Leituras de 6a Feira

A ideia é tão simples, tão tosca, tão básica,que você fica se perguntando como não concluíram isso antes. Um ótimo estudo trazido pela Slate nos lembra do óbvio: o fato de simplesmente acharmos que dormimos mal, afeta para pior nosso desempenho! Não à toa vale sempre relembrar que a última noite antes de uma prova está longe de ser muito importante.

O corredor amador comum talvez não saiba do tamanho da importância do queniano Kip Keino no atletismo. A BBC traz uma matéria conversando um pouco com esse monstro!

Qual a atenção que damos ao esporte universitário no Brasil? Nenhuma. EUA, a maior potência esportiva do planeta dá muita. São o que são, somos o que somos. O curtíssimo documentário Run for the Dream fala da importância desse esporte. Veja aqui!

A Revista O2 fez um post bacana compilando 3 recordes mundiais nos 100m um tanto quanto inusitados. 2 eu já tinha colocado aqui, mas o 3º é pra quem é muito fã de Michael Jackson! Nessa condição de super-fã, venho lembrar que o gênio não criou nem inventou o Moonwalk, apenas o popularizou. *faltou ainda o vídeo da Sally Pearson correndo um WR nos 100m equilibrando um ovo!

Clicando aqui você tem o vídeo com os melhores momentos da Maratona de Dubai que rolou final de semana passado. Colocaram muito dinheiro na premiação e no cachê, economizaram muito no vídeo.

Falei semana passada aqui sobre a perda enorme que foi ao mundo esportivo o falecimento de Chris Chataway. Ele foi mais do que o coelho da primeira milha sub-4. Ele foi muito mais do que isso. Só a Stride Nation pra acertar dizendo que ele foi o homem que fez da Milha Sub-4 algo possível.

E abaixo, aquele que pra mim pode ser o gráfico do ano: o quanto a altitude influencia o desempenho na corrida. Aqui a fonte.

altitude_in_running_peronnet

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3 pensamentos sobre “Leituras de 6a Feira

  1. Cassio Politi disse:

    O gráfico é surpreendente. A que você atribui o caso dos 100 metros? Fico na dúvida se a baixa resistência do ar chega a influenciar nesse caso. Imagino que a razão seja mais fisiológica. Há alguma hipótese?

    PS: por falta de tempo, não cliquei no “Aqui a fonte”. É mais cômodo perguntar. 🙂

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  2. Interessante o gráfico. Basta subir 1.000 metros, do Rio para Nova Friburgo (onde moro) que já há um impacto mensurável no desempenho nas longas distâncias. Não é muita coisa mas pode fazer diferença na hora de tentar quebrar um recorde pessoal;

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