, quase sempre quando falo de corrida, tenho que discordar um pouco do que fala Beting. A Copa é uma muleta na hora do “não” polido e educado que você tem que dar, mas é um fato inegável no ano de 2014. Listar como ele listou casos de empresas e patrocínios fora do futebol não serve pra provar nada. A Copa pode não ter parado o mercado de patrocínio esportivo, mas afetou muito mais do que isso. Na corrida basta ver as ações da Nike e adidas. Ou é mera coincidência o maior circuito de corridas de rua migrar assim tão de repente? Isso pra citar apenas um exemplo, do jeito que ele fez. […]

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