Leituras de 2a Feira

*espero, o último post depois de longos 9 dias “morando” no Rio

Por que tantos amam odiar a bela Lolo Jones? A Slate responde! Quer saber como ela se saiu? Veja aqui! E se quiser saber um pouco mais do amor ao ódio por ela, veja aqui também.

Uma das coisas legais nos EUA é que um país doido por corrida e com muitos atletas tem histórias fantásticas. Um dos livros que mais quero ler traz provas inesquecídeis recontadas pelos próprios corredores. Aqui na Runner´s World uma das 50. Demais!

De novo: acho o Maximalismo uma das maiores aberrações que apareceram nos últimos tempos. Muito se explica num mundo onde os praticantes da corrida associam altos preços a qualidade, tecnologia de amortecimento visível a maior eficiência/segurança e consideram o impacto apenas como um vilão desse esporte. O Maximalismo entrega e preenche essa carência afetiva, terceiriza a responsabilidade de cuidar de nossas articulações, dá confiança e, visualmente, parece óbvio e lógico que funcione. Afinal, tecnologia é tudo, não? Ainda mais se for colorida e tiver um nome bem elaborado e pomposo. Assim como Peter Larson, sou suspeito, afinal sou um enorme fã do Minimalismo. Mesmo com esse declarado viés, não deixa de ser sempre construtivo ouvir o que Larson tem a dizer.

A velocista Wilma Rudoph tem uma das histórias atléticas mais espetaculares e incríveis, e ainda assim é uma desconhecida fora do meio. A americana é daquela pessoa que deveria ser reverenciada a cada 4 anos quando histórias olímpicas são relembradas. Aqui em bela matéria um pouco dos feitos inacreditáveis dela em Roma (1960).

Aproveite a proximidade do Mundial Indoor que rola em menos de 15 dias pra fazer uma retrospectiva de 13 momentos inesquecíveis que a Spikes separou pra você! Eu sei que o indoor é um mundial bem menor que outros eventos globais, mas ainda assim, alguns dos momentos são muito bons!

Num vô minti pu sinhô, ir ao Quênia correr um pouco e conhecer a região dos atletas é um sonho que pretendo realizar não daqui muito tempo. Aqui você tem uma sequência de algumas fotos tiradas pela atleta Desiree Linden. Muito bom!

Abaixo uma ação legal na New Balance para apresentar a alguns corredores sua nova tecnologia de solado, o Fresh Foam!

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6 pensamentos sobre “Leituras de 2a Feira

  1. O Fresh Foam foi para mim uma gratíssima surpresa. Leve, confortável, meio que “abraça” o pé. Já corri de tiros a longos de 18km com ele e me fez colocar a marca no rol das minhas possíveis escolhas para futuros tênis.

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  2. Balu e caros colegas, bom dia!

    Também não sou muito simpático ao maximalismo e acho que jamais irei comprar esses tênis esquisitos.

    Mas há algo que muitos estudiosos esquecem que é a individualidade biológica. Vejo pelo meu caso. A primeira vez que tentei correr com huaraches, foi só 10 minutos e ferrei com as panturrilhas. Deixei as sandálias de molho. Meses depois, estava fazendo um trabalho forte de fortalecimento muscular no crossfit e decidi tentar de novo, Tudo foi muito bem, fui aumentando gradativamente o tempo de treino até que cheguei aos 90 minutos. E inesperadamente cheguei num “platô” estranho, não lesionei mas a recuperação muscular estava um lixo. Experimentei voltar com os tênis convencionais e deu supercerto, voltei a evoluir. Hoje em dia reservo os minimalistas para treinos de tiro e leves até 5k. Para distâncias maiores, prefiro os tênis comuns. Estou bem assim, não tive nenhuma lesão desde que aderi a esse esquema.

    Mas esse sou eu. Tem um monte de gente que corre maratonas descalço. E na outra ponta certamente deve ter gente que se beneficia desses tênis estranhos. Pesquisas são interessantes mas na melhor das hipóteses descobrem o que serve melhor para a média. E muitas pessoas não estão na média. O problema é que correr conscientemente e escutar o próprio corpo dá trabalho, tem que pensar. E um número incrível de corredores não está disposto a fazer isso.

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    • Danilo Balu disse:

      E eu só acho que a individualidade biológica é a muleta do profissional de saúde preguiçoso que usa isso pra justificar qq coisa…
      Quem passa a tentar o minimalismo esquece que passou décadas usando calçado. Tem que ter mta paciência. Uma virtude rara hj em dia.

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  3. Marcelo Hideki disse:

    Só fiquei conhecendo a história de Wilma Rudolph há uns 10 anos atrás assistindo o filme oficial da Olímpíadas de 1960 na ESPN,é uma coisa impressionante,nesse documentário falava que ela uma das Tennessee Tigers Bells.

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  4. Quero só saber se, caso o uso prolongado destes maximalistas cause problemas, se vão processar as empresas que os fabricam (como tentaram fazer com a Vibram).

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  5. Nishi disse:

    A história da WIlma Rudolph é sensacional. E mais legal é que a conheci, bem moleque, através do velho Manual do Escoteiro Mirim… (e não só ela, como também Paavo Nurmi, Fanny Blankers-Koen, Jim Thorpe… isso deveria ser leitura obrigatória para a criançada!)

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